Sobre os vencimentos doados pelo prefeito Ceron

Matéria veiculada pelo Correio Lageano de final de semana:

 

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Há um porém nesta informação:

Os valores não são exatamente esses, pois o prefeito não tem 13º salário e nem férias.

O total, nos quatro anos não chega a R$ 800 mil.

 

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Dos R$ 21 mil dos vencimentos do prefeito, também acontece o desconto do INSS  e Imposto de Renda. A remuneração líquida fica em R$ 16.005,47, conforme mostra o Portal Transparência, do vencimento de dezembro do então prefeito Toni Duarte.

Serão R$ 768 mil em quatro anos, para ser mais exata.

 

Primeira rodada de negociações com os servidores deve ocorrer no final do mês

 

Ao contrário do ano passado, quando os três sindicatos de funcionários municipais conduziram as negociações da data base em conjunto, este ano cada um vai negociar em separado, já que entenderam que, com exceção do reajuste salarial, as demais reivindicações são diferentes.

Enquanto o sindicato dos professores (Simproel) está solicitando apenas a reposição salarial com base no INPC do período (que ainda não fechou os últimos doze meses), o Sindserv (que abrange todos os demais servidores, com exceção dos fiscais) está pedindo, além do INPC, 3% de reajuste.

Mas, a pauta deste último tem 30 itens a serem negociados, Um deles se trata da mudança da data base. Hoje é janeiro, e o sindicato entende que esta negociação no início do exercício – em especial quando há troca de governo como agora – as negociações ficam dificultadas.

 

Unificação dos estatutos

Outra das cláusulas a serem negociadas é a unificação dos estatutos dos servidores. Hoje existem dois, o que resulta em uma situação peculiar: funcionários em uma mesma função com salários diferentes. Segundo o Sindserv, o último deles, inclusive, é inconstitucional. Um novo estatuto já foi elaborado, mas precisa ser discutido e enviado à Câmara para aprovação. Sabemos que não é coisa simples equacionar os interesses neste item, em especial.

 

Incorporação do abono

Os servidores também estão pedindo o reajuste de 20% do Vale Alimentação e a incorporação do abono de R$ 130,00 que vem sendo concedido desde 2013 com a promessa de incorporação. Segundo o presidente do Sindicato, Agenor Rodrigues Chaves (Nori), com a incorporação o menor salário pago hoje se equipararia ao mínimo regional que é maior do que o nacional.

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Sobre as bolsas de estudo

Além da volta da concessão da bolsa de estudos ampla e irrestrita, o sindicato ainda tenta negociar para que a prefeitura volte a comprar 1/3 das férias, o que foi cortado nos últimos quatro anos. Foi marcada a primeira rodada de negociação. Será no final do mês, mesmo porque, a nova administração ainda está tomando pé da situação.

Mas, a contar pela determinação do prefeito Antônio Ceron de cortar despesas, não terão grandes conquistas. Ceron já disse em outra ocasião que não iria conceder nenhum reajuste, só não sabemos se vale também para os servidores em geral.

Vai começar a contratação dos concursados

 

O secretário da Administração e Fazenda, Antônio Arruda disse, na quinta-feira, que nesta segunda e terça-feira começam a ser chamados os 130 professores concursados. Embora o prefeito Ceron tenha determinado que não haveria contratação agora, elas serão necessárias.

Será o primeiro setor a chamar os concursados, uma vez que a Secretaria da Educação precisa se preparar para o início das aulas em 6 de fevereiro.

Dos 130 professores chamados 70 serão para preencher as vagas na área da educação infantil.

 

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Divulgação dos números

Com relação as dívidas herdadas da administração anterior, Arruda informou que até esta semana estarão sendo fechados os números e então o prefeito Antônio Ceron deverá chamar a imprensa para divulgar.

O cargo vale mais do que o partido

 

Apesar da direção estadual do PSDB dizer que o partido está fora do governo Colombo e não participa dele, dois tucanos assumem secretarias: Vicente Caropreso, na Saúde e, Leonel Pavan, no Turismo.

É incrível! Esses políticos não resistem a um cargo. Qualquer sinalização de uma vaga no governo, jogam a bandeira partidária no lixo e assumem, na maior cara de pau, como se dependessem de um emprego para sobreviver.

Marin lembra que é preciso ter sabedoria para buscar a solução

 

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“É preciso ter sabedoria que não haverá qualquer problema para a solução dos problemas. Deus nos deu sabedoria para formarmos esta mesa. Sabemos da luta que tivemos para colocar a galeria das mulheres vereadoras e agora você (Aida) vai passar para a outra galeria, a dos presidentes. Não vamos envergonhar nenhum eleitor. Estarei 24 horas a disposição para ajudar no que for possível para melhorar a cidade de Lages”.

Vereador Luiz Marin, do PP, ao fazer o primeiro pronunciamento nesta legislatura, tendo em vista que será ele que assume a presidência no próximo ano.

Vale lembrar que ele era um forte candidato para assumir o legislativo e teve de se conformar com o segundo ano, no fatiamento do mandato.

 

Marião não quis a diretoria do Meio Ambiente

 

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Havia sido cogitado que seria o ex-vereador Marião a assumir a pasta do Meio Ambiente. Mas, como vai virar apenas uma diretoria de “Serviços Públicos” ele não aceitou.

Está aguardando um outro espaço já que teria lhe sido prometido uma secretaria. Falou-se também na pasta da Habitação, mas esta igualmente ser extinta. Se não quer diretoria, pelo visto não sobrará espaço para Marião.

Os novos presidentes dos consórcios da Amures

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A prefeita de Palmeira, Fernanda de Souza Córdova, foi eleita presidente do Consórcio de Saúde da Amures.

