Prefeito Ceron já foi notificado pelo Ministério Público

 

Soube hoje que o prefeito Antônio Ceron já foi notificado a respeito da consulta feita ao Ministério Público que questiona se é possível que sendo prefeito possa acumular a função de conselheiro de suas empresas estatais (Casan e Celesc). Funções remuneradas.

Uma vez notificado, agora ele tem a oportunidade de esclarecer os fatos. Depois disso é que o Ministério Público vai analisar os fatos e dirá se tem ou não amparo legal. Se, pelo contrário haver fatos que justifiquem, fará o encaminhamento  judical.

Uncini conseguiu atender 400 quilômetros de estadas do interior, mas têm ainda 1.200 quilômetros a espera de atenção

 

Em menos de cinco meses a Secretaria de Agricultura e Pesca já concluiu trabalhos de manutenção e melhorias em mais de 400 quilômetros de estradas do interior do município.

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Já fez muito, mas não está nem perto de cumprir a tarefa, uma vez que temos 1.600 quilômetros de estrada do interior. Exatos 1.517 quilômetros e 56 pontes, na maioria em estado precário pois são pequenos pontilhões de madeira que precisam ser substituídas periodicamente.

Segundo a secretaria da Agricultura foram reconstruídas seis pontes de madeiras e recuperadas estruturas de outras nove, entre as quais as pontes de Penteados, Bodegão, Taimbé, Santa Terezinha do Salto e Arroeira.

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A ponte do Passo dos Fernandes, com 145 metros de extensão, na divisa entre os municípios de Lages e São José do Cerrito, também será recuperada com a substituição de pranchas e vigas, esta em parceria com a prefeitura do Cerrito.

Portanto, ainda precisa cobrir muito chão para chegar então ao outro programa que é o "porteira adentro", isto é, cuidar dos acessos às propriedades.

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Estradas que receberam melhoramentos

Santa Catarina/Pedras Brancas, Caetano Verza, Rancho de Tábuas, Índios, Cadeados, Entrada do Campo, Mangueirão, Vigia/Marcheti, Bodegão/Fazenda Negreiros, Salto Caveiras/Manfrói, Taimbé, Santa Terezinha do Boqueirão/Cerrito, São Jorge/Ponte do Salto Caveiras, entre outras.

Processo seletivo não estabelece número de vagas disponíveis

Tem muita gente reclamando que no edital de  Processo Seletivo Público Simplificado lançado pela prefeitura na semana passada, para contratação da Secretaria de Assistência Social, não consta o número de vagas disponíveis a serem preenchidas pelo processo.

Segundo a assessoria da prefeitura não consta mesmo pois "segue orientação do Progem. Isso porque não se sabe exatamente o número de funcionários a serem contratados. Sendo assim, caso se estabeleça um número, teria de contratar todos. Assim pode ser menos ou mais, até atender à necessidade."

Lembramos que as inscrições podem ser feitas até o dia 26.

E mais… as contratações dos profissionais classificados no processo seletivo serão efetivadas através do Regime Único dos Servidores do Município de Lages Estatutário no que couber, por tempo determinado e estritamente necessário para a consecução das atividades.

É bom lembrar isso é processo seletivo e não concurso público. Contratação por tempo determinado.

Remendo na pista da SC 114 não resolveu

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O remendo não adiantou.

A fissura na pista da SC 114, trecho entre Lages e São Joaquim, recém inaugurado, parece que só aumentou depois do remendo feito na semana passada.

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E, pelo visto a fissura só está aumentando. Esta foto foi tirada ontem.

 

Pela informação do CL, hoje os técnicos farão uma vistoria para levantar as causas do problema. Suspeitam de que a causa pode ser uma cascalheira que funciona próximo.

Foto: Reginaldo Heine

 

Braços cruzados: Hoje não tem em Lages quem faça a manutenção da rede de energia

 

Os 70 funcionários da empresa Eletro Delta cruzaram os braços hoje porque estão há seis meses sem receber seus salários.

A empresa é a principal prestadora de serviço da Celesc e as informações é de que a estatal não está repassado os pagamentos por isso chegou a esta situação.

É a única empreiteira da Celesc em toda a região: se cair um poste ou o fornecimento de energia aqui ou no interior, não há ninguém para fazer o serviço.

O sindicato da categoria já comunicou ao Ministério do Trabalho solicitando que se faça uma sindicância na empresa.

Lucas apresenta projeto para proibir o nepotismo imobiliário

 

 

Na sessão de ontem, segunda-feira (22) o vereador Lucas Neves apresentou Projeto de Lei que proíbe a prefeitura de alugar imóveis pertencentes a políticos ou parentes de pessoas detentoras de mandato eletivo. 
 
O projeto foi lido em plenário e agora seguirá para as comissões da Câmara de Vereadores, onde será analisada a constitucionalidade da proposta. Se passar pelas comissões e for aprovado em plenário (pela maioria dos vereadores), se torna Lei. Para o vereador Lucas é um mecanismo de moralidade pública.
 
De fato, pois sabemos que há situações que se encaixam neste caso, com aluguéis bastante elevados. 
 
 

PROJETO DE LEI Nº

Dispõe sobre a proibição da Administração Pública Municipal de adquirir ou alugar imóvel cujo proprietário seja detentor de cargo eletivo ou comissionado na Administração Pública Municipal, ou cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau do detentor do cargo eletivo ou comissionado.

