Alguns comentários a respeito do aeroporto regional de Correia Pinto

 

Bem, a pista de Lages tem somente 1.530m, e 270m a mais são diferenças brutais na aviação. A resistência do piso em Lages é p 31t, o que limita a 90 passageiros por aeronave. Jaguaruna/Tubarão tem 30m de largura tb e opera com Airbus A319 de 144 lugares, claro, é sempre melhor c 45m de largura.

Realmente com R$40 milhões o nível da obra já deveria ser outro.Mas…

Hoje, a ANAC está ainda mais exigente para a homologação de aeroportos. Evitando o aeroporto "PROVINITIVO", mistura do Provisório que torna-se Definitivo!

Um fato é totalmente certo, o aeroporto do Planalto Serrano é extremamente importante para toda a região desenvolver o seu potencial e permitir as operações com aeronaves maiores até 180 lugares inclusive. O aeroporto deve ter essa capacidade de recebimento. As empresas aéreas optam por uma aeronave menor ou maior de acordo com a demanda, afinal, estamos falando de negócios.

Avante SC e Saudações,

Claudio Lemes Louzad

louzada.cl@gmail.com

 

 

Então, há tempos venho comentando acerca das necessidades de ampliação da pista, antes mesmo do início das atividades.

Mas, é óbvio que não se sabia que isso seria necessário.

Ninguém conhece Congonhas, com pista de 1940m, a 2631 pés em relação ao nível do mar. Onde o pouso já acontece de forma "apertada".

Há tempos chamo: "Elefantão das Sulfurosas".

Cassiano Ricardo

 

Sinceramente 1800 metros com 30 de largura se ainda vai ter recuo vai ser praticamente a mesma medida do aeroporto de Lages, 20 anos e fizeram um aeroporto igual o de Lages por que não investiram esses milhões no aeroporto que já existia???? E vão ter que investir mais, sinceramente é hora de avaliar se realmente vale a pena investir mais neste aeroporto que já começou errado…

Ricardo

Prefeitura vai apresentar um novo projeto nesta segunda-feira

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O secretário do Desenvolvimento Econômico, Juliano Chiodeli observa que:

"No ano em que completa 250 anos, Lages está sendo agraciada por grandes  projetos no que tange o desenvolvimento e progresso do município. Destaco dois, que se transformaram em pilares fundamentais para o nosso desenvolvimento sócio-econômico: 1) Orion Parque – Parque Tecnológico; 2) Aeroporto de Lages – Voos Comerciais. Nessa segunda será apresentado o TERCEIRO PILAR que dará total sustentação para o desenvolvimento econômico de Lages."

 

Reunião com os jovens no parque

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O candidato Ceron acompanhado do vice, Juliano, na manhã deste domingo (28) depois de uma reunião de apoio à candidatura de um vereador, se encaminhou ao Parque Jonas Ramos (Tanque), para um encontro com os jovens. Na ocasião foi questionado sobre suas propostas, nos campos da segurança, saúde, esporte, proteção animal, entre outros, e principalmente sobre o que pretende fazer para inserir o jovem no mercado de trabalho, e respondeu a todas as perguntas com serenidade e confiança.

 

Coligação de Ceron realizou caminhada nos bairros

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  A coligação Lages levada a sério realizou uma caminhada, no sabado, do Bairro Habitação até o Bairro Popular.

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Ceron esteve acompanhado da família, do vice Juliano, do deputado estadual Gabriel Ribeiro, do secretário João Alberto e de outros tantos personagens que apoiam a proposta da experiência aliada à juventude, como Ivan Ranzolin e a Tia Jura, esposa do falecido prefeito Renatinho. Foi a primeira caminhada do 55.

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Ceron diz que quer poder administrar Lages e ver menos crianças sem perspectivas; mais mulheres sendo mais bem protegidas; jovens com especialização e com mais oportunidades de emprego; uma saúde sendo tratada com mais dignidade; menos poeira e barro nas ruas dos bairros.

“São estas algumas das melhores maneiras de demonstrar respeito às pessoas e a o dinheiro público, principalmente se for tudo executado por quem tem conhecimento e sabe o que precisa ser feito para tornar melhor a vida dos lageanos”, disse ele.

Amaral promoveu a Ação 45 na Praça

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A coligação “Somos Todos Lages” promoveu a ação 45 na praça João Costa, na manhã deste sábado.

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O candidato a prefeito Roberto Amaral, e o vice Hampel, conversaram com os passeantes, colaram adesivos e distribuíram santinhos.

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“Foi muito produtivo, sentimos que várias pessoas aderiram ao projeto” diz Roberto Amaral. A ação 45 teve mateada, jingles, selfies e muita alegria.  

