Minotto designa para Lages mais de um milhão em emendas

O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) esteve na tarde desta sexta-feira (15) em Lages e anunciou quase R$ 1 milhão em emendas impositivas para o município em 2024. Os recursos serão alocados no Orçamento do Governo do Estado que deve ser aprovado pela Assembleia Legislativa na próxima semana. Isso que ele nem é nosso representante na Assembleia.

 Serão R$ 500 mil para a construção de quadra esportiva com grama sintética no bairro Várzea, R$ 300 mil para a Uniplac e R$ 150 mil para a área da saúde com objetivo de atender o Instituto Autismo.

“A serra catarinense tem recebido atenção especial do nosso gabinete, e estes recursos reforçam nossa vontade de contribuir com o desenvolvimento de Lages. Lazer, esporte, educação, saúde e assistência social são áreas importantes que mostram nosso compromisso com a população lageana. Sigo trabalhando muito para melhorar a qualidade de vida dos catarinenses”, destacou Minotto.

Secretaria da Educação chama os 83 profissionais que passaram no concurso público

O prefeito de Lages, Antonio Ceron, autorizou a convocação imediata dos aprovados no concurso público da educação, edital 002/2023, para compor o quadro efetivo da Secretaria Municipal da Educação (SMEL). No total, serão chamados 83 profissionais entre professores e assistentes técnicos educacionais. 

Serão chamados professores de Educação Infantil, Arte, Geografia, Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Ciências, Educação Física, Ensino Religioso, História, Letras (Português e Inglês) e Matemática, além de assistentes técnicos educacionais. Após a escolha de vagas, iniciam-se os trâmites para a nomeação. Importante ressaltar que os profissionais convocados  vão iniciar as atividades nas unidades escolhidas somente a partir de fevereiro de 2024.

STJ restabelece os efeitos da condenação de ex-prefeito de São José do Cerrito

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) obteve, no Superior Tribunal de Justiça, a cassação de medida liminar e o consequente restabelecimento dos efeitos da condenação de Everaldo José Ronsoni, ex-prefeito de São José do Cerrito, por crimes contra a administração pública investigados na Operação Fundo do Poço.

Ronsoni foi condenado a 5 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão e a 3 anos 6 meses de detenção, no regime inicial semiaberto, e aos pagamentos de 28 dias-multa, no valor unitário mínimo legal, e 2% do valor de cada contrato licitado, pela prática de crimes contra a Lei de Licitações e de concussão. 

A sentença transitou em julgado no dia 1º de outubro de 2022. Porém, em setembro de 2023, o STJ deferiu liminar requerida pelo réu e suspendeu os efeitos da condenação até a apreciação definitiva do Habeas Corpus n. 853.417/SC, “considerando a possibilidade de reconhecimento da eventual competência da Justiça Eleitoral para o processamento e julgamento da presente ação penal, bem como o fato de o requerente ter respondido ao processo em liberdade”.  

O MPSC, por meio de sua Coordenadoria de Recursos Criminais (CRCrim), ainda em setembro, passou a atuar nos autos, rebatendo todas as teses defensivas. No corrente mês de dezembro, o Ministro Ribeiro Dantas acolheu os fundamentos trazidos pelo MPSC na manifestação, revogando a liminar anteriormente concedida, com o não conhecimento do habeas corpus.  

De início, destacou o Relator que “o acórdão condenatório transitou em julgado, razão pela qual a utilização do presente habeas corpus com o fim de se desconstituir as decisões proferidas pelas instâncias ordinárias consubstancia pretensão revisional que configura usurpação da competência do Tribunal de origem, nos termos dos arts. 105, inciso I, alínea e e 108, inciso I, alínea b, ambos da Constituição da República”.  

Ademais, “o Tribunal de Justiça afastou a alegação de competência da Justiça Eleitoral, sob o fundamento de que não foram comprovadas as teses da defesa e que, ao contrário disso, o acervo probatório demonstrou à saciedade a autoria e materialidade dos delitos de corrupção passiva e de dispensa indevida de licitação”, salientando que “o fato de a denúncia referir que o crime foi cometido `aproveitando-se que se tratava de período eleitoral’ não implica concluir que o dinheiro teria sido solicitado com o escopo de financiar a campanha eleitoral do paciente, como afirma o impetrante”.  

