Vânio dá uma força para a candidata Fernanda em Palmeira que está sendo intimidada pelos adversários

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Olha aí o prefeito de Correia Pinto, Vânio Forster com o 22 no peito.

Calma, na estamos falando na campanha em Correia Pinto, onde ele é Marcos Beffort, mas em Palmeira.

Lá ele está apoiando a candidata Fernanda Córdova (PR) e Sandro Masselai (PP) a prefeita e vice.

Olha aí o prefeito de Correia Pinto, Vânio Forster com o 22 no peito.

Calma, na estamos falando na campanha em Correia Pinto, onde ele é Marcos Beffort, mas em Palmeira.

Lá ele está apoiando a candidata Fernanda Córdova (PR) e Sandro Masselai (PP) a prefeita e vice.

soube essa tarde que a candidata Fernanda esta sendo intimidada pelos adversários.

Além de estar sendo seguida, um de seus cabos eleitorais foi agredido e até sua perna foi quebrada. Foi registrado Boletim de Ocorrência.

Segundo Fernanda, chegaram a bater em alguns carros de sua coligação.

Essas são as dificuldades que as mulheres encontram ao participar do mundo machista da política

Os candidatos estão financiando suas próprias campanhas

 

Até agora os próprios candidatos estão financiando a campanha.

Roberto Amaral já doou para a campanha R$ 163.509,20 e é com esse dinheiro que está cobrindo os gastos.

Antônio Ceron também se autofinanciou a campanha em R$ 110 mil.

Já a campanha de Marcius Machado conta com os recursos do próprio Marcius, que entrou com R$ 1.800,00, e da vice, Andréia Strasser que participou com R$ 30 mil e mais R$ 132.500,00 doados pelo marido de Andreia, Alvidio.

 

Último dia para o parecer sobre registro de candidauras

 

Hoje é o último dia para a Justiça Eleitoral dar seu parecer sobre os registros de candidaturas, nas instâncias ordinárias. Restarão apenas pendentes os recursos junto ao TRE e STE.

É também o último dia para os tribunais regionais eleitorais tornarem disponíveis ao Tribunal Superior Eleitoral, para fins de centralização e divulgação de dados, a relação dos candidatos e todas as informações necessárias.

Oito candidatos a vereador ainda aguardam julgamento, que deverá ser feito até hoje

 

Candidatos a vereador que aguardam julgamento:

Anderson Varela – PV

Henrique Beling – PV

Ezequiel de Souza Pimentel – PTC

Giselle Floriani a Silva – PcdoB

Ivani Ramos Vieira – PPS

Fabrício Flores Bratti – PSDB

Karoline da Rocha – PSDB

Fábio Correa de Andrade – PRB

 

Hoje é o último dia para a Justiça Eleitoral se posicionar a respeito.

 

Foi indeferida candidatura de

Marcinha Bem Dez – DEM

 

E renunciaram a candidatura:

Lenoir Pereira – PTC

Orlei Correia – PTN

 

 

“Temos independência para enxugar a máquina”, disse Marcius Machado.

 

Entrevista de Marcius Machado, no DC de hoje:

 

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Leia a íntegra de sua entrevista:

 

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DC – O senhor foi o vereador mais votado da história de Lages, mas foi impedido de continuar o mandato. Isto não atrapalha sua candidatura no momento?

Marcius – Não atrapalha porque a comunidade entendeu que foi um boicote. Quando saí do meu mandato de vereador, ganhei um documento assinado em cartório dentro da resolução do Tribunal Superior Eleitoral. Esta resolução me garante sair do partido sem perder o mandato, a chamada justa causa por perseguição partidária. Só que, na contestação, o presidente solicita meu mandato. Com esse documento consegui permanecer no cargo até pouco tempo. Se eu não tivesse esse documento, no final de 2013 eu já teria saído. Os desembargadores entenderam que a perseguição partidária não se caracterizou porque eu queria concorrer a deputado e tinha de esperar as convenções. Mas, interna corporis, a gente sabia que havia perseguição partidária. O presidente do partido reconheceu isso e foi pressionado a contestar. Ele mesmo comentou para mim. Usou de características positivas… Fui presidente da Comissão de Justiça por três mandados consecutivos, fazia parte também da mesa-diretora. Então ele usou isso na contestação informando que o partido sempre me agraciou – na realidade foi por méritos próprios – e assim solicitou o mandato. Nem entrou na tese do documento. Existe esse documento, assinado em cartório, me liberando do partido. A população percebeu que foi uma jogada política, partidária, para buscar me desqualificar e me tirar do jogo político. Então eu creio que não venha a me prejudicar nesse sentido.

DC – Os outros dois candidatos são notadamente mais velhos. O que sua juventude pode mostrar como diferencial?

