A CPI do Tito Bianchini prossegue, nesta quinta-feira, com as oitivas.
Contudo, todas as pessoas que serão ouvidas hoje farão em sigilo.
Das quatro pessoas ouvidas ontem, três eram funcionárias do Pronto Atendimento e Hospital Tereza Ramos.

A quarta delas foi o Sr. Adão que falou sobre o caso de sua sobrinha e que traz à tona uma questão bem delicada: médico do pronto atendimento cobrando pelo atendimento. Uma garota de 17 anos foi ao Pronto Socorro apresentando um caso de depressão e ao ser atendida um dos médicos disse que poderia trata-la. Posteriormente foi até a casa da garota para fazer o atendimento (Cobrou R$ 300,00) e disse que o retorno aconteceria no próprio Pronto Atendimento.
Alguns dias depois ela foi ao pronto atendimento e o mesmo médico lhe atendeu de imediato.
Dias depois voltou novamente à unidade e desta vez o tal médico não veio lhe atender. Um outro profissional lhe aplicou medicamento e em seguida começou a dar convulsões. Conta o tio da menina que só neste dia ela teve 21 convulsões. Depois disso ainda foi mandada para casa.
Em casa voltaram às convulsões e desta vez foi chamado o Samu que lhe conduziu diretamente ao hospital e hoje ela está na UTI em coma induzida e sua situação é crítica.
Temos então aí dois casos a serem averiguados: a cobrança de consulta feita por um dos médicos e a liberação de um paciente após tantas crises convulsivas. No mínimo deveria ser averiguada as causas das convulsões.







