Segundo a perícia, bebê não apresentou sinais vitais no velório

O laudo cadavérico solicitado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em caráter de urgência para saber se a bebê de Correia Pinto poderia estar viva no velório foi concluído, e a Polícia Científica descartou a possibilidade de ela ter apresentado sinais vitais reais durante a cerimônia. A perícia confirmou que ela morreu por volta das 3 horas da manhã de sábado (19/10), conforme consta no atestado de óbito emitido pelo hospital.

O documento é sigiloso por se tratar de uma criança, mas o médico legista aponta diversas razões possíveis para a percepção de calor e leituras de pulso e saturação no oxímetro durante o velório.

Agora, o MPSC aguarda a conclusão do laudo anatomopatológico para saber a causa da morte e se houve negligência no primeiro atendimento médico, realizado na quinta-feira (17/10), ou em alguma outra etapa do processo. Esse laudo deve ser entregue em até 30 dias. O Promotor de Justiça da comarca, Marcus Vinícius dos Santos, afirma que “o Ministério Público continuará acompanhando a investigação para verificar se houve irregularidades”.

2 comentários em “Segundo a perícia, bebê não apresentou sinais vitais no velório”

  1. Acho que o corpo de bomebeiros poderia fazer uma nota sobre o ocorrido, dando a versão dos fatos, pois a coporação é muito respeitada pela sociedade.
    Poderiam explicar como funciona oximetro e qual foi a avaliação feita pelos profissionais que estiveram atendendo a ocorrencia.

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  2. “Quando há Parada Cardio Respiratória, são realizados estímulos diversos para tentar a reanimação, isso pode levar aos músculos responderem em até 48h pós morte.” Não sou da área da saúde, mas esse foi o relato de uma enfermeira, com mais de 20 anos de atuação.
    Chega beirar o cúmulo pessoal acreditar que uma criança que estava muito debilitada, que teve a morte constatada por PROFISSIONAIS, estaria viva por mais 15h, sem cuidados específicos, sem remédios (afinal foi diagnosticada com virose). É óbvio que a família sempre espera um milagre, se eu estivesse no lugar deles, também teria esperança.
    Porém, questionar inclusive um laudo emitido pela polícia CIENTÍFICA, daí é demais!

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