Marcius – Tem a diferença de ser determinado e qualificado. Sou formado em Ciências Políticas pela Univali, sou pós-graduado em Ciências Políticas na Ulbra, e sou advogado formado em Direito na Uniplac. Tive uma sucessão de grandes vitórias na minha carreira política. Na minha primeira eleição, em 2004, fiz 1.033 votos. Na segunda, em 2008, fiz 2.057 votos. Em 2013, foram 3.808 votos, sendo o mais votado da história. Em 2014 saí para deputado estadual, sou segundo suplente, fazendo 17.248 votos. Tenho a independência de contratar o secretário que for competente porque nós estamos com apenas dois partidos na coligação. Foi por escolha própria. O primeiro partido a entrar em contato comigo pediu secretarias e cargos. Com o PDT, que coligamos, a proposta foi auditoria das contas públicas do começo ao fim da gestão. Quando se faz um grupo de coligação muito grande, todos os cargos estão loteados e há necessidade de aumentar o número de cargos para poder beneficiar essas pessoas. 

DC – O governador Raimundo Colombo apóia um dos seus adversários. Isto pode atrapalhar no diálogo caso o senhor seja eleito?

Marcius – O governador tem compromisso com a cidade. Qualquer gestor que assumir a prefeitura em 2017, ele vai contribuir com os recursos necessários para que possamos desenvolver nossa cidade. Ele tem compromisso ético e moral com a cidade. Ele deve cumprir isso porque o povo não vai aceitar que não venha colaborar com o próximo gestor. Porque o gestor foi escolhido pelo povo e ele foi escolhido pelo povo também. Creio que teremos um canal muito bom com o governador. 

DC – Não sendo eleito, o senhor concorreria novamente à Prefeitura?

Marcius – Temos que esperar o momento. Caso não eleito, vou aguardar para ver qual será a definição e o que vai acontecer. Vou continuar minha carreira como advogado. Ministro cursos de oratória e desenvolvimento pessoal, então vou ampliar minha atuação nesse setor e me aprofundar nas especializações que eu faço.

DC – O senhor sempre descartou ser candidato a vice, alegava posição decorativa. Que papel terá sua vice caso eleito?

Marcius – A minha vice, Andréia Strasser, está do meu lado dia a dia, no corpo a corpo. No nosso horário eleitoral ela aparece como autora nesse processo. Ela tem um papel de protagonista comigo. Tenho confiança de que ela é a melhor vice e que, quando eu precisar me ausentar do município, ela vai ter responsabilidade e assumir porque tem tecnicidade. E ela vai assumir uma secretaria, não vai ser uma vice de gabinete. Vamos economizar com cargo de secretário R$ 100 mil ao ano.

DC – Se não tiver sucesso nesta eleição, aceitaria compor o governo eleito?

Marcius – Não. Vou focar na minha profissão, a advocacia. Quero contribuir com a cidade como prefeito. Caso não dê certo, quero me especializar mais na minha profissão para trazer resultado na advocacia e nos meus cursos.

DC – O senhor é entusiasta da programação neurolinguística. Há espaço para esta ciência na prefeitura?

Marcius – Eu, pessoalmente, vou ministrar cursos de programação neurolinguística, de coach, mecânica quântica, para que a gente possa melhorar o nosso servidor público. Para que ele possa dar o salto quântico necessário, que é um salto qualitativo, de atendimento. Sou entusiasta, apaixonado por programação neurolinguística, e quero contribuir sendo o próprio gestor disso.

DC – Há uma gordura de cargos a serem cortados na prefeitura?

Marcius – Sim. Cargos não estão loteados, temos independência para enxugar a máquina. O secretário da Saúde será indicado pelos próprios profissionais da Saúde. O de Desenvolvimento Econômico será indicado pelo Fórum das Entidades. Precisamos trabalhar como se fosse na iniciativa privada. 

DC – O senhor também fala em investir em técnicas alternativas de medicina. Como isso poderia ser aplicado na saúde municipal?

Marcius – A cultura oriental já aplica muitas alternativas em relação à medicina. Precisamos ter um envelhecimento com saúde. Então precisamos trabalhar com superalimentos, ensinar a comunidade a fazer um alimento saudável para que tenha longevidade. Se o cidadão coloca babosa na água, elimina grande chance de ter câncer. Depressão, como atuar nisso? O maior índice está no interior do Estado porque não praticam esporte, não tem vida saudável. Precisamos incentivar isso através de orientações. As técnicas normais vão continuar e vamos otimizar, mas precisamos que se tenha consciência do que ele é o que ele come.

DC – O senhor propõe concurso para a Guarda Municipal. Isto não vem a suprir uma deficiência que o Estado deveria cumprir?

