Muitos fiéis acompanharam missão solene com novo bispo

Dom Guilherme Antônio Werlang assumiu oficialmente  a diocese de Lages neste domingo (17), em uma missa solene, na catedral. Centenas de pessoas acompanharam a solenidade.

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Catarinense da pacata São Carlos, com 11 mil habitantes, no Oeste, Dom Guilherme, 67 anos, será o quinto bispo de Lages, depois de Dom Daniel Hostin, Dom Honorato Piazera, Dom Oneres Marchiori e Dom Irineu Andreazza.

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A Diocese de Lages é responsável por 23 municípios, num raio de 289 mil quilômetros quadrados e 340 mil habitantes, conta com 40 padres, 11 diáconos permanentes e dois em estágio para ordenação, e está organizada em 25 comunidades paroquiais.

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O prefeito Antônio Ceron e esposa, a deputada Carmen Zanotto estiveram na solenidade, assim como os mais de 40 padres da diocese.

Também contou com padres vindos de Goiás e familiares de Dom Guilherme. Os irmãos Selita Werle e Armin Werlang viajaram de São Carlos especialmente para a posse, assim como fez o primo do novo bispo, Paulo Roque Frantz Werlang.

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Fotos: Ary Barbosa

 

 

João Rodrigues diz que mantém sua candidatura a reeleição. Se não puder concorrer vai a sua mulher no lugar

 Na sexta-feira (16), aproveitando a visita de sua esposa no presídio da Papuda, em Brasília, onde aguarda a decisão da Justiça para retornar a trabalhar na Câmara dos Deputados, João Rodrigues mandou um recado aos seus amigos e correligionários reafirmando sua intenção de continuar na política, atendendo a reivindicações de prefeitos, vices, vereadores e lideranças que o apoiaram em eleições anteriores. 
 
“Descarto qualquer possibilidade de renúncia! Vamos lutar, com muita fé, para reverter à decisão e minha absolvição.
Serei candidato sim à reeleição de deputado federal no próximo pleito eleitoral. Existem grandes possibilidades de que os Embargos de Declaração sejam aceitos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Nossos amigos não serão abandonados de maneira alguma. Ainda que continuem com essa injustiça e eu não possa ser candidato, não irei desamparar os 221.409 votos e, aí, a Fabi (Fabiana Rodrigues) vai no meu lugar e continuaremos o projeto.
Se for esse o desejo de cada uma de vocês, com toda certeza, estaremos juntos.
Que Deus nos abençoe!”
 
João Rodrigues
Deputado federal do PSD

Prefeitos querem retirar os programas federais da folha de pagamento

O prefeito de Correia Pinto, Celso Rogério Alves Ribeiro, fechou consenso com os prefeitos da Amures, nesta sexta-feira (16), para desencadear um movimento estadual de retirada de programas federais do índice da folha de pagamento das prefeituras.

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Só este ano, Correia Pinto está perdendo em média R$ 200 mil por mês na arrecadação devido a da redução do índice do FPM de 1% para 0.8% e a manutenção de programas federais que estão na folha de pagamento da prefeitura.

“Nosso caso em Correia Pinto é desolador. Tivemos a redução de repasses do FPM e em o índice da folha de pagamento saltou neste início de ano de 52,73% para 58,95%. Por questão legal nos obrigamos a aumentar o salário dos servidores em 2,95% e o piso do magistério em 6,81%. A situação está ficando insustentável”, relatou Celso Rogério na assembleia da Amures.

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Diante desta realidade que não é diferente a todos os municípios, os prefeitos decidiram buscar através Amures o apoio das demais associações de municípios do Estado para juntos com a Federação Catarinense de Municípios – Fecam e Confederação Nacional de Municípios – Fecam, pressionar o governo federal.

Pelo que informou o prefeito, na Bahia os programas federais como Estratégia de Saúde da Família – ESF, Centro de Referência Especializado de Assistência Social – Creas, Centro de Referência de Assistência Social – Cras e dentre outros Bolsa Família, foram excluídos da folha de pagamento das prefeituras e a economia na folha foi considerável. Celso Rogério ainda citou que a meta é retirar da folha de pagamento o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb e as pessoas das fundações como hospitalar, esportes e cultura.

Os prefeitos calculam que só com a retirada do ESF da folha de pagamento das prefeituras, a redução do índice da folha chega a 6%. O presidente da Amures prefeito de Urubici Antônio Zili assumiu o compromisso de levar o problema às demais associações de municípios e a Fecam.

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“O problema é que temos a folha de pagamento com crescimento vegetativo e não há aumento de arrecadação. E tem município que ainda tem de pagar a repercussão do piso do magistério na carreira”, citou Antônio Zili. Os prefeitos foram unanimes na mobilização estadual como forma de equilibrar as finanças.