 

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Na sexta-feira Amaral reuniu os candidatos da coligação

 

A coligação “Somos Todos Lages” reuniu candidatos a vereador e entusiastas da campanha, sexta-feira (26) à noite, no Jockey Clube.

 

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O candidato Roberto Amaral, e o vice Hampel, motivaram o público a espalhar o projeto 45 por toda a cidade.

“Vamos mostrar a cada cidadão que a nossa proposta representa a valorização das pessoas e o avanço para o futuro”, disse Roberto Amaral. “Estamos preparados para ajudar Lages a continuar andando pra frente”, disse Hampel.

 

Assessor da ADR faz esclarecimento

Apenas para esclarecer o questionamento do secretário municipal de Planejamento, senhor Jorge Raineski, é importante destacar que os R$ 600 mil que cabem ao Governo do Estado no convênio de R$ 927 mil com a prefeitura para a troca dos postes nas obras do cabeamento subterrâneo só serão repassados a partir de outubro por conta da legislação eleitoral brasileira, e não por outro motivo.

 

Como o convênio foi assinado no dia 30 de junho, já que a prefeitura estava negativada devido a um débito com a Celesc, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira.

 

Sobre a divisão do valor em três parcelas mensais de R$ 200 mil, isso não é nenhuma surpresa, pois está bem claro no convênio firmado pelo então secretário da ADR, Luiz Gustavo Bazzo Assink; e pelo prefeito Elizeu Mattos.

 

Sobre os convites para a reunião do dia 24 com o presidente da Celesc, foram enviados à imprensa e às entidades que estão à frente do processo de revitalização do centro de Lages e que se beneficiam dos investimentos na área industrial, como CDL, Sebrae, Acil e Fiesc. O grupo de entidades, do qual a prefeitura faz parte, comunica-se entre si quando o assunto é o cabeamento subterrâneo. Assim, ao convidarmos essas instituições já na semana passada, acreditamos que todos os envolvidos estariam representados. Tanto que o secretário Juliano Chiodelli, por exemplo, participou do encontro.

 

Também segue nota que produzi no início de julho sobre o assunto e que pode ajudar a esclarecer a questão. Na ocasião, enviei apenas a você, Olivete, que havia abordado o tema. Segue novamente. Abraço, obrigado e à disposição.

 

"Sobre o convênio para a iluminação pública entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Lages, num total de R$ 927 mil, é importante esclarecer que a viagem do governador Raimundo Colombo ao exterior em nada prejudicou o andamento do processo, até mesmo porque não cabia a ele a assinatura do documento.

 

No dia 29 de junho, a Prefeitura de Lages aparecia como negativada por conta de um débito com a Celesc. Assim, o convênio só pôde ser assinado no dia 30 pelo secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, Luiz Gustavo Bazzo Assink.

 

Porém, até a conclusão dos trâmites burocráticos e por impedimento da legislação eleitoral brasileira, não haveria mais tempo hábil para a transferência dos recursos do Estado ao município.

 

Assim, a parte que cabe ao Governo do Estado será repassada em três parcelas de R$ 200 mil nos meses de outubro, novembro e dezembro, num total de R$ 600 mil. Vale lembrar que o convênio tem vigência até o dia 30 de dezembro, e os repasses do Estado ocorrerão rigorosamente dentro deste prazo.

 

Mas como há contrapartida de R$ 327 mil do município, a Prefeitura já pode iniciar as obras quando quiser com os recursos próprios, ficando apenas à espera da verba do Estado, que está garantida e começará a ser repassada daqui a três meses, após o período eleitoral e quando a legislação permitir".

Pablo Gomes

 

Aeroporto regional: a liberação vai demorar!

 

Na quarta-feira tivemos duas informações importantes a respeito do aeroporto regional de Correia Pinto. A primeira delas veio do governo estadual, pois o governador Colombo recebeu do Comando da Aeronáutica documento homologando o processo de implantação do aeroporto.

 

Com esse documento ele dará entrada, junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ao pedido de liberação do aeroporto para os voos. A segunda informação é de que está na lista dos aeroportos brasileiros – só dois de SC – que terão prioridade na liberação de verbas para obras de ampliação e conclusão a partir de 2017.

 

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Recursos virão de um fundo específico (FNAC) que até 2020 receberá R$ 300 milhões por ano. “Esse documento informa ao governo que a nossa parte está tudo certo e agora foi para a Anac. É uma grande conquista porque esse processo é longo, demorado e precisa atender uma série de exigências”, disse o governador Raimundo Colombo ao receber a informação da Aeronáutica, na quarta-feira.

 

De fato, é apenas o início do processo.

 

Vimos o quanto a Anac,- que é quem ,de fato, libera os voos – foi exigente para autorizar as operações no aeroporto local. Isso porque as mudanças na legislação em dezembro do ano passado, tornou o processo muito mais complicado.

