Coligação de Ceron realizou caminhada nos bairros

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  A coligação Lages levada a sério realizou uma caminhada, no sabado, do Bairro Habitação até o Bairro Popular.

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Ceron esteve acompanhado da família, do vice Juliano, do deputado estadual Gabriel Ribeiro, do secretário João Alberto e de outros tantos personagens que apoiam a proposta da experiência aliada à juventude, como Ivan Ranzolin e a Tia Jura, esposa do falecido prefeito Renatinho. Foi a primeira caminhada do 55.

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Ceron diz que quer poder administrar Lages e ver menos crianças sem perspectivas; mais mulheres sendo mais bem protegidas; jovens com especialização e com mais oportunidades de emprego; uma saúde sendo tratada com mais dignidade; menos poeira e barro nas ruas dos bairros.

“São estas algumas das melhores maneiras de demonstrar respeito às pessoas e a o dinheiro público, principalmente se for tudo executado por quem tem conhecimento e sabe o que precisa ser feito para tornar melhor a vida dos lageanos”, disse ele.

Amaral promoveu a Ação 45 na Praça

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A coligação “Somos Todos Lages” promoveu a ação 45 na praça João Costa, na manhã deste sábado.

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O candidato a prefeito Roberto Amaral, e o vice Hampel, conversaram com os passeantes, colaram adesivos e distribuíram santinhos.

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“Foi muito produtivo, sentimos que várias pessoas aderiram ao projeto” diz Roberto Amaral. A ação 45 teve mateada, jingles, selfies e muita alegria.  

 

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Na sexta-feira Amaral reuniu os candidatos da coligação

 

A coligação “Somos Todos Lages” reuniu candidatos a vereador e entusiastas da campanha, sexta-feira (26) à noite, no Jockey Clube.

 

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O candidato Roberto Amaral, e o vice Hampel, motivaram o público a espalhar o projeto 45 por toda a cidade.

“Vamos mostrar a cada cidadão que a nossa proposta representa a valorização das pessoas e o avanço para o futuro”, disse Roberto Amaral. “Estamos preparados para ajudar Lages a continuar andando pra frente”, disse Hampel.

 

Assessor da ADR faz esclarecimento

Apenas para esclarecer o questionamento do secretário municipal de Planejamento, senhor Jorge Raineski, é importante destacar que os R$ 600 mil que cabem ao Governo do Estado no convênio de R$ 927 mil com a prefeitura para a troca dos postes nas obras do cabeamento subterrâneo só serão repassados a partir de outubro por conta da legislação eleitoral brasileira, e não por outro motivo.

 

Como o convênio foi assinado no dia 30 de junho, já que a prefeitura estava negativada devido a um débito com a Celesc, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira.

 

Sobre a divisão do valor em três parcelas mensais de R$ 200 mil, isso não é nenhuma surpresa, pois está bem claro no convênio firmado pelo então secretário da ADR, Luiz Gustavo Bazzo Assink; e pelo prefeito Elizeu Mattos.

 

Sobre os convites para a reunião do dia 24 com o presidente da Celesc, foram enviados à imprensa e às entidades que estão à frente do processo de revitalização do centro de Lages e que se beneficiam dos investimentos na área industrial, como CDL, Sebrae, Acil e Fiesc. O grupo de entidades, do qual a prefeitura faz parte, comunica-se entre si quando o assunto é o cabeamento subterrâneo. Assim, ao convidarmos essas instituições já na semana passada, acreditamos que todos os envolvidos estariam representados. Tanto que o secretário Juliano Chiodelli, por exemplo, participou do encontro.

 

Também segue nota que produzi no início de julho sobre o assunto e que pode ajudar a esclarecer a questão. Na ocasião, enviei apenas a você, Olivete, que havia abordado o tema. Segue novamente. Abraço, obrigado e à disposição.

 

"Sobre o convênio para a iluminação pública entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Lages, num total de R$ 927 mil, é importante esclarecer que a viagem do governador Raimundo Colombo ao exterior em nada prejudicou o andamento do processo, até mesmo porque não cabia a ele a assinatura do documento.

