O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) entrou com um pedido de Mandado de Segurança Coletivo pedindo que o governador se abstenha de nomear o filho para o cargo. O partido sustenta que a nomeação seria ilegal por ir de encontro “aos princípios mais elementares que regem a Administração Pública, em especial da moralidade e impessoalidade”. O pedido alega que a nomeação de parentes para cargos políticos ainda é um tema em aberto de decisão do Supremo Tribunal Federal. O órgão superior ainda “tem entendido que a possibilidade de nomeação de parente para cargo político não é absoluta”.
O desembargador plantonista do Tribunal de Justiça, João Marcos Buch, atendeu o pedido do PSOL e concedeu uma liminar que impede o governador Jorginho Mello (PL) de nomear o filho, Filipe Mello, como secretário de Estado da Casa Civil.
Parabéns ao Afrânio Bopré e ao PSOL pela sábia ação em detrimento a nomeação.
Um Estado que se diz de família e gente trabalhadora não pode permitir esse tipo de imoralidade. O tempo reinante da política patriarcal acabou à muito tempo. Que assim permaneça!
A situação está piorando.
A PGE – Procuradoria Geral do Estado, impetrou mandado de segurança para fazer valer a nomeação.
Mas como é isso? Tem um Decreto Estadual em vigor proibindo, mas a PGE demanda contra os termos da norma estadual? A PGE não deveria defender a vigência do Decreto Estadual?
Tá ficando ruim, muito ruim.
Lambe botas de militares não tem vergonha na cara
Volte Moisés!
Volte Rei David,? Kkkkk
Essa nomeação do governador é vergonhosa!’
Passando para informar que a nomeação do filho do governador foi autorizada pelo STJ…😁