



O Sindicato dos Servidores expediu nota repudiando todo o tipo de represália contra os servidores público, exigindo que os agressores sejam punidos pela Justiça. Esta manifestação se deve às agressões físicas e morais que alguns agentes comunitários de saúde estão sofrendo: “Um deles teve a casa apedrejada recentemente. Outros foram vítimas de ameaças, represálias e humilhações,” diz a nota.
Para a direção do Sindiserv “a comunidade precisa entender que as mazelas do serviço público são consequência de má gestão, má aplicação dos recursos e outros erros administrativos, e não dos agentes comunitários de saúde”.
Sendo eles os que estão em contato direto com a comunidade, servindo como um elo de ligação das pessoas que moram nos locais de abrangência das unidades de saúde e o serviço de atendimento, todo o descontentamento acaba refletindo na sua relação com as pessoas. Estas canalizam sua frustração e descontentamento aos agentes que estão mais próximos.
Mas, como explica o Sindserv “agredir, ofender e desmoralizar servidores públicos não resolve os problemas da sociedade. Apenas tira o foco dos verdadeiros responsáveis”. Lamentamos que tenha de ser através destas manifestações que os problemas no atendimento cheguem até as autoridades. Isso, no mínimo, exige investigação por parte da administração para saber onde está o verdadeiro foco do problema.
Um fato isolado pode ser atribuído ao destempero do agressor, mas quando mais casos são registrados é preciso questionar o sistema. Me parece ser este o caso. O que está acontecendo para que a comunidade tome atitudes tão radicais?
Em princípio já podemos constatar que eles não acreditam que através dos canais competentes suas queixas cheguem aos responsáveis ou que estes lhes atendam. Como a administração entende que o atendimento à saúde fornecido hoje é da melhor qualidade acaba não oportunizando abertura para a manifestação da comunidade.
O Sindicato dos Servidores expediu nota repudiando todo o tipo de represália contra os servidores público, exigindo que os agressores sejam punidos pela Justiça. Esta manifestação se deve às agressões físicas e morais que alguns agentes comunitários de saúde estão sofrendo: “Um deles teve a casa apedrejada recentemente. Outros foram vítimas de ameaças, represálias e humilhações,” diz a nota.
Para a direção do Sindiserv “a comunidade precisa entender que as mazelas do serviço público são consequência de má gestão, má aplicação dos recursos e outros erros administrativos, e não dos agentes comunitários de saúde”.
Sendo eles os que estão em contato direto com a comunidade, servindo como um elo de ligação das pessoas que moram nos locais de abrangência das unidades de saúde e o serviço de atendimento, todo o descontentamento acaba refletindo na sua relação com as pessoas. Estas canalizam sua frustração e descontentamento aos agentes que estão mais próximos.
Mas, como explica o Sindserv “agredir, ofender e desmoralizar servidores públicos não resolve os problemas da sociedade. Apenas tira o foco dos verdadeiros responsáveis”. Lamentamos que tenha de ser através destas manifestações que os problemas no atendimento cheguem até as autoridades. Isso, no mínimo, exige investigação por parte da administração para saber onde está o verdadeiro foco do problema.
Um fato isolado pode ser atribuído ao destempero do agressor, mas quando mais casos são registrados é preciso questionar o sistema. Me parece ser este o caso. O que está acontecendo para que a comunidade tome atitudes tão radicais?
Em princípio já podemos constatar que eles não acreditam que através dos canais competentes suas queixas cheguem aos responsáveis ou que estes lhes atendam. Como a administração entende que o atendimento à saúde fornecido hoje é da melhor qualidade acaba não oportunizando abertura para a manifestação da comunidade.
Nota publicada em minha coluna do Correio Lageano:
Representante do Diretran esteve na Acil em fevereiro do ano passado e garantiu que aárea azul estava em fase de finalização. “Está demorando a sair devido as exigências, que atrapalham o andamento das coisas”. Quanto aos semáforos informou que, “também nesta terça feira (27/02), seria assinado o contrato novo de padronização dos semáforos, que será feita via rádio e central de controle. “Com essa padronização será possível controlar o trânsito e até criar uma onda verde, ou seja, será possível ir do Cemitério Cruz das Almas até o Centro Agroveterinário sem parar nos semáforos, desde que seja respeitado o limite de velocidade da via”. Nem é necessário comentar!
Resposta da assessoria da prefeitura ao questionamento:
Novo sistema de controle dos semáforos irá melhorar a mobilidade urbana de Lages