 

No dia 29 de junho, a Prefeitura de Lages aparecia como negativada por conta de um débito com a Celesc. Assim, o convênio só pôde ser assinado no dia 30 pelo secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, Luiz Gustavo Bazzo Assink.

 

Porém, até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município.

 

Assim, a parte que cabe ao Governo do Estado será repassada em três parcelas de R$ 200 mil nos meses de outubro, novembro e dezembro, num total de R$ 600 mil. Vale lembrar que o convênio tem vigência até o dia 30 de dezembro, e os repasses do Estado ocorrerão rigorosamente dentro deste prazo.

 

Mas como há contrapartida de R$ 327 mil do município, a Prefeitura já pode iniciar as obras quando quiser com os recursos próprios, ficando apenas à espera da verba do Estado, que está garantida e começará a ser repassada daqui a três meses, após o período eleitoral e quando a legislação permitir".

Pablo Gomes

 

Assessor da ADR faz esclarecimentos

Apenas para esclarecer o questionamento do secretário municipal de Planejamento, senhor Jorge Raineski, é importante destacar que os R$ 600 mil que cabem ao Governo do Estado no convênio de R$ 927 mil com a prefeitura para a troca dos postes nas obras do cabeamento subterrâneo só serão repassados a partir de outubro por conta da legislação eleitoral brasileira, e não por outro motivo.

 

Como o convênio foi assinado no dia 30 de junho, já que a prefeitura estava negativada devido a um débito com a Celesc, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira.

 

Sobre a divisão do valor em três parcelas mensais de R$ 200 mil, isso não é nenhuma surpresa, pois está bem claro no convênio firmado pelo então secretário da ADR, Luiz Gustavo Bazzo Assink; e pelo prefeito Elizeu Mattos.

 

Sobre os convites para a reunião do dia 24 com o presidente da Celesc, foram enviados à imprensa e às entidades que estão à frente do processo de revitalização do centro de Lages e que se beneficiam dos investimentos na área industrial, como CDL, Sebrae, Acil e Fiesc. O grupo de entidades, do qual a prefeitura faz parte, comunica-se entre si quando o assunto é o cabeamento subterrâneo. Assim, ao convidarmos essas instituições já na semana passada, acreditamos que todos os envolvidos estariam representados. Tanto que o secretário Juliano Chiodelli, por exemplo, participou do encontro.

 

Também segue nota que produzi no início de julho sobre o assunto e que pode ajudar a esclarecer a questão. Na ocasião, enviei apenas a você, Olivete, que havia abordado o tema. Segue novamente. Abraço, obrigado e à disposição.

 

“Sobre o convênio para a iluminação pública entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Lages, num total de R$ 927 mil, é importante esclarecer que a viagem do governador Raimundo Colombo ao exterior em nada prejudicou o andamento do processo, até mesmo porque não cabia a ele a assinatura do documento.

 

No dia 29 de junho, a Prefeitura de Lages aparecia como negativada por conta de um débito com a Celesc. Assim, o convênio só pôde ser assinado no dia 30 pelo secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, Luiz Gustavo Bazzo Assink.

 

Porém, até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município.

 

Assim, a parte que cabe ao Governo do Estado será repassada em três parcelas de R$ 200 mil nos meses de outubro, novembro e dezembro, num total de R$ 600 mil. Vale lembrar que o convênio tem vigência até o dia 30 de dezembro, e os repasses do Estado ocorrerão rigorosamente dentro deste prazo.

 

Mas como há contrapartida de R$ 327 mil do município, a Prefeitura já pode iniciar as obras quando quiser com os recursos próprios, ficando apenas à espera da verba do Estado, que está garantida e começará a ser repassada daqui a três meses, após o período eleitoral e quando a legislação permitir”.