Marcius – Não podemos ficar omissos nesta questão. O Estado não consegue suprir toda essa demanda. O sistema carcerário é falido, os presos saem sem expectativa. Temos várias frentes. Uma é a Guarda Municipal. Queremos também colocar câmeras de segurança em todas as entradas da cidade. Vamos iniciar também um programa de instalação de câmeras nas áreas rurais. Porque aumentou o furto de animais e roubos. Temos proposta também do Conselho Comunitário de Segurança para o homem do campo. 

DC – Tem chamado atenção sua presença em semáforos, nas ruas, entregando panfletos. É reflexo da falta de recurso ou estratégia?

Marcius – Como eu venho do movimento estudantil, minha militância sempre foi em sala de aula, nas ruas, nas praças. Também não tenho toda a estrutura que nossos concorrentes têm. Quando concorri pela primeira vez a vereador existia a crença popular de que, para ser eleito, precisava de R$ 100 mil. Conseguimos fazer com R$ 10 mil. Material de qualidade e estratégias eficazes. Não dou churrasco, não pago gasolina. 

http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2016/09/precisamos-trabalhar-como-se-fosse-na-iniciativa-privada-diz-marcius-machado-candidato-em-lages-7413906.html

“Quero o governador com a gente, até com os defeitos que ele tem”, disse Ceron

Matéria publicada hoje no DC, fala sobre as candidaturas a prefeito em Lages, sob o título: “Composição e apoio criam discórdia em Lages”.

“Coligação de Roberto Amaral, que compõe com o partido de Elizeu Mattos, não quer ser considerada de continuísta, mas oposição insinua herança ao desgaste do prefeito. Antônio Ceron se diz o candidato com apoio do governador, que é amigo de Amaral. W Marcius Machado diz que conta com Colombo para governar”, diz o repórter Roelron Maciel.

Leia o que disse o candidato Antônio Ceron:

 

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Leia a entrevista na íntegra:

 

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DC – A imagem de Raimundo Colombo tem peso em sua campanha. Não teme herdar eventual antipatia ao governo dele?

Ceron – Quando você escolhe um parceiro, escolhe por inteiro. Quero o governador com a gente, até com os defeitos que ele tem. Pelo que representa para Lages, mas principalmente por o que ele representará se eu ganhar as eleições. Parcerias muito sólidas, já delineadas no caso de eu ganhar a prefeitura. Ele é aliado de corpo inteiro.

DC – Sua visão é positiva quanto à atuação dele em relação a Lages?

Ceron – Com certeza absoluta. Não fez mais em alguns casos especialmente por falta de uma parceira, que acabou ficando mais no campo político, no caso da administração atual, do que no campo prático. Poucos projetos. Quando mandava um projeto, não tinha negativa disso, daquilo. Ele ajudou bastante, mas poderia ter ajudado mais. Esse "poderia", vamos deixar para fazer nos primeiros dois anos do meu governo, se eleito, em que ele ainda será governador.

DC – Dizem que seu vice tem presença tímida na campanha. O que o senhor diria quanto à presença dele?

Ceron – Ele está totalmente integrado. Quem diz isso são os adversários, se não acharem defeito vão criar. Faz parte do jogo político. Ele faz parte de uma coligação partidária. Ele foi o vice escolhido dentro do PP, estou feliz com a presença dele. Está ajudando na campanha e vai ajudar na administração.

DC – O senhor diz que pretende enxugar a máquina…

Ceron – Vou enxugar. Não é concebível ter em Lages mais de R$ 2 milhões por mês de gastos com comissionados. Com prefeito e vice juntos são 429 comissionados. A Itália, quando troca governo, muda 60 a 70 pessoas. Lages deve ser muito rica, né, para ter todos esses comissionados. Não vamos cortar, não vamos é admitir. Imagino que em 31 de dezembro os atuais comissionados serão exonerados. Vamos admitir exatamente o necessário para montar uma boa equipe técnica de governo com a participação de aliados políticos que tenham competência para ocupar o cargo.

DC – Essas pessoas, comissionadas, o senhor entende que não fazem papel importante na prefeitura?

Ceron – Na verdade, estão fazendo de positivo mesmo nada a não ser os efetivos, aqueles contratados em processo seletivo, e também muitos contratados que fazem a sua parte. Evidentemente, os comissionados são um "cabidaço" de emprego que não pode prosperar quando se vê prefeituras, Estado e União com dificuldades. 

DC – Seu plano propõe reaproveitar a verba de comissionados na pavimentação. Como fazer essa engenharia?

Ceron – Temos 25,2 mil metros de ruas onde passam o transporte coletivo que estão sem pavimentação. Com a economia dos comissionados, 52 folhas, podemos economizar em torno de R$ 50 milhões. Queremos zerar esses 25 mil metros e, a partir daí, aproveitar o recurso de outra maneira. A partir de janeiro esse dinheiro ficará separado para atender esse compromisso.