Impressiona os estratos provocados pelas chuvas de sábado na Serra do Corvo Branco. O asfalto cedeu em alguns trechos.

Tanto que a Defesa Civil resolveu interditar o tráfego de veículos.

A erosão está levando embora a pista de rodagem nos locais em que não estão asfaltados.
Abaixo algumas declarações feitas pelo prefeito Ceron durante a campanha:
“Será nomeado um secretário ou secretária, mas o secretário de Saúde de fato, em minha administração, serei eu”.
“Vou criar um Fundo de Apoio às Famílias Carentes. Abrirei mão de meu salário para esse fundo. E tenho muitos amigos que já têm o “cavalinho na sombra” que podem ajudar”.
“Se for hoje na Secretaria da Habitação você não encontra um prego”.
“No meu governo haverá menos política partidária e mais política de gestão”.
“A Fundação Municipal de Esportes vai vir para dentro do meu gabinete. E pretendo aumentar o orçamento, separando o futebol profissional do amador”.


O coronel Joao Chrisóstomo De Moura, eleito deputado federal pelo PSL de Rondônia, apareceu no Fantástico do último domingo, quando estava na Câmara dos Deputados se instalando em seu gabinete.
Pelo visto já se casou por lá porque diz que levará a mulher e os pais para acompanhar a sua posse e está em grande expectativa quando a atuação no congresso.
Questionei outro dia a respeito da promessa feita de que o Batalhão Ferroviário iria participar da pavimentação das ruas de Lages.
Teve alguém que respondeu:
Olivete
Leio tua coluna todo dia
Você pergunta porque o batalhão não faz obra em Lages,
Só no Rio Grande do Sul
Primeiro:
Fácil! Dá uma volta pela Rua Coronel Cordova em frente a Clínica Gargione.
Até mais ou menos a metade no sentido Dom Pedro II, a partir dai é outro edital.
Portanto uma Rua de mais ou menos 800 m de comprimento com dois editais.
segundo:
Olha a qualidade da Obra. Já deteriorando, soltando pedras, buracos e vazamentos
Terceiro:
O batalhão não participa de maracutaia.
Pela segunda vez em que assume a prefeitura de Lages o vice Juliano Polese programa alguma atividade esportiva e passa o tempo de sua interinidade voltada para isso.
Agora está programando atividades esportivas a partir do próximo sábado, no Jones Minosso. Sabe que o esporte mobiliza as pessoas. Deveria aproveitar para terminar o ajardinamento do espaço externo do ginásio prometido durante a realização dos Jogos Abertos. Lembram,?
Projetadas sete quadras somente para a área do Jones Minosso

A Secretaria de Planejamento e Obras apresentou o projeto da reurbanização do entorno do ginásio Jones Minosso a Comissão dos Jogos Abertos.
Entre as proposições estão, a construção de duas quadras de areia; três quadras de minibasquete; ampliar as vagas para estacionamento dos ônibus; pavimentar o estacionamento já existente; trabalhar todo o paisagismo com arborização e instalação de pontos de estar; criar uma pista de caminhada; construir um pavilhão para abrigar duas canchas de bocha; revitalizar a pista de bicicross, entre outras idealizações.
“Depois dos jogos, a comunidade terá à disposição uma belíssima praça para usufruir”, ressaltou o vice-prefeito Juliano Polese, e presidente da CCO.
Vocês viram alguma coisa disso?