Quase 300 milhões para os Portos, Aeroportos e Ferrovias

O ano de 2023 ficou marcado pelo protagonismo dado pelo Governo de Santa Catarina à logística de transportes com a criação da Secretaria de Portos, Aeroportos e Ferrovias (SPAF). A pasta, primeira e única do país, criada no final do mês de março com a reforma administrativa, viabilizou o anúncio de quase R$ 272 milhões em obras e projetos para o setor.

“Nossa secretaria conseguiu atingir em nove meses de trabalho resultados expressivos e dar andamento a demandas que há muito tempo eram aguardadas em Santa Catarina. Nossa agenda tem sido intensa e ainda teremos muito para entregar em 2024, especialmente este olhar estadista que o governador tem demonstrado”, avalia o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins.

Aeroportos

No setor aeroviário, a determinação do governador Jorginho Mello foi criar condições para que todos os aeroportos públicos do estado voltem a estar em operação. Com isso, foram viabilizadas obras em 12 aeroportos, com investimentos anunciados de R$ 46,7 milhões. O Aeroporto de Forquilhinha voltou a operar depois de quase dois anos fechado para obras e no início de 2024 os Aeroportos de Dionísio Cerqueira e São Joaquim também serão reabertos depois de muitos anos sem nenhum tipo de operação. O Aeroporto de Blumenau recebeu uma operação especial da Azul e voltou a ter voos comerciais depois de mais de 20 anos, além de importantes obras de infraestrutura.

“Temos 21 aeroportos, sendo 16 públicos administrados pelo Estado ou subdelegados aos municípios. Os investimentos vão permitir o desenvolvimento da aviação geral como os voos para os serviços de saúde, segurança e executivos. A recuperação desses equipamentos de infraestrutura é importante para a economia catarinense, pois movimenta o turismo e a atividade empresarial. Também estamos em avançadas negociações com as companhias aéreas para voarem em mais aeroportos do estado”, argumenta o secretário.

4 comentários em “Quase 300 milhões para os Portos, Aeroportos e Ferrovias”

  1. Quais dessas cidades possuem linha aérea regular apesar de ótimo potencial? Nenhuma! O gargalo é a pista curta, estreita e de asfalto mole. Construídas pelo governo do estado de Santa Catarina fora do conceito brasileiro de aeroporto com pista mínima regional que prevê 1.600 x 30m e resistência do piso PCN31.

    Videira 1.050 x 23m
    Lontras 1.077 x 23m
    Blumenau 1.080 x 30m
    Joaçaba 1.125 x 30m
    Rio Negrinho 1.200 x 22m
    São Miguel do Oeste 1.260 x 18m
    São Joaquim 1.300 x 30m
    Três Barras 1.330 x 18m
    Dionísio Cerqueira, Forquilhinha e tantos outros

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  2. A oposicão partidária devia mover acão popular cobrando danos e ressarcimento aos cofres públicos de quem projeta e manda construir essas mediocridades fora dos padrões mínimos.

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  3. Esperemos as próximas chuvas! Essa última destruiu a economia de vários municípios, no campo e na cidade. Serão abertas novas rodovias? Asfaltadas outras como atalho quando as vias principais do Estado estiverem embaixo da água? Tudo hj, em adm. pública se resume a “milhões pra isso”, para aquilo, quem fiscaliza a construção e a fiscalização desses números? A população não enxerga essas novas obras, ou reformas contundentes, as enchentes foram um alerta, que pode se repetir ano a ano. O clima mudou, já os políticos? Concluindo, novas rodovias, pontes, ferrovias, e portos, que no tempo do Luiz Henrique foram inaugurados 5, inclusive Imbituba, até agora nada! Só mídia esse governo atual, de concreto em obras e mudanças….

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  4. So que são todos aeroportos antigos, planejados para uma demanda de aeronaves de pequeno/médio porte lá do fim da década de 70 e 80 quando havia uma maior leva de aeronaves regionais a hélice que supria essa demanda tais como emb 110, emb 120, fokker 27 e fokker 50 e antes disso aeronaves mais antigas a hélice que podiam pousar tranquilamente nesses aeroportos. Tudo muda quando a varig e suas regionais fecharam onde assim aumenta a demanda por aeronaves mais modernas onde aí sim esses aeroportos se tornam completamente defasados.

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