Nessa semana o PP fará uma reunião da executiva para definir qual dos três pré-candidatos – Arnaldo Moraes e os vereadores Luiz Marin e Juliano Polese – será o nome que o partido encabeçará a chapa a prefeito. Isso porque, conforme diz Arnaldo:

“quem tem três candidatos, não tem nenhum!”
Em entrevista à rádio Guri, sexta-feira, ele reiterou o que já havia informado o vereador Luiz Marin, de que não existe nenhuma negociação com o PMDB: “quem está espalhando essa conversa é apenas para fazer intriga”, garantiu o vereador.
Tem gente até anunciando a data da oficialização da aliança do PMDB e PP: 17 de fevereiro. Embora não tenha conseguido conversar com o presidente do partido, Sandro Anacleto, já está claro que trata-se de uma informação “plantada”, com o intuito de desarticular o adversário.
Arnaldo observa que isso preocupa, porque os dois partidos – PMDB e PP – historicamente sempre foram adversários “e acredito que continuarão sendo, o que não quer dizer que a gente não tenha amizade com pessoas filiadas ao PMDB. Uma coisa é a política e a outra a amizade, a vida pessoal”, explica.

Arnando diz que Kiko assumiu cargo em decorrência de problemas pessoais
O fato do progressista Kiko Ranzolin assumir um cargo na administração, segundo Arnaldo, foi em decorrência de problemas pessoais, e acredita que foi “uma decisão bastante traumática, mas que teve de tomar”.

Nomeação de Sandro foi por competência
No caso do presidente Sandro Anacleto, nomeado assessor jurídico da Câmara, Arnaldo diz que se deveu “ao reconhecimento de seu trabalho de oito anos na procuradoria do Município e ao trânsito que tem junto ao judiciário, o qual o Thiago (presidente da Câmara) conhece muito bem através de seu pai, o desembargador Altamiro Oliveira.”
Chance de coligação com o PMDB praticamente não existe
Mas, quanto a coligação com o PMDB, diz que a probabilidade de não acontecer é de 99,9%. Arnaldo também sustentou que ainda não houve nenhuma conversa formalizada com o PSD com vistas às eleições desse ano.
O PP segue com a intenção de lançar candidatura própria a prefeito e para isso vai buscar aliados, mas isso não implicará em abrir mão da candidatura a prefeito. Quanto a isso, mais uma vez Arnaldo manda o recado de que – se for ele o escolhido pelo partido -não aceita candidatura de vice:
“se não aceitei há quatro anos atrás, não vou aceitar de novo”, sentenciou.