PSL quer instalar comissões provisórias nos 295 municípios

Em clima de unidade, cerca de 200 pessoas lotaram o auditório do Hotel Aliança, em Rio do Sul, na tarde deste sábado (30), para o início da caminhada do PSL/SC em 2019, focando no fortalecimento da sigla na região do Alto Vale do Itajaí.

 

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O encontro, que contou com a presença do Presidente Estadual, Lucas Esmeraldino, do deputado federal, Fábio Schiochet, e do deputado estadual, Ricardo Alba, foi organizado para ouvir as lideranças políticas da região e alinhar diretrizes de funcionamento das executivas municipais, em preparação para as próximas etapas político-partidárias da sigla. Na ocasião, também foi celebrada a nomeação do suplente de deputado, Carlos Roberto Felipe, como coordenador do partido na região da Amavi (Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí.

 

Em seu discurso, o Presidente Lucas destacou que é perceptível a determinação e o foco dos líderes da região em busca de uma política diferente também nos municípios, assim como aproveitou o momento para agradecer a cada pessoa que, muita energia, contribuiu com o pleito em 2018. 

 

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“A boa política, a política diferente, se faz pela união, pela boa vontade, pela disposição de servir à população, de inovar. E foi assim, com a contribuição de cada catarinense, que conseguimos dar o start para a mudança em nosso País e em nosso Estado. Este foi só o começo. Queremos levar esta história muito além. À frente do PSL de Santa Catarina, junto com os membros da Executiva Estadual, vamos continuar na luta por uma Santa Catarina diferente, incluindo cada município neste cronograma de mudança e crescimento”, destaca o Presidente Lucas Esmeraldino.

 

A meta da Executiva Estadual do PSL é homologar uma comissão provisória em cada município de Santa Catarina, tendo como projeto, lançar 295 candidatos no próximo pleito.

Acompanhantes não recebem mais refeições no Tereza Ramos

O deputado Marcius Machado informou que irá verificar a veracidade da informação que recebeu por meio das mídias digitais de que os acompanhantes dos pacientes internados no Hospital Tereza Ramos não estariam recebendo alimentação e não poderiam levar alimentos de casa. Ela irá verificar, junto a direção do HGMTR esta informação.

A proibição de se levar alimentos de casa ao hospital, parece correta e outras unidades já adotam este procedimento, mas corte das refeições aos acompanhantes é preocupante.

Vereadores de Lages estiveram no hospital na semana passada. Vamos aguardar a sessão desta segunda-feira para ver o que constataram.

Abaixo assinado para baixar o percentual de cobrança do esgoto

A equipe de gabinete do deputado Marcius Machado está colhendo assinaturas em Otacílio Costa, para levar este abaixo-assinado ao governador e à direção da Casan para reduzir o índice de cobrança da taxa de esgoto, que foi estipulado em 100% do valor da tarifa de água.

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O que determina a legislação é de que esta cobrança pode ser “de até” 100%. Mas, em muitos casos, é fixada em 80%, como no caso de Lages. O abaixo assinado já tem a adesão de quatro mil pessoas e deverá alcançar muito mais.

Programa de Proteção Permanente das nascentes do Caveiras

 

O presidente da Câmara, Vone Scheuermann (MDB) entrou com moção solicitando que a Semasa implante um Programa de Proteção Permanente das nascentes do Rio Caveiras, rio este extremamente importante para o abastecimento da cidade. A sua nascente inicia entre Rio Rufino e Urupema.

 

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A preocupação do vereador é para com o lançamento de esgotos ao longo do rio, o que contribui para a diminuição de oxigênio nas águas, que é um dos seus principais componentes, prejudica a vida aquática e a auto limpeza das águas, além de se tornar imprópria para o consumo humano.

 

“Moradores ribeirinhos têm percebido diariamente a diminuição das margens deste rio. Portanto, mesmo com toda a viabilidade da nascente do Rio Caveiras para o abastecimento e o consumo humano, não se têm nenhum programa de proteção permanente”, justifica Vone.