DC – Nas eleições passadas, o senhor não foi vitorioso por pouco (teve 49,29% dos votos). O que mudou daquele quadro para agora?

Ceron – Foi uma eleição muito disputada, não se contesta o resultado. O que se contesta hoje é a eficiência da atual gestão. Deixou a desejar no campo de comportamento pessoal e de gestão. É a pior administração de 250 anos em Lages.

DC – O senhor se compromete a comparecer semanalmente às unidades de saúde. Isto não comprometeria seu tempo?

Ceron – Sou acostumado a levantar cedo e, antes de ir para a prefeitura, passar no posto de saúde. Mas não vou fazer só na saúde, vou fazer na educação também. É para sentir o que a comunidade precisa. Dia 2 de janeiro, se eleito, estarei em um dos postinhos antes de ir à prefeitura. Para levar entusiasmo e estímulo aos servidores trabalharem bem.

DC – Isto mesmo em períodos de maior cobrança da população?

Ceron – Não tem problema nenhum. Só tem medo quem não fizer a coisa correta. Você não vai ser nem onipresente nem onipotente, você vai fazer dentro das limitações. Mas, no esforço, não há limitações.

DC – Um dos candidatos propõe lançar concurso público para a Guarda Municipal. A ideia o agrada?

Ceron – É evidente que alguns detalhes vamos conhecer no dia 2 de janeiro. Qualquer mudança mais profunda, vamos ter que aguardar os números. Imagino que precisamos dos 180 dias, com exceção das coisas essenciais, será uma torneira fechada total. A gente imagina que a situação financeira é complicada. 

DC – Tem restrições ao atual modelo de transporte coletivo?

Ceron – Lages tem um sistema de transporte coletivo que funciona razoavelmente bem. Há poucos dias houve renovação da concessão. Temos um ponto que precisa de ajuste com a concessionária. Em alguns locais os ônibus passam em poucos horários. Um pensamento meu é que quem deve formar a linha e horário é a prefeitura com a anuência da empresa. Na planilha de custos entram todos os detalhes. Mas no momento em que eu calçar todos os 25 quilômetros que faltam, a empresa também terá um ganho na manutenção dos veículos. A prefeitura tem como dar contrapartida e cobrar mais horários em algumas localidades.

http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2016/09/o-que-se-contesta-hoje-e-a-eficiencia-da-atual-gestao-diz-antonio-ceron-candidato-em-lages-7413863.html

Candidatura de Firmino foi impugnada. Agora a coligação recorre ou troca de candidato

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O candidato a prefeito de Campo Belo do Sul, pela Coligação Experiência, Trabalho e Renovação, Firmino Aderbal Chaves Branco (PP), teve sua candidatura impugnada por decisão do proferida hoje( 11) pelo juiz eleitoral de Anita Garibaldi.

O PP e os demais partidos da coligação – PDT, PSDB, PSB e PT têm agora duas alternativas: recorrer à instância superior para derrubar a impugnação ou trocar de candidato.

Leia o que diz o despacho do juiz:

Da conclusão

Destarte, conclui-se que Firmino Aderbal Chaves Branco encontra-se inelegível, nos termos do artigo 14, § 9º, da Constituição Federal, c/c artigo 1º, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar n. 64/90. Por outro lado, ao que tudo indica, não haveria óbice para o registro da candidatura de Sandro Messias da Silva como candidato ao cargo de VicePrefeito do Município de Campo Belo do Sul, entretanto, o registro da chapa majoritária somente será deferido se ambos os candidatos – Prefeito e VicePrefeito – forem considerados aptos, o que não é o caso, porquanto Firmino Aderbal Chaves Branco é inelegível.

Diante do exposto, julgo procedente a impugnação ao pedido de registro da candidatura formulada pelo Ministério Público Eleitoral e, por consequência, indefiro o registro de candidatura de Firmino Aderbal Chaves Branco para o cargo de Prefeito do Município de Campo Belo do Sul, declarando-o inelegível, o que faço com fundamento no artigo 14, § 9º da Constituição Federal, c/c artigo 1º, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar n. 64/90. Cientifique-se a Coligação “Experiência, Trabalho e Renovação” (PP, PDT, PT, PSB e PSDB) da presente decisão e para, querendo, se não houver recurso, indicar substituto, na forma dos artigos 67 e 68 da Resolução n. 23.455/2015. Transitado em julgado, proceda-se a anotação de inelegibilidade no cadastro eleitoral e, após, arquive-se.

Publique-se. Registre-se. Intimem-se.

Anita Garibaldi, 11 de setembro de 2016.

Edison Alvanir Anjos de Oliveira Júnior

Juiz Eleitoral