 

As exigências aumentaram sobremaneira, a ponto de alguns especialistas observarem que o aeroporto regional terá de passar por uma série de obras antes que isso aconteça.

 

 

 

Tanto que o projeto já está lá em Brasília. As alterações exigidas vão desde do recuo da cabeceira de pista, a sua ampliação – tanto na largura como em seu comprimento – como no restante dos equipamentos do aeródromo.

 

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A pista é praticamente igual à do aeroporto de Lages – tem apenas 1.800 metros de cumprimento por 30 metros, quando deveria ter, pelo menos 2.000 metros de comprimento e 45 metros de largura. Portanto, o projeto do aeroporto regional é antiquado para os moldes atuais, tem pista estreita, e sem recuo na cabeceira oeste, exigências que não passarão na avaliação da Anac, me disse um especialista.

 

 

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Já se gastou mais de R$ 40 milhões e não se sabe ainda o quanto mais serão investidos para o vermos em operação.

 

O governador já antecipou o fato: o processo de liberação será longo e certamente não será em seu governo que isso acontecerá.

São Joaquim atrai mais investimentos para a produção do vinho

 

O palestrante do Sede Serra, o presidente do conselho da empresa Marisol, de Jaraguá do Sul, Vicente Domini, lembrou o caso da instalação da Sinotruk em Lages, “com a qual se gastou tanta energia sem resultado algum”, disse ele.

Para você ver que já está até virando gozação para o pessoal de fora.

 

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Destacou que é a própria sociedade organizada que tem de buscar as transformações necessárias no seu município.

 

No modelo com que está empreendendo em São Joaquim com a participação cidadã, junto com mais 127 outras lideranças locais. Não há dúvida que é esse o caminho.

 

Ele agora adotou São Joaquim e deverá investir R$ 15 milhões no projeto previsto para também entrar na produção do vinho.

 

O investimento em vinícolas – que já são 12 em São Joaquim -, virou um prazer pessoal para alguns grandes empresários do estado.

 

Começou com Dilor Freitas, com a Villa Francioni, em 2000 e depois vieram outros como Wandér Weege (Perícó), para citar alguns, pois constatou-se que ali há um excelente terroir.

 

 

Sua vinícola também terá uma vila

 

 

Domini adquiriu 52 hectares (Fazenda Vista Alegre, do publicitário de Florianópolis, Gastão Campos) a 12 quilômetros do centro de São Joaquim e começou a plantar os vinhedos. Até 2019 pretende concluir seu projeto (Vinícola Vivalto), que é a construção da vinícola propriamente dita, uma pousada, com heliporto, anfiteatro, mirante e até capela para realização de eventos, como casamentos, e uma vila com cerca de 12 moradias para vender para amigos e amantes do vinho que tenham helicóptero para se deslocar até ali.

 

 

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É uma vila, num conceito que ele foi buscar no Chile, onde esses moradores podem compartilhar os vinhedos, acompanhar todo o processo de produção e até engarrafar e rotular seu próprio vinho.

 

Por isso que as moradias são limitadas para poucos privilegiados. Ele se diz apaixonado pela Serra e garante que o “serrano, de tanto a vê-la, não consegue mais enxergar todo o seu potencial”.

 

E, como ele viu, parece estar disposto a dedicar-se de cabeça em São Joaquim.

 

A primeira de suas propostas é conseguir o selo de certificação por origem do vinho produzido na região.

 

Quem diria, foi com a maçã que São Joaquim ganhou o país e teve a primeira expansão de sua economia. Agora é com o vinho que experimenta o seu segundo boom de desenvolvimento.

Censor vai ajudar a controlar as enchentes no Rio Caveiras

 

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O CAV instalou um sensor hidrológico no Rio Caveiras, quinta-feira (25), em conjunto com a Defesa Civil, com o objetivo de coletar dados para estudo e a indicação de medidas para enfrentar enchentes.

O aparelho, chamado ecoLog 800, foi posicionado próximo à ponte de Painel, onde inicia a planície de inundações que se estende até Lages.


Segundo o professor do Departamento de Engenharia Ambiental e Sanitária da Udesc Lages, Silvio Rafaeli Neto, que coordena o projeto, o sensor fica em contato com água e a infraestrutura construída protegerá o aparelho para que não seja levado em dias de enchente.

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O sensor avaliará em qual velocidade o nível do rio sobe em dias de enxurrada e, para isso, armazenará os dados a cada 15 minutos. As informações serão avaliadas a cada 15 dias pela empresa júnior do curso de Engenharia Ambiental da Udesc Lages, a Projeta Ambiental Junior, e pela Defesa Civil.