Pablo Gomes

 

Assessor da ADR faz esclarecimentos

Apenas para esclarecer o questionamento do secretário municipal de Planejamento, senhor Jorge Raineski, é importante destacar que os R$ 600 mil que cabem ao Governo do Estado no convênio de R$ 927 mil com a prefeitura para a troca dos postes nas obras do cabeamento subterrâneo só serão repassados a partir de outubro por conta da legislação eleitoral brasileira, e não por outro motivo.

 

Como o convênio foi assinado no dia 30 de junho, já que a prefeitura estava negativada devido a um débito com a Celesc, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira.

 

Sobre a divisão do valor em três parcelas mensais de R$ 200 mil, isso não é nenhuma surpresa, pois está bem claro no convênio firmado pelo então secretário da ADR, Luiz Gustavo Bazzo Assink; e pelo prefeito Elizeu Mattos.

 

Sobre os convites para a reunião do dia 24 com o presidente da Celesc, foram enviados à imprensa e às entidades que estão à frente do processo de revitalização do centro de Lages e que se beneficiam dos investimentos na área industrial, como CDL, Sebrae, Acil e Fiesc. O grupo de entidades, do qual a prefeitura faz parte, comunica-se entre si quando o assunto é o cabeamento subterrâneo. Assim, ao convidarmos essas instituições já na semana passada, acreditamos que todos os envolvidos estariam representados. Tanto que o secretário Juliano Chiodelli, por exemplo, participou do encontro.

 

Também segue nota que produzi no início de julho sobre o assunto e que pode ajudar a esclarecer a questão. Na ocasião, enviei apenas a você, Olivete, que havia abordado o tema. Segue novamente. Abraço, obrigado e à disposição.

 

“Sobre o convênio para a iluminação pública entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Lages, num total de R$ 927 mil, é importante esclarecer que a viagem do governador Raimundo Colombo ao exterior em nada prejudicou o andamento do processo, até mesmo porque não cabia a ele a assinatura do documento.

 

No dia 29 de junho, a Prefeitura de Lages aparecia como negativada por conta de um débito com a Celesc. Assim, o convênio só pôde ser assinado no dia 30 pelo secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, Luiz Gustavo Bazzo Assink.

 

Porém, até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município.

 

Assim, a parte que cabe ao Governo do Estado será repassada em três parcelas de R$ 200 mil nos meses de outubro, novembro e dezembro, num total de R$ 600 mil. Vale lembrar que o convênio tem vigência até o dia 30 de dezembro, e os repasses do Estado ocorrerão rigorosamente dentro deste prazo.

 

Mas como há contrapartida de R$ 327 mil do município, a Prefeitura já pode iniciar as obras quando quiser com os recursos próprios, ficando apenas à espera da verba do Estado, que está garantida e começará a ser repassada daqui a três meses, após o período eleitoral e quando a legislação permitir”.

Pablo Gomes

 

Assessor da ADR faz esclarecimentos

Apenas para esclarecer o questionamento do secretário municipal de Planejamento, senhor Jorge Raineski, é importante destacar que os R$ 600 mil que cabem ao Governo do Estado no convênio de R$ 927 mil com a prefeitura para a troca dos postes nas obras do cabeamento subterrâneo só serão repassados a partir de outubro por conta da legislação eleitoral brasileira, e não por outro motivo.

 

Como o convênio foi assinado no dia 30 de junho, já que a prefeitura estava negativada devido a um débito com a Celesc, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira.

 

Sobre a divisão do valor em três parcelas mensais de R$ 200 mil, isso não é nenhuma surpresa, pois está bem claro no convênio firmado pelo então secretário da ADR, Luiz Gustavo Bazzo Assink; e pelo prefeito Elizeu Mattos.

 

Sobre os convites para a reunião do dia 24 com o presidente da Celesc, foram enviados à imprensa e às entidades que estão à frente do processo de revitalização do centro de Lages e que se beneficiam dos investimentos na área industrial, como CDL, Sebrae, Acil e Fiesc. O grupo de entidades, do qual a prefeitura faz parte, comunica-se entre si quando o assunto é o cabeamento subterrâneo. Assim, ao convidarmos essas instituições já na semana passada, acreditamos que todos os envolvidos estariam representados. Tanto que o secretário Juliano Chiodelli, por exemplo, participou do encontro.