 

LUCAS NEVES, Vereador com assento nesta Casa legislativa pela Bancada do PP, no uso de suas atribuições legais e regimentais, apresenta o seguinte:

 

PROJETO DE LEI

 

Art.1º – Os órgãos e entidades da Administração Pública Direta e Indireta do Municipio de Lages estão proibidos de adquirir ou alugar imóvel cujo proprietário seja detentor de cargo eletivo, comissionado na Administração Pública Municipal, ou cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau do detentor do cargo eletivo ou comissionado.

 

Parágrafo Primeiro – Aplica-se a vedação somente ao imóvel adquirido ou alugado por intermédio de licitação dispensável prevista no artigo 24, inciso X, da Lei nº 8.666/93;

 

Parágrafo Segundo – A presente Lei não se aplica aos contratos já firmados. Entretanto, a vedação contida no caput incide sobre possíveis renovações destes contratos.

 

Art. 2º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

 

Art. 3º – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 90 (noventa) dias a contar de sua publicação.

 

Sala das Sessões, 16 de maio de 2017.

LUCAS NEVES

Vereador – PP

Reação de Gavazzoni e Colombo às delações do diretor da JBS

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"Ao invés de ficar esperando virem me perguntar, vou atrás esclarecer".

Antônio Gavazzoni

Está declaração foi feita pelo ex-secretário da Fazenda, após as delações da JBS que envolve seu nome. Ele estava em viagem a Espanha quando soube da delação e ao retornar a primeira medida foi pedir a exoneração.

Esta declaração define o homem e o que transmite só me provoca admiração. É um homem com brios a zelar.

 

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Já o governador Raimundo Colombo, pela primeira vez, ontem (22) tocou nas acusações feitas pelo delator da JBS, e pela primeira vez na história perdeu a paciência, chamando o diretor da JBS Ricardo Saud de VAGABUNDO.

 

Para ele, Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais e governo na holding J&F, que controla a JBS, não tem provas sobre as afirmações que fez.

"Um delator, sob pressão, ele vende a mãe. E foi exatamente o que esse sujeito fez. Não há nenhuma prova, é de uma irresponsabilidade absurda. Eu espero que seja tratada com a responsabilidade que nós merecemos", disse Colombo.

Na gravação da delação, feita no dia 5 de maio, o delator afirma que foram pagos R$ 10 milhões em propina para a campanha de Colombo nas eleições de 2014. O objetivo, segundo Saud, era obter facilidades na licitação para comprar a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan).

Colombo lembrou que a Casan não foi vendida e, se fosse, seria através da Bolsa de Valores.  Disse ainda que que tem 40 anos de vida pública e nunca sofreu um processo sequer.

Nesta última pegou mal. Qual é o administrador público que não sofreu alguma ação ao longo da vida? E sabemos que Colombo como, os demais, teve de responder algumas questões na justiça, sim.

Reação de Gavazzoni e Colombo às delações do diretor da JBS

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"Ao invés de ficar esperando virem me perguntar, vou atrás esclarecer".

Antônio Gavazzoni

Está declaração foi feita pelo ex-secretário da Fazenda, após as delações da JBS que envolve seu nome. Ele estava em viagem a Espanha quando soube da delação e ao retornar a primeira medida foi pedir a exoneração.

Esta declaração define o homem e o que transmite só me provoca admiração. É um homem com brios a zelar.

 

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Já o governador Raimundo Colombo, pela primeira vez, ontem (22) tocou nas acusações feitas pelo delator da JBS, e pela primeira vez na história perdeu a paciência, chamando o diretor da JBS Ricardo Saud de VAGABUNDO.

 

Para ele, Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais e governo na holding J&F, que controla a JBS, não tem provas sobre as afirmações que fez.

"Um delator, sob pressão, ele vende a mãe. E foi exatamente o que esse sujeito fez. Não há nenhuma prova, é de uma irresponsabilidade absurda. Eu espero que seja tratada com a responsabilidade que nós merecemos", disse Colombo.

Na gravação da delação, feita no dia 5 de maio, o delator afirma que foram pagos R$ 10 milhões em propina para a campanha de Colombo nas eleições de 2014. O objetivo, segundo Saud, era obter facilidades na licitação para comprar a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan).

Colombo lembrou que a Casan não foi vendida e, se fosse, seria através da Bolsa de Valores.  Disse ainda que que tem 40 anos de vida pública e nunca sofreu um processo sequer.

Nesta última pegou mal. Qual é o administrador público que não sofreu alguma ação ao longo da vida? E sabemos que Colombo como, os demais, teve de responder algumas questões na justiça, sim.

Gavazzoni já tem substituto

unnamed_31.jpg Almir Gorges, auditor fiscal com quase 40 anos de experiência, assume o lugar de Antonio Gavazzoni

Profundo conhecedor do fisco catarinense,Gorges nasceu em 1º de janeiro de 1956, em Imbuia, no Alto Vale do Itajaí, e reside em Timbó. Graduado em Direito e Administração, com especialização em Contabilidade, foi auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina por 39 anos (1978-2016). Em dezembro passado, decidiu se aposentar depois de cinco anos no cargo de secretário adjunto da pasta.