Orçamento da prefeitura para 2025 é de R$ 936 milhões

O Poder Executivo Municipal apresentou na Câmara de Vereadores de Lages a Lei Orçamentária Anual (LOA), referente ao exercício de 2025. A apresentação foi realizada através de audiência pública, transmitida ao vivo nesta quarta-feira (30). O executivo aguarda aprovação por parte dos vereadores.

O orçamento apresentado foi baseado em premissas e projeções já utilizadas nos anos anteriores, com as evoluções orçamentárias de cada ano. A projeção para 2025 baseia-se em uma arrecadação de R$936 milhões, necessários para manter a máquina pública funcionando, dentro das previsões macroeconômicas que o Estado e o país vivem.

As maiores fatias, dentro do orçamento de despesas previstas, ficam com a área da Educação, com R$246 milhões, representando 26% do total; a Saúde com R$195 milhões, o que representa 20% da arrecadação e o LagesPrevi com R$115 milhões, representando 12%.

Lages apresentou um crescimento de 7,62%, considerando que o país cresceu 2,9% e Santa Catarina teve um crescimento de 9,64%. O setor agropecuário foi responsável por uma fatia de 8%; a indústria e o comércio 78%; o Simples Nacional 7,33% e o setor de transportes e serviços 3,19%. O Município teve um aumento no PIB de 0,8% a 1% e inflação de 4,5%.

O secretário municipal de Administração e Fazenda, Alexandre Martins, reitera que o projeto não está fechado, e aguarda aprovação. “O Projeto de Lei também foi passado para a equipe de transição da nova gestão e está aberto a sugestões e possíveis alterações, que serão debatidas se estão dentro da legalidade”, comentou.

4 comentários em “Orçamento da prefeitura para 2025 é de R$ 936 milhões”

      • Foi isso mesmo noticia do diário Catarinense:

        uma mudança radical nas proposta de reforma previdenciária apresentada à Assembleia Legislativa no final de novembro. Por emenda ao texto já em tramitação no parlamento, o governo vai extinguir o fundo previdenciário criado em 2008, juntar os 13,7 mil funcionários contratados depois dessa data aos demais 54,6 mil servidores em um único grupo e utilizar os R$ 800 milhões em caixa no Iprev para pagar aposentadorias ao longo de 2016.
        As conversas ganharam corpo nos dois dias em que a equipe técnica da Secretaria da Fazenda discutiu com Iprev e Procuradoria-Geral do Estado a impossibilidade jurídica de reajustar de 11% para 14% apenas as alíquotas previdenciárias dos servidores contratados antes de 2008. Naquele ano, durante o governo Luiz Henrique da Silveira (PMDB), foi feita a reforma da previdência que separou os servidores estaduais em dois grupos: o primeiro, dos que haviam ingressado no Estado até então, continuou tendo suas contribuições revertidas para o caixa do Estado, responsável direto pelo pagamento das aposentadorias. Os demais passaram a integrar o fundo previdenciário do Iprev, que reuniria as contribuições em um sistema de poupança para garantir as futuras aposentadorias. Era a chamada segregação das massas.

        DIÁRIO CATARINENSE
        Reforma Previdenciária – Mudança radical a caminho da Alesc

        Responder
        • Sim e o governo federal acabou com a segregação de Massas do funpresp em 2019.
          Isso vai ser ótimo para economia de Lages esse percentual de 12% com o fim da segregação de massas vai cair para uns 7%.

          Responder

Deixe um comentário para Servidor Municipal de Lages - SC Cancelar resposta