 

Também segue nota que produzi no início de julho sobre o assunto e que pode ajudar a esclarecer a questão. Na ocasião, enviei apenas a você, Olivete, que havia abordado o tema. Segue novamente. Abraço, obrigado e à disposição.

 

“Sobre o convênio para a iluminação pública entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Lages, num total de R$ 927 mil, é importante esclarecer que a viagem do governador Raimundo Colombo ao exterior em nada prejudicou o andamento do processo, até mesmo porque não cabia a ele a assinatura do documento.

 

No dia 29 de junho, a Prefeitura de Lages aparecia como negativada por conta de um débito com a Celesc. Assim, o convênio só pôde ser assinado no dia 30 pelo secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, Luiz Gustavo Bazzo Assink.

 

Porém, até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município.

 

Assim, a parte que cabe ao Governo do Estado será repassada em três parcelas de R$ 200 mil nos meses de outubro, novembro e dezembro, num total de R$ 600 mil. Vale lembrar que o convênio tem vigência até o dia 30 de dezembro, e os repasses do Estado ocorrerão rigorosamente dentro deste prazo.

 

Mas como há contrapartida de R$ 327 mil do município, a Prefeitura já pode iniciar as obras quando quiser com os recursos próprios, ficando apenas à espera da verba do Estado, que está garantida e começará a ser repassada daqui a três meses, após o período eleitoral e quando a legislação permitir”.

Pablo Gomes

 

Aeroporto regional: a liberação vai demorar!

 

Na quarta-feira tivemos duas informações importantes a respeito do aeroporto regional de Correia Pinto. A primeira delas veio do governo estadual, pois o governador Colombo recebeu do Comando da Aeronáutica documento homologando o processo de implantação do aeroporto.

 

Com esse documento ele dará entrada, junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ao pedido de liberação do aeroporto para os voos. A segunda informação é de que está na lista dos aeroportos brasileiros – só dois de SC – que terão prioridade na liberação de verbas para obras de ampliação e conclusão a partir de 2017.

 

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Recursos virão de um fundo específico (FNAC) que até 2020 receberá R$ 300 milhões por ano. “Esse documento informa ao governo que a nossa parte está tudo certo e agora foi para a Anac. É uma grande conquista porque esse processo é longo, demorado e precisa atender uma série de exigências”, disse o governador Raimundo Colombo ao receber a informação da Aeronáutica, na quarta-feira.

 

De fato, é apenas o início do processo.

 

Vimos o quanto a Anac,- que é quem ,de fato, libera os voos – foi exigente para autorizar as operações no aeroporto local. Isso porque as mudanças na legislação em dezembro do ano passado, tornou o processo muito mais complicado.

 

As exigências aumentaram sobremaneira, a ponto de alguns especialistas observarem que o aeroporto regional terá de passar por uma série de obras antes que isso aconteça.

 

 

 

Tanto que o projeto já está lá em Brasília. As alterações exigidas vão desde do recuo da cabeceira de pista, a sua ampliação – tanto na largura como em seu comprimento – como no restante dos equipamentos do aeródromo.

 

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A pista é praticamente igual à do aeroporto de Lages – tem apenas 1.800 metros de cumprimento por 30 metros, quando deveria ter, pelo menos 2.000 metros de comprimento e 45 metros de largura. Portanto, o projeto do aeroporto regional é antiquado para os moldes atuais, tem pista estreita, e sem recuo na cabeceira oeste, exigências que não passarão na avaliação da Anac, me disse um especialista.

 

 

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Já se gastou mais de R$ 40 milhões e não se sabe ainda o quanto mais serão investidos para o vermos em operação.

 

O governador já antecipou o fato: o processo de liberação será longo e certamente não será em seu governo que isso acontecerá.