João Cardoso profetiza….

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Não sei se o PP fará um vereador que seja na próxima eleição. Com este PH não vão querer nem para vice. Qual é a votação que tem o vice Juliano Polese, o Paulo Marques e a Marli Nacif? Até queria que concorressem! ”

Suplente de vereador do PP, João Cardoso, ao ser indagado a respeito das disputas internas dentro do partido em que estaria alijando o vereador Lucas Neves.

Transferência da capital: um assunto polêmico

Teve gente que achou absurdo o deputado Marcius Machado (PR) trazer à discussão da Assembleia a proposta de mudança da capital do estado para Lages. Mas, como ele explica, nada mais fez do que retomar a constituição estadual que nas disposições transitórias previa que em 1994 seria realizado um plebiscito para consulta à população sobre a mudança da capital. Quando da elaboração da constituição estadual, em 1989 já se tinha o entendimento de que isso era necessário a deslitoralização do estado.

Para tanto era preciso que se aprovasse uma Lei complementar para a sua realização, o que não ocorreu. “Contudo este plebiscito pode acontecer a qualquer tempo”, lembra Marcius. Como ele mesmo faz questão de ressaltar, isso não seria coisa para acontecer de um momento para outro, mas a ser construído ao longo do tempo.

Por exemplo: qualquer estrutura que seja necessária construir hoje, que ao invés de ser em Florianópolis que a faça em Lages. Assim, aos poucos vai levando a estrutura para o interior. A grande verdade, como cita o deputado, a qualidade de vida, na capital caiu muito, especialmente por falta de mobilidade urbana. Só para se deslocar de um lado para outro da cidade leva horas, há dificuldade para estacionar, sem contar que é uma das capitais com o custo de vida mais alto. Se hoje a capital já não comporta a população que tem, como será daqui a 20 anos?

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Marcius lembra o quanto já se gastou para a revitalização da ponte Hercílio Luz e o quanto ainda vai gastar para concluir, sem que vá fazer qualquer diferença em termos de trânsito. As duas pontes que permitem a entrada e saída da ilha consumirão milhões para a recuperação, mas já não comportam o tráfego intenso.

 

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Pontes Colombo Salles e pedro Ivo Campos já apresentam problemas

Qual será a solução? Restringir a entrada e saída das pessoas? Algo terá de ser feito e as soluções não serão baratas.

O deputado lembra que Florianópolis foi construída para a defesa dos país contra os espanhóis e não para ser a capital. A sua situação geográfica não favorece. Portanto, longe de ser um tema proibido ou absurdo, na concepção de alguns, é um debate necessário e Marcius teve coragem de colocá-lo na mesa.

 

Com a reforma, índice de desconto do LagesPrevi sobe para 14%

Apesar do prefeito Antônio Ceron já ter chamado vereadores e servidores para conversar a respeito do déficit do LagesPrevi e a discutirem uma solução para o problema, eles até agora viraram as costas ao problema. Mas vão ter de encarrar e aprovar a alteração.

Agora leio no NSC/DC que se aprovada a reforma da Previdência que está no congresso as prefeituras com déficit em regime próprio terão de aumentar alíquota mínima de contribuição para 14% (hoje é de 11%). E os altos salários pago para alguns privilegiados servidores terão percentual de desconto mais alto. Para quem ganha acima de R$ 10 mil terão de descontar 16,5%. E acima de R$ 20 mil o desconto será de 19%.

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A matéria cita que hoje SC tem 69 municípios com previdência própria, sendo que apenas seis – Arroio Trinta, Canoinhas, Leoberto Leal, Novo Horizonte, Pomerode, e São Cristóvão do Sul- são superavitários. Entre as 63 deficitárias está a de Lages. Déficit é de R$ 1 milhão 530 mil.