
Só nesta legislatura foram gastos quase meio milhão em reformas na Câmara
Outro dia alguém perguntou se não tinha uma relação dos gastos com reforma da Câmara nas três gestões dos presidentes do legislativo: Aidamar Hoffer (PSD), Luiz Marin (PP) e afora de Vone Scheuermann (MDB)
Foram gastos exatos R$ 452.800,00. Quase meio milhão.
Na presidência de Aidamar Hoffer foram construídos os dois banheiros além de alguma outra maquiagem no prédio, como a pintura externa. Total: 144 mil
Na gestão de Luiz Marin foi construída uma biblioteca e se gastou R$ 124,8 mil

E agora, com o presidente Vone Scheuermann estão sendo executado obras que alteram todo a área de entrada do prédio e do acesso ao plenário, uma sala de reuniões e um pequeno auditório. Valor : 154 mil. Mais a saída de emergência: R$ 30 mil. Total: 184 mil.
Quem mais gastos em valor absoluto é o Vone, mas a reforma da estrutura do prédio será a mais significativa.
Unidade de saúde do Universitário deve ser inaugurada em dezembro

As obras de reconstrução e ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS), do bairro Universitário, localizada na rua Gama D’eça, 41, bem próximo ao portão D da Uniplac, estão com cerca de 60% da parte físico-estrutural pronta e deve ser inaugurada em dezembro.
Fotos: Marcelo Pakinha
“A UBS depois de ampliada irá comportar salas de vacinação, de nebulização, de curativos, e consultórios médico e de ginegocologia/enfermagem. Nesta UBS irá atuar uma equipe de Estratégia de Saúde da Família (ESF)”, disse a diretora de Atenção Básica, da Secretaria Municipal de Saúde, Francine Formiga.
Por que a prefeitura não foi buscar recursos federais?
Não entendo porque a prefeitura não foi buscar recursos federais para a pavimentação de ruas ao invés de fazer empréstimo bancário. São José do Cerrito conseguiu R$ 2,5 milhões do programa Avançar Cidades e vai pavimentar 18 ruas em sete diferentes bairros.
As obras iniciaram na segunda-feira, pela rua Lages, do bairro Bela Vista, onde está localizada a principal creche do município.
Falecimento de Scylla Baggio
NOTÍCIAS
Correio Lageano em luto, morre a empresária Scylla Baggio

À frente do seu tempo, Scylla Baggio sempre gostou de trabalhar. Começou como costureira e fazia isso por horas a fio. Durante muitos anos, comandou a Papelaria Pérola, que foi um dos comércios mais tradicionais de Lages. Sempre ao lado do marido José Paschoal Baggio, era uma mulher atuante, gostava de organizar eventos e festas, dentre eles o concurso de Miss Lages, promovido pelo Correio Lageano durante alguns anos e o concurso Miss Santa Catarina.
Em entrevista concedida na década de 70 ao Correio Lageano, ela disse que se sentia bastante satisfeita e realizada com suas funções, tanto em sociedade, como no mundo dos negócios, auxiliando o marido, naquilo que podia. “Ela era a parceira dele, opinava nos negócios e dava a base de sustentação para o pai”, conta a filha do casal, Isabel Baggio.
De opiniões fortes, a empresária dizia que não tinha como uma mulher não ter uma ocupação ou profissão. Vaidosa, frisava que a mulher moderna não deveria se descuidar da feminilidade e da elegância, pois somente isso a diferenciaria dos homens, porque em capacidade de trabalho e inteligência, a mulher se equipara.
Em 2001, José Paschoal Baggio faleceu e dona Scylla ficou à frente da Gráfica Pérola por alguns anos. O filho, Paulo Baggio, muito emocionado, fala que ela fez muito bem seu papel de mãe, esposa e avó. “Minha mãe sempre foi exemplo em tudo que fazia, uma mulher batalhadora que encheu a todos de orgulho.”
A filha Isabel conta que a mãe sempre foi exigente com os filhos e tinha um coração enorme, sempre tinha uma mesa farta esperando pela família. “Ela era uma mulher firme, forte, exigente, corajosa, guerreira e também cobrava isso das outras pessoas.”
Candidaturas femininas gastaram só 22% dos recursos destinados à campanha