Com base nesses fundamentos, por não verificar a existência de flagrante ilegalidade no ato judicial impugnado, não conheceu do habeas corpus, tendo a condenação transitada em julgado voltado a surtir efeitos, podendo ser cumprida adequadamente na origem.   

Vale ressaltar que a defesa recorreu da decisão, aguardando julgamento no STJ.  

Suspeitos de matarem homem e destruírem cadáver são denunciados pelo MP

Os dois suspeitos de matarem um homem dentro do Presídio Masculino de Lages foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) à Justiça. Agora eles respondem a uma ação penal por homicídio com três qualificadoras (motivo torpe, asfixia e emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima) e destruição de cadáver.

A denúncia foi oferecida pela 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages, que atua na área criminal, com base nas provas dos autos. O objetivo é que os réus sejam julgados e condenados pelo Tribunal do Júri.

O fato aconteceu na noite de 5 de outubro deste ano, dentro de uma cela. As investigações apuraram que o crime foi cometido por motivo torpe, pois os réus agiram para se vingar da vítima por conta de desavenças. De acordo com a denúncia, um deles a asfixiou com um golpe “mata-leão” enquanto o outro a segurou pelas pernas e mãos para dificultar a defesa.

Ainda segundo a denúncia, os réus também destruíram o cadáver, cortando a cabeça e arrancando o coração da vítima. Um deles tem 43 anos de idade e cumpre pena por roubo e furto qualificado. O outro tem 22 anos e está preso preventivamente por tentativa de homicídio.

Mãos que trabalham

Colaborador há 37 anos da loja Zago, da Praça Vidal Ramos Sênior, Cláudio Nei Neto da Silva, foi uma das 60 pessoas homenageadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, com troféu “Mãos que Trabalham”. A cerimônia lotou o Mercado Público de Lages. O objetivo do evento foi reconhecer colaboradores destaques, que contribuem diariamente para o crescimento das empresas. O empresário Giancarlo Zago representou a loja, que tem 64 anos de atuação na cidade.

Cláudio Silva com a espessa Lucineide Mendes e o empresário Giancarlo Zago

TJ/SC e prefeitura entregaram 75 títulos de propriedade

Por iniciativa do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina, em parceria com o Ministério Público e a Prefeitura de Lages, o programa Lar Legal entregou 75 títulos de propriedade à comunidade do bairro. A solenidade que aconteceu na noite desta quinta-feira (14), no Mercado Público de Lages.

Somado a outras duas entregas neste ano, sendo uma em março e outra em agosto, agora são 256 títulos de propriedade entregues aos moradores do Habitação, regularizando a situação de praticamente todos os terrenos daquela região.

O programa Lar Legal, implantado há 20 anos em Santa Catarina, visa entregar os títulos de propriedade já consolidados pelo tempo aos moradores da propriedade, como forma de dar proteção legal aos cidadãos, os quais possuem apenas o reconhecimento formal de sua posse.

Será realizado o cadastro das pessoas em situação de rua

De autoria do deputado Mauricio Eskudlark (PL), foi aprovado o Projeto de Lei que visa estabelecer um cadastro estadual com o objetivo de subsidiar políticas públicas de atendimento, acolhimento, encaminhamento e ciclo completo de reinserção social de pessoas em situação de rua. A proposta prevê a coleta de fotos, imagens digitais a fim de possibilitar a utilização de recursos inseridos no cadastro, para o reconhecimento facial.

“Temos que saber quem é, de onde veio, se quer voltar para a família, se quer emprego”, afirmou Eskudlark. “Já estamos vivendo quase um caos social com referência aos moradores de rua. Quem está sofrendo com esse problema é o morador de rua e a sociedade em geral”, completou.

Os deputados Marquito (Psol) e Vicente Caropreso (PSDB) se manifestaram sobre a proposta. Marquito votou contra. “É um tema que a sociedade precisa se debruçar. Quando há mais pessoas nas ruas, demonstra que algo está muito errado na nossa sociedade.”

Já  Vicente apoiou a proposta. “Também é uma questão de segurança pública e de políticas públicas para dar dignidade às pessoas nessa condição.”