




Enquanto as sessões da Câmara não foram retomadas, os vereadores estão no processo de conexão com a comunidade. O vereador Lucas Neves, através de seu Gabinete Móvel, esteve esta semana em vários bairros, como o São Miguel, Ponte Grande e São Francisco.
Diz ele que está tentando resgatar o papel do vereador que é o de ser o porta-voz da comunidade.

No Bairro Coral, Lucas ouviu os comerciantes da Avenida Camões.
Eles estão pedindo o reforço no policiamento diante dos vários arrombamentos registrados na região. Outro pedido diz respeito a implantação da Área Azul.


O vereador Amarildo está em atividade, mostrando que estará empenhado em atender a comunidade. `Por enquianto está ouvindo a comunidade para levar as sugestões ao executivo para a Câmara.
O problema é que se o executivo não atender, daqui a pouco começa a cobrança da comunidade.
Na realidade, em cada bairro há uma infinidade de demandas. Se os vereadores forem em busca delas, sempre encontrarão uma ponte quebrada, um bueiro entupido, um terreno com mato, uma rua enlameada, um calçamento danificado… afinal, são 76 bairros!
O superintendente da Fundação Cultural, Gilberto Ronconi, disse hoje, no Programa Bote a boca no Trombone, que no retorno do prefeito Antônio Ceron de Florianópolis – significa que ainda nesta semana – terá uma reunião com os representantes das escolas de samba para definir a realização ou não do carnaval de rua neste ano.
Segundo Gilberto, a legislação impede que sejam repassados recursos para as escolas este ano porque faltou tempo hábil para isso. Portanto, se as escolas tiveram condições de preparar-se…., mas o próprio Gilberto admite que das seis escolas, apenas uma tem estrutura para isso.
Gilberto garante que a partir de 2018, Lages terá carnaval de rua.

Fonte: Correio \lageano
Técnicos da empresa Praiatur, que ganhou a concessão do Lages Business Park, estiveram ontem no terreno para levantar alguns dados para elaboração do projeto executivo.
A partir da data da transferência do terreno, feita no mês passado, a empresa do Grupo Koch tem seis meses para apresentar o projeto. Pelo que sei a mesma empresa que fez o projeto inicial do parque ( Schneider Martins, de Florianópolis) é que deverá elaborar o projeto executivo.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages foi notificada da ação movida pelo Ministério Público para apurar problemas de infraestrutura no Centro Educacional Vidal Ramos Júnior.
Na tarde desta segunda-feira, dia 16, o secretário João Alberto Duarte entrou em contato com a secretária adjunta de Estado da Educação, Elza Moretto, para tratar das providências a serem tomadas.
A primeira medida foi determinar à Gerência de Infraestrutura da ADR um levantamento imediato de todos os quesitos apontados pelo Ministério Público com base em um relatório da Vigilância Sanitária.
De antemão, é possível afirmar que alguns itens já haviam sido solucionados antes mesmo da notificação. Outra constatação da ADR é que alguns problemas foram causados por mau uso e vandalismo, e não por falta de manutenção, como vidros, espelhos e assentos de vasos sanitários quebrados.
Importante destacar também que, conforme parecer da própria Vigilância Sanitária, assinado pela agente Karen Christine Azeredo e pela fiscal Regina Martins após inspeção feita em 19 de outubro do ano passado, apenas o ginásio de esportes oferecia riscos, e não o restante da escola.
“Constatamos que o restante da edificação, apesar de sofrer danos recorrentes da depredação exercida pelos próprios estudantes, no momento da vistoria não apresentava risco sanitário ao uso dos mesmos", diz o parecer.
Sobre o ginásio de esportes, a ADR esclarece que o mesmo foi interditado no fim do ano passado pela Vigilância Sanitária do município, que sugeriu alguns reparos emergenciais para fins de liberação.
Entretanto, para garantir a segurança da comunidade escolar, a própria ADR decidiu manter o ginásio fechado até conseguir os recursos necessários para uma reforma completa.
Nesta terça-feira, dia 17, o secretário João Alberto Duarte estará em Florianópolis para uma reunião com o governador Raimundo Colombo, a quem apresentará a planilha de custos para a revitalização e remodelação total do ginásio.
O Ministério Público de SC suspeita que existem muitos funcionários públicos que se colocam como candidatos apenas para usufruírem da licença remunerada. Já vimos esse caso aqui mesmo em outras eleições. O levantamento foi feito a partir do resultado eleitoral, entre aqueles que receberam menos de 10 votos.
O Ministério Público identificou 115 servidores públicos candidatos a vereador que não receberam mais do que 10 votos. Eles estão espalhados em 80 municípios catarinenses. Agora a promotoria de cada um deles irá apurar os casos.
Para um candidato a vereador que não consegue fazer nem meia dúzia de votos é porque realmente não trabalhou em sua campanha.
Tais pessoas aproveitam que a maioria dos partidos nanicos não dispõe de militância nem para preencher o quadro de candidaturas e se oferecem para este fim já prevendo ficar, no mínimo quatro meses (ou até seis meses) na folga, com os salários garantidos.
Além deste caso sabemos que grande parte dos candidatos que não obtêm nem 10 votos são mulheres que concorrem por conta da cota dos 30% de mulheres na composição da chapa. Mas, este caso deve ser analisado dentro da reforma política, visto que não se consegue a participação feminina na política por exigência de lei.
O Ministério Público está preocupado com este caso dos servidores pois estão cometendo uma falta grave: podem responder pelo crime de improbidade administrativa.
Estão, de fato, fraudando o poder público, uma vez que seu objetivo é receber sem trabalhar. Estas “férias” estão sendo bancadas com recursos públicos. Uma vez confirmado, perde o cargo e ainda terá de devolver o valor dos vencimentos do período. Como vemos, a moralização no processo eleitoral ainda tem um longo caminho a percorrer.
O menor D.L.C, de 16 anos, de Otacílio Costa foi abordado pela polícia quando voltava para casa, de moto, após ir tomar banho de rio, ontem (15). Foi muito espancado.

A mãe está desesperada com o que aconteceu. Diz ela que o filho "fez errado porque pegou a minha moto para ir tomar banho e quando estava voltando para casa para ir trabalhar, foi perseguido pelos policiais e olha o que fizeram com ele":

Além das costas lenhadas, foi ferido próximo ao joelho e ficou cheio de hematomas.

O comando da polícia precisa, ao menos, esclarecer a razão desta pancadaria. Mesmo que o menor tenha cometido algum delito, não pode ser espancado desta forma.