Fotos: Oneres Lopes

Decreto extinguindo as ADRS foi assinado na sexta-feira

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O governador Eduardo Pinho Moreira editou decreto, publicado nesta quinta-feira, 15, que encerra o primeiro ciclo do processo de desativação das 15 ADRs e das quatro secretarias executivas vinculadas à Casa Civil.

Foram extintos 182 cargos, sendo 105 cargos comissionados e 30 funções gratificadas (concedidas a servidores efetivos) nas 15 ADRs extintas, além de 47 cargos comissionados nas secretarias executivas extintas. A estimativa é de que o Governo do Estado economize, somente em relação à folha de pagamento, cerca de R$ 15 milhões até o fim do ano com as desativações. No entanto, esse número será ainda maior após o encerramento dos contratos existentes, como aluguel de imóveis, veículos, combustível, terceirizados, entre outros.

Os gerentes de Administração, Finanças e Contabilidade e os gerentes de Infraestrutura das 15 ADRs desativadas foram mantidos. Os primeiros ficarão no cargo até 30 de abril para operacionalizar o fechamento das estruturas (alugueis, contratos, etc). Enquanto os segundos permanecerão enquanto houver necessidade, para fiscalizar as obras estaduais em andamento, como, por exemplo, do Pacto por SC e das.

Somadas aos 182 cargos extintos nessa quinta-feira, essas demais 16 funções (15 gerentes das ADRs e um servidor da Internacional), a serem extintas no fim de abril, farão com que o Governo chegue a 198 cargos eliminados dentro da estrutura administrativa.

A íntegra do decreto 1.537/2018 está disponível na página na internet do Diário Oficial do Estado: www.doe.sea.sc.gov.br.

As candidaturas a deputado estadual pelo MDB

 

A executiva do MDB chamou o deputado estadual Fernando Coruja para uma conversa na segunda-feira. Isso porque ainda não dispunha de uma posição do deputado com relação ao pleito deste ano. Portanto, o objetivo era saber se ele sairá ou não a reeleição.

Pelo visto as lideranças do partido deixaram a reunião como entraram porque Coruja não foi taxativo em seu posicionamento. Disse apenas que o partido pode ficar bem à vontade no que tange a escolha de seu candidato. Observou que desde quando eleito já dizia que “não teria interesse na reeleição”.

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Mas, para que o MDB vá em busca de um novo candidato é preciso que Coruja formalize sua desistência, já que como deputado tem a prioridade na indicação. O MDB local só tem uma certeza: terá candidato a deputado estadual, seja ele Fernando Coruja, ou outro dos postulantes a vaga: Juarez Mattos, Mushue Hampel, Thiago Oliveira e David Moro.

Coruja é um político que não se expõe e também não antecipa ações. Só se pode fazer a leitura de suas intenções a partir das ações. Por isso, ao chamar o presidente local do PPS, o ex-prefeito Toni Duarte, de seu ex-partido, causou certa estranheza e ninguém entendeu o que estaria sinalizando. Houve quem interpretasse que estaria ensaiando seu retorno à sigla. Outros leram neste ato a intenção de amarrar uma aliança entre as siglas.

Pessoas mais próximas a Coruja também indicam que o desejo dele é concorrer ao Senado. Seu partido reserva estas duas vagas de candidaturas ao Senado para a negociação das alianças, portanto seria difícil (mas não impossível) conseguir uma delas já que o MDB reserva para a sigla a cabeça de chapa ao governo. Coruja poderia conseguir, talvez uma suplência. 

Por isso há quem não descarte a possibilidade de que aproveite a abertura da janela partidária para mudar de sigla. Particularmente não acredito nisso, porque todo o político sofre desgaste ao ficar pulando de partido e Coruja tem uma bela carreira política a preservar e não iria permitir nenhuma mancha em sua biografia, por menor que ela seja.

Prefeito entende que a reforma administrativa não é necessária agora

 

Solicitei informação a assessoria do prefeito com relação ao projeto de reforma administrativa anunciado no ano passado pelo próprio prefeito Antônio Ceron, com o objetivo de corrigir algumas sobreposições de funções das secretarias.

A informação que obtive do prefeito foi de que “não sentiu necessidade de grandes mudanças neste momento e, por isso, não há uma previsão de uma nova reforma a ser encaminhada à Câmara”. 

Se eram estas mudanças que Jacinto Bet esperava, bem fez ele em desistir de espera-las.

Candidatos começam a subir a serra para garimpar votos

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A deputada federal pelo PSDB, Giovania de Sá esteve, ontem (15) em Urupema. Tratou das demandas do município com o prefeito Evandro e sua vice  Cris. A deputada se comprometeu em destinar emenda de R$ 100 mil para a saúde da cidade.

Cada deputado tem R$ 15 milhões em emendas (acho que agora é até mais do que isso) para destinar aos municípios. Eles pegam parte desta verba e destinam aos municípios para garantir presença.

Para o município, R$ 100 mil é um bom dinheiro, mas para a deputada e o volume das emendas não passa de trocados.

Destes dinheiro prometido quantos votos deverão render?