De acordo com dados da Justiça Eleitoral, as candidaturas femininas gastaram 22% dos recursos de campanhas, quando tinham direito a utilizar 30%. Os dados foram divulgados no Congresso de Liderança Política Feminina, que acontece nesta quinta-feira (3), na Assembleia.
“Analisando o relatório sobre gastos nas eleições a gente percebe que apesar da previsão legal de 30%, tem encaminhamento efetivo de 22%, onde estariam os restantes 8%”, questionou a assessora do ministro Edson Fachin no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Polianna Pereira dos Santos.
De acordo com Polianna, esses 8% migraram principalmente para campanhas majoritárias que tinham mulheres candidatas a vice ou a suplente de senador.
“É ilícito usar recursos das mulheres para campanhas masculinas, mas esses recursos financiaram indevidamente campanhas masculinas. Qual foi a estratégia dos partidos? Lançar candidatas vice como uma possibilidade de financiar uma candidatura masculina, a intenção não era projetar a mulher, era fazer chegar o recurso do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC) ao candidato homem”, concordou a secretária de Controle Interno do TRE/SC, Denise Goulart Schlickmann.
Segundo Schlickmann, nas eleições de 2018 foram constatadas muitas fraudes, tanto nas cotas para as mulheres, quanto na aplicação de recursos.
“Estamos trabalhando nas futuras regras, tentando pensar mecanismos de controle que coíbam o modus operandi fraudulento”, informou a especialista em controle interno, acrescentando que o acesso aos recursos de campanha pelas mulheres nas eleições de 2014 foi de apenas 9,8%.
Não estou colocando fé na vinda de uma unidade do Ceasa para Lages
Isso porque a Ceasa acumula um prejuízo de R$ 5,6 milhões e gasta com a folha de pagamento de 40 funcionários R$ 140 mil por mês. Para reverter este quadro o deputado Bruno Souza (sem partido) propôs a privatização das centrais de abastecimento de Santa Catarina.
O parlamentar questiona a função do estado em administrar a venda de frutas e verduras. “O governo estadual cuida da venda de hortifruti e não consegue dar, a devida atenção as prioridades, como cuidar e diminuir as filas dos pacientes nos hospitais”, argumenta o deputado.
Acrescenta que com a administração privada, empresários e produtores rurais, ganham maior liberdade no desenvolvimento e crescimento de negócios com os atacadistas e o mercado varejista. Em agosto um grupo de empresários apresentou para o deputado Bruno Souza o projeto arquitetônico com funcionalidade, com sistema integrado de produção e rastreabilidade dos produtos comercializados. A projeção é triplicar a movimentação de carga e reduzir os custos logísticos em 50%.

Foto: Guto Kuerten
“Todos podem ganhar. Basta coragem e sermos disruptivos. O Brasil não vai dar errado. Já deu errado. Está na hora de reconstruirmos. Aplicar o que faz sentido e focar no essencial”, acrescenta.
Atualmente a maior feira de Santa Catarina funciona numa estrutura precária sem manutenção e com falta de investimento num terreno de dez hectares avaliado em R$ 200 milhões.
São 150 empresas atacadistas e mais de 300 produtores locais com 3000 empregos diretos e com uma movimentação comercial de R$ 1 bilhão e 350 mil toneladas por ano.
Obras do Fort Atacadistas estão avançando rápido

A Área de Comunicação Corporativa do Grupo Pereira, à qual o Fort pertence, não confirma data de inauguração e não atualiza informações sobre o andamento atual da edificação.
Contudo, pode-se visualizar a alta velocidade com que os trabalhos são executados pelas empreiteiras.
De um dia para o outro a mudança e o avanço são perceptíveis. Um dos fatores é a opção por paredes de concreto pré-moldadas, tornando o ritmo ainda maior.

As etapas atuais em andamento são a instalação de paredes de concreto, estruturação metálica de cobertura e concretagem de piso bruto.
Acusado de pedofilia queria que o estado pagasse indenização
A Justiça reforçou entendimento, após defesa da Procuradoria Geral do Estado (PGE) de SC, de que não é devida indenização por danos morais em casos de divulgação de prisão feita dentro da legalidade e sem abuso de autoridade. No processo, homem condenado pelo crime de pedofilia exigia indenização de R$ 300 mil do Estado por ter tido a prisão informada por agentes públicos à imprensa.
A ação também requeria indenização dos veículos de imprensa que divulgaram a notícia, totalizando mais de R$ 876 mil, que foram negados pela Justiça.
No processo, a pessoa alegava, além da suposta ilegalidade da divulgação da prisão, que, durante a investigação criminal, computadores e celulares pessoais foram apreendidos indevidamente. O Estado informou que a prisão preventiva e a apreensão dos equipamentos eletrônicos foram realizadas dentro da legalidade, sem abuso de autoridade, e que os dados divulgados foram uma transcrição dos fatos, sendo uma maneira de informar a sociedade.
“Não se verificando, portanto, qualquer irregularidade/ilegalidade, abuso de autoridade ou qualquer outro excesso na decretação e execução da prisão cautelar do autor, por ocasião das investigações objeto do inquérito policial e, inexistindo comprovação da efetiva existência de dolo ou erro grosseiro por ocasião de sua prisão, falece para o demandante a tentativa de ver-se indenizado pela segregação cautelar por ele sofrida no curso das investigações”, conforme constou no processo da PGE.