São Joaquim atrai mais investimentos para a produção do vinho

 

O palestrante do Sede Serra, o presidente do conselho da empresa Marisol, de Jaraguá do Sul, Vicente Domini, lembrou o caso da instalação da Sinotruk em Lages, “com a qual se gastou tanta energia sem resultado algum”, disse ele.

Para você ver que já está até virando gozação para o pessoal de fora.

 

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Destacou que é a própria sociedade organizada que tem de buscar as transformações necessárias no seu município.

 

No modelo com que está empreendendo em São Joaquim com a participação cidadã, junto com mais 127 outras lideranças locais. Não há dúvida que é esse o caminho.

 

Ele agora adotou São Joaquim e deverá investir R$ 15 milhões no projeto previsto para também entrar na produção do vinho.

 

O investimento em vinícolas – que já são 12 em São Joaquim -, virou um prazer pessoal para alguns grandes empresários do estado.

 

Começou com Dilor Freitas, com a Villa Francioni, em 2000 e depois vieram outros como Wandér Weege (Perícó), para citar alguns, pois constatou-se que ali há um excelente terroir.

 

 

Sua vinícola também terá uma vila

 

 

Domini adquiriu 52 hectares (Fazenda Vista Alegre, do publicitário de Florianópolis, Gastão Campos) a 12 quilômetros do centro de São Joaquim e começou a plantar os vinhedos. Até 2019 pretende concluir seu projeto (Vinícola Vivalto), que é a construção da vinícola propriamente dita, uma pousada, com heliporto, anfiteatro, mirante e até capela para realização de eventos, como casamentos, e uma vila com cerca de 12 moradias para vender para amigos e amantes do vinho que tenham helicóptero para se deslocar até ali.

 

 

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É uma vila, num conceito que ele foi buscar no Chile, onde esses moradores podem compartilhar os vinhedos, acompanhar todo o processo de produção e até engarrafar e rotular seu próprio vinho.

 

Por isso que as moradias são limitadas para poucos privilegiados. Ele se diz apaixonado pela Serra e garante que o “serrano, de tanto a vê-la, não consegue mais enxergar todo o seu potencial”.

 

E, como ele viu, parece estar disposto a dedicar-se de cabeça em São Joaquim.

 

A primeira de suas propostas é conseguir o selo de certificação por origem do vinho produzido na região.

 

Quem diria, foi com a maçã que São Joaquim ganhou o país e teve a primeira expansão de sua economia. Agora é com o vinho que experimenta o seu segundo boom de desenvolvimento.

Censor vai ajudar a controlar as enchentes no Rio Caveiras

 

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O CAV instalou um sensor hidrológico no Rio Caveiras, quinta-feira (25), em conjunto com a Defesa Civil, com o objetivo de coletar dados para estudo e a indicação de medidas para enfrentar enchentes.

O aparelho, chamado ecoLog 800, foi posicionado próximo à ponte de Painel, onde inicia a planície de inundações que se estende até Lages.


Segundo o professor do Departamento de Engenharia Ambiental e Sanitária da Udesc Lages, Silvio Rafaeli Neto, que coordena o projeto, o sensor fica em contato com água e a infraestrutura construída protegerá o aparelho para que não seja levado em dias de enchente.

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O sensor avaliará em qual velocidade o nível do rio sobe em dias de enxurrada e, para isso, armazenará os dados a cada 15 minutos. As informações serão avaliadas a cada 15 dias pela empresa júnior do curso de Engenharia Ambiental da Udesc Lages, a Projeta Ambiental Junior, e pela Defesa Civil.

Fornecimento de água no Bairro Fátima está problemático, diz morador

 

A cerca de alguns dias a Casan inaugurou, em Otacílio Costa, a ampliação do reservatório do sistema de abastecimento de água com capacidade para tratar até 15 litros por segundo e o assentamento de mais seis quilômetros de rede de distribuição. No entano ainda continua faltando água no Bairro Fátima.

 

Segundo Marcelo Pinho, a água acabou hoje (26) às 15h30 e só iria retornar depois das 24 horas.

Diz que já faz algum tempo que chega nas sexta-feiras ou no sábado, não tem mais água nas torneiras.