Ontem, um homem encontrou o corpo de um outro homem, em uma propriedade de um outro homem, que fica a alguns quilômetros de uma cidade da Serra Catarinense. A polícia conversou com um homem que estava na propriedade que teria visto um homem circulando nas imediações na hora da ocorrência do crime.
Ele disse que o homem morto era conhecido de um homem, morador daquele sítio, mas que não viu nada do ocorrido. A polícia não divulgou os detalhes do crime para não atrapalhar as investigações e o judiciário conduzirá o caso em segredo de justiça.
Na verdade nesta linguagem policial, homem é um masculino, aí vem toda uma retórica criada no ambiente policial, uma coisa característica que só eles entendem e ainda são contra a linguagem neutra do TODES.
É óbvio. Em um país onde a língua oficial é o português, logo linguagem neutra não existe, conseguintemente todes também existe.
Caro Fabian, se vamos ser preciosistas com as tecnicidades do idioma, o ‘logo’ na sentença deveria ser substituído por ‘a’.
Traduzindo, Tem rico envolvido no crime
se fosse pobre dariam o CPF , RG, Nome completo e já vinha com o veredito junto na informação!
Sim, meu caro, ainda temos todo um preconceito de classes no Brasil. Os pobres sempre vão pagar pelas mazelas do mundo, porque não possuem garantias ou dinheiro para comprar a justiça.
Mussum nos anos 80 e 90 já usava a linguagens neutra, cacildeis, forezis, cachacis kkkkkkkkkkl,