Igor Marafigo leva vereador ao Ministério Público 

Igor Marafigo formalizou uma representação junto ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), em Lages, solicitando a análise de declarações feitas por um vereador do município sobre professores e a abordagem de questões de gênero nas escolas.

A iniciativa ocorre após a divulgação de um vídeo no qual o parlamentar fez declarações direcionadas a profissionais da educação, interpretadas como possíveis formas de intimidação. O episódio provocou repercussão e levantou questionamentos sobre os limites da atuação de agentes públicos e o respeito à liberdade de ensinar.

Para Igor, o debate não pode ficar restrito às manifestações nas redes sociais. Embora reconheça a importância do contraponto público, ele defende que situações dessa natureza também precisam ser encaminhadas às instituições responsáveis pela garantia de direitos.

“Não basta publicar uma nota de repúdio, gravar outro vídeo ou simplesmente trocar acusações. Quando existem declarações que podem intimidar profissionais no exercício de sua função, é necessário acionar as instituições e permitir que os fatos sejam analisados”, afirma.

Igor também destaca que a retratação pública posteriormente apresentada pelo vereador deve ser considerada na análise, mas não substitui a avaliação institucional dos fatos.

“Não estou antecipando julgamento, nem afirmando que alguém já tenha cometido um crime. Estou exercendo meu direito como cidadão de apresentar os fatos e pedir que sejam analisados. Nenhum mandato está acima da lei e nenhum professor deve trabalhar com medo de retaliação”, acrescenta.

3 comentários em “Igor Marafigo leva vereador ao Ministério Público ”

  1. Lageano é faca na bota! Essas divagações de Internet, pra “inflar bolhas” servem só pra camuflar incompetetencia de políticos, no mandato! Come tempo e distrai e os fanáticos. Já resultados, concretos pra população….

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  2. Não me parece suficiente.
    O vereador cometeu um crime e deve responder nas esferas penal, civil e política. Deve ser representado contra ele no parlamento por quebra de decoro, porque a imunidade parlamentar por palavras e votos não abrange o cometimento de crimes, sobretudo o de ameaça contra uma classe profissional.
    Uma nota de retratação – que não foi sincera – não afasta o dever de responsabilização.

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