mil eleitores, causa grande impacto em Santa Catarina, que de 105 zonas, passaria a contar com apenas 50 zonas.
ederal para que tome providências visando a impedir a concretização desta medida.
mil eleitores, causa grande impacto em Santa Catarina, que de 105 zonas, passaria a contar com apenas 50 zonas.
ederal para que tome providências visando a impedir a concretização desta medida.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE), recomendou a aprovação das contas de 2016 do Governo do Estado. Presidida pelo conselheiro Luiz Eduardo Cherem, a sessão que durou cerca de cinco horas, decidiu pela recomendação da aprovação com 18 ressalvas e 14 recomendações ao Poder Executivo.
“Não podemos analisar as contas de 2016 sem considerar os aspectos econômicos e as conquistas do Estado. Seria virar as costas para essa realidade tão dura que afeta a vida das pessoas”, disse o secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa.
Mas, observa-se que a votação foi apertada: três votos a dois.
O parecer será encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem compete o julgamento político-administrativo.
Contudo, vai entrar na fila, pois lá ainda estão aguardando na fila as contas de 2014 e 2015, que ainda não foram apreciadas pelos deputados.
Pessoas nos abrigos disponibilizados pela Defesa Civil nas sedes das Associações de Moradores:
18 Caça e Tiro
52 Habitação
12 Universitário
OBS: O abrigo da sede do Pinheirinho, na BR 282 está habilitado. Mas, ninguém foi levado para lá até o momento.
Acumulado de chuva nas últimas 24 horas – 52 mm
Rio Carahá – 5.89 metros acima do nível normal
Bairros Afetados – 46
Aproximadamente 740 pessoas afetadas pelas chuvas
Total de pessoas desabrigadas – 82
Situação de Emergência
Na tarde de quarta-feira (31), diante da grave situação ocasionada pela chuva, o Conselho Municipal da Defesa Civil aprovou a aprovou uma recomendação ao prefeito Antonio Ceron para que seja decretada situação de emergência no Município.
O documento deverá ser assinado pelo Prefeito nesta quinta-feira (01/06) pela manhã, deve ser emitido no prazo de até dez dias após o início da calamidade, serve para a captação de recursos junto aos governos Estadual e Federal para que o Município possa iniciar a executar e recuperação dos estragos no prazo de até 180 dias.

O diretor de Operações e Planejamento do Deinfra, engenheiro Carlos Alberto Ferrari, acompanhado de representantes das empresas Compasa e Engevix, que executaram a obra, concedeu entrevista coletiva à imprensa em São Joaquim para esclarecer todas as questões técnicas sobre a rachadura no asfalto recém-inaugurado.
Ferrari explicou que tão logo a rodovia cedeu, há cerca de três semanas, engenheiros, projetistas e especialistas em geotecnia passaram a frequentar o local diariamente em busca de respostas e soluções. A pista foi imediatamente interditada e sinalizada, e reparos emergenciais foram realizados para garantir a segurança. Ainda assim, o asfalto continuou a ruir.
“Temos fortes indícios de que o problema foi causado pela remoção de material de uma cascalheira particular localizada em um terreno logo abaixo da rodovia, provavelmente sem os devidos conhecimentos e cuidados técnicos. Outra opção pode ter sido um acidente geológico provocado pela ruptura de um bueiro, cuja água penetrou nas rochas. Mas a hipótese da cascalheira é a mais provável”, disse Ferrari.
A empreiteira executora da obra irá fazer a retificação do trecho, mas isso só acontecerá após o final das chuvas.
Foto: Pablo Gomes

Foto de Andressa Ramos mostra o trecho da avenida Belisário Ramos, na altura do Pancadão Som, no Bairro Universitário, em que a pista cedeu, com o rompimento da rede de esgoto.
O trecho teve de ser interditada no sentido Habitação/centro até o entroncamento com a D. Pedro II

Foto do repórter Vantuir Rech mostra o deslizamento de terra, na Cidade Alta, na altura da unidade da GTS.
Colocou em risco até a rede de energia, uma vez que o poste foi deslocado ou arrastado com a terra.
Como a chuva continua agora, é preciso tomar muito cuidado com os deslizamentos uma vez que a terra está muito encharcada.

Vereador Vone Schuermann criticou a imprensa, na sessão de terça-feira, em função da cobrança feita através do rádio com relação aos gastos do legislativo.
Cheio de razão, disse que, por conta de um contrato de cinco anos que deve vencer agora em agosto, “a imprensa recebe R$ 37 mil por mês da Câmara e depois ainda sae, falando mal dos vereadores. E a empresa que recebe este valor inclue dois blogueiros”.
Em primeiro lugar, exijo que o vereador diga quais são estes dois blogueiros que recebem através da empresa, pois eu não sou um deles.
É bom que se esclareça uma coisa. Esta empresa contratada é a Procedere, que passou por licitação e a lei exige que toda a mídia da Câmara seja intermediada por uma empresa devidamente licitada. Cabe a Câmara analisar quem está por traz da empresa que se inscreve no certame.

O vereador João Chagas também encheu a boca para dizer que tem gente da imprensa que recebe da Câmara e depois sai falando mal. Da mesma forma, tenho o direito de pedir que ele dê nome aos bois.
Em suma, esta é uma confissão pública de que a Câmara estaria pagando a imprensa para calar a boca dos profissionais que nela atuam.
Isto é muito grave senhor vereador!

Gostei do pronunciamento do vereador Bruno Hartmann que foi à tribuna na sessão de terça-feira para pedir o arquivamento do processo contra o vereador Osni Freitas.
Disse ele que esta denúncia não tem nenhum fundamento porque os assessores parlamentares podem cumprir o expediente conforme o entendimento do vereador a que servem.
“Meus assessores por vezes ficam trabalhando o dia inteiro e até à noite, então se pedem para se ausentar uma tarde, não há razão para não liberá-los”, disse ele.
O relator do processo, João Chagas, o sucedeu no microfome e prometeu cumprir sua tarefa e investigar a fundo a questão.
Outro que veio em defesa de Osni foi o vereador David Moro, lembrando que "assessor não trabalha apenas da 1 a 7 horas. E se existe um banco de horas, não tem porque impedir que se ausente um dia". Diz ele que a casa não pode ser injusta para com o vereador Osni.
Vereadores Amarildo Farias e Ivanildo Pereira também depositaram apoio a Osni.

Alguém me chama atenção, hoje, a respeito deste pontilhão sobre o Rio Carahá que não permite o acúmulo de lixo e o consequente represamento das águas.
Os demais feitos posteriormente, incluindo aquele em frente ao Fórum, deveria ter seguido este mesmo modelo.

E o que dizer do tunnel liner – tecnologia revolucionária – construído pela administração Renatinho, na rua Rio Grande do Norte, no São Cristóvão, que acabou não tendo efeito algum para conter os alagamentos.