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E para comandar o Consórcio Serra Catarinense – Cisama, foi eleito o prefeito de Capão Alto, Tito Pereira de Freitas.

As eleições na sede da associação de munípios foram conduzidas em separado, pelo presidente da Amure prefeito de Rio Rufino Thiago Costa (da esquerda, na foto), que cumpre mandato tampão até a segunda quinzena de fevereiro.

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O presidente da Amures teve um encontro a portas fechadas com o prefeito de Lages Antônio Ceron, antes do início da assembleia de prefeitos. Thiago Gosta fez um pedido para que Ceron seja o “padrinho” das ações do governo do Estado na Serra Catarinense e teve a confirmação de que não faltará empenho para ajudar especialmente os pequenos municípios.

Os prefeitos permaneceram quase quatro horas reunidos e no final da assembleia deixaram a Amures confiantes de que 2017 será um ano de muito trabalho e avanços em prol dos municípios da Serra Catarinense.

Fotos: Oneris Lopes

Carmen esteve com os prefeitos para falar das emendas

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Ontem (06), sexta-feira, a deputada federal Carmen Zanotto esteve com os prefeitos da Amures para falar das emendas que foram destinadas para o Consórcio Intermunicipal da Serra Catarinense (Cisama) em 2016 e neste ano. Os valores ultrapassam R$ 1,7 milhão e serão aplicados na destinação dos resíduos sólidos dos municípios da região.

Na área da saúde, por meio do Consórcio Intermunicipal da Saúde, foram destinados recursos para a compra de equipamentos, mobiliário e exames.

Cisama

´  Resíduos Sólidos – Construção de Unidades de recicláveis para resíduos sólidos.

Valor R$ 400 mil

´  Resíduos Sólidos – Aquisição de equipamentos e mobiliário para central de gerenciamento de resíduos sólidos. Valor R$ 259 mil

´  Resíduos Sólidos – Construção de Unidades de recicláveis e equipamentos. Valor R$ 1 milhão.

´  Cultura – Realização de Seminário Rota Cênica da Serra Catarinense. Valor R$ 100 mil

 

Consórcio de Saúde

´  Emenda CIS – Valor R$ 400 mil:

Aparelho de Ultrassom – Cardio R$ 150 mil

Aparelho de Ultrassom Diagnóstico – Ginecológico/Obstetrícia R$ 125 mil

Equipamentos e mobiliários R$ 132,5 mil

´   Emenda CIS – Valor R$ 242 mil:

Equipamento Oftalmológico R$ 177 mil, entre outros.

´  MAC – Manutenção de Unidades de Saúde. Número 361095362/01-600. 

´  Valor R$ 671.654,00:

CIS/Amures – Valor R$ 340.926,00

Lages – Valor R$ 330.728,00

 

CAV/Udesc

´  Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV/Udesc). Emenda para Estudo do Manejo das Florestas de Araucária. Valor R$ 200 mil

Foto: Oneris Lopes

Aidamar admite que alguém ganhou cargo para a composição da mesa eclética

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Reprodução do Correio Lageano

 

Um trecho da entrevista publicada em que ela admite que entrou a concessão de cargos na negociação da Câmara:

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A aposta na vereadora Aidamar

 

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Há quem tenha aplaudido a escolha da vereadora Aidamar para presidir o legislativo, acreditando que por seu temperamento forte e aguerrido seria talvez, única entre os eleitos, a fazer as mudanças que a Câmara precisa.

A não ser que ela rasgue o discurso, vai enfrentar seus pares e pôr ordem na casa.

Isto é: acabar com a farta distribuição de cargos, de benesses, dar melhor destinação aos recursos e reduzir o quatro de funcionários que hoje somam mais de 100.

Ela mesma diz que “acontecem coisas lá dentro que a envergonha”. Dá certeza, em todas as vezes que foi entrevistada já como presidente que, “está trabalhando em um novo organograma para reduzir as despesas, e isso passa pela redução de cargos. Até porque a Câmara precisa economizar para reformar a casa “senão ela vai cair”, disse ela ao constatar os problemas com o telhado, cheio de goteiras.

 

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Se resolver ir a fundo também vai constatar que por duas vezes foi contratada empresa (a mesma) para consertar a forração e nenhuma vez o serviço foi feito e, pelo menos em uma das vezes, o serviço foi pago.

Talvez isso esteja incluído entre as “coisas vergonhosas” que acontece lá e que ela pretende corrigir.

 

Tem coragem e sabe se impôr

Obviamente que encontrará resistências mas, se em outras ocasiões já demonstrou coragem e determinação em seus posicionamentos, não será agora, sendo conduzida ao cargo com 100% da aprovação de seus pares, que vá recuar, ou ficar loteando cargos para obter apoio.

 

Devagar nas contratações

Como presidente, já informou que neste e no mês que vem não fará nenhuma contratação a não ser para as funções estritamente necessárias para tocar o legislativo. Não sei se ai estariam inclusos os assessores dos novos vereadores (só ai são 16 contratações: dois assessores para cada um dos oito novos vereadores).

 

Por um canal de TV aberto

 

Além de tudo isso, Ainda tem outra missão a qual ela entende que deixará como marca deste ano que ficará no cargo: a transformação da TV Câmara em canal aberto, permitindo que as sessões sejam acompanhadas por toda a população. Hoje a TV Câmara se serve da estrutura da TV da Assembleia Legislativa. Aida já deve ter se informado a respeito, mas me parece que isso elevaria sobremaneira o custo, que pode, inclusive, inviabilizar a proposta. Vamos ver qual será a alternativa encontrada.