Iluminação pública: 33 atendimentos por dia

As atividades da empresa prestadora de serviços de conservação da rede de iluminação pública, contratada por licitação, a Tradetek, sediada em Curitiba (PR), iniciaram em 5 de dezembro de 2023, e ocorrem, inclusive, em fins de semana, feriados e no período noturno, com o intuito de atribuir celeridade às respostas para as necessidades da comunidade. Recentemente, o número de operários contou com reforços; de uma equipe passou-se para três.
Em 30 dias (um mês) de atuação, a média é de 33 atendimentos diários.

Vejam como estava a situação de abandono deste setor.

Lages possui mais de 22 mil Unidades de Iluminação Pública (UIPs) e a projeção de melhorias e eficientizações com LED (20% Parque) é de 4.400.

Ex-servidor do TF/SC é condenado por desvio de recursos públicos

Um ex-servidor público da Justiça Federal de Santa Catarina foi condenado nesta segunda-feira (22) a 15 anos de prisão após desviar R$ 2 milhões em dinheiro público. Segundo o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) ele está foragido e faz parte da lista de procurados da Interpol.

Ele era lotado na Seção Judiciária de Santa Catarina, em Florianópolis, e trabalhava home office nos Estados Unidos. Entre dezembro de 2017 e abril de 2019 ele e outro homem, também condenado, teriam roubado 2.538.326,31 dos cofres públicos.

Conforme o TRF4, o ex-servidor conseguiu informações sobre contas bancárias antigas com depósitos judiciais de processos arquivados. Com esses dados, ele desviou valores que estavam em contas judiciais da Justiça Federal para seu sócio em uma empresa.

Para desviar o dinheiro público, ele elaborava ofícios para que magistrados do tribunal federal assinassem e autorizassem a transferência para as contas bancárias do sócio e da empresa.

Ele foi alvo de um processo administrativo em janeiro de 2022, e acabou demitido por atos de improbidade administrativa e crimes contra a Administração Pública.

https://ndmais.com.br/justica

Mais um recurso contra Seif será analisado hoje

Está na pauta do Tribunal Regional Eleitoral de SC, nesta terça-feira (23), mais um recurso da defesa do senador Jorge Seif (PL-SC) contra o pedido de cassação em andamento contra ele. O Tribunal já se posicionou contra a ação protocolada pela Coligação Bora Trabalhar, comandada pelo PSD, que ficou em segundo lugar na disputa da eleição de 2022, com Raimundo Colombo. No entanto, os advogados de Seif já entraram com dois recursos chamados de “embargos de declaração”, que servem para ajustes nos resumos das decisões, mas não alteram o entendimento do órgão.

Com o julgamento desta terça-feira, a tendência é que nos próximos dias o pedido de cassação já seja enviado ao TSE. É lá que o ex-governador está contando que poderá reverter a decisão a seu favor.

Se a moda pega……

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) identificou de onde veio o ônibus que trouxe 44 pessoas em situação de rua para Florianópolis. O veículo teria partido de Teofilândia, município de pouco mais de 21 mil habitantes, na Bahia.

A informação foi confirmada pelo promotor Daniel Paladino em entrevista à CBN Floripa nesta segunda-feira (22). Ainda segundo Paladino, o ônibus desembarcou em “lugar incomum”, em uma área próxima ao Terminal de Integração da Trindade (Titri).

Os passageiros chegaram já com malas, que estavam sendo desembarcadas no momento em que o ônibus foi abordado por agentes da Polícia Militar (PM), do serviço de abordagem social.

— Não era nem no Titri, muito menos no Terminal Rita Maria, onde se esperava realmente que este ônibus desembarcasse, já que foi dito pelo próprio motorista que se tratava de um ônibus de turismo. Porém, as pessoas foram largadas em local incomum — afirmou o promotor.

Ainda conforme explica Paladino, os passageiros não tinham vínculo com Florianópolis, ou parentes que morassem na capital catarinense. A prefeitura de Teofilândia tem 15 dias, contando desde o início das investigações, para responder os questionamentos do MPSC.

https://www.nsctotal.com.br/noticias

TCE aponta inconsistências em licitação de Ponte Alta

Boa noite, 
Segue em anexo uma decisão do TCESC acerca da representação de uma das licitantes que participou de um certame da prefeitura de Ponte Alta visando a construção de calçadas de paver.
Conforme pode ser observado na decisão o TCESC identificou diversas irregularidades na licitação.
Se você achar possível gostaria que divulgasse para que a população de Ponte Alta tenha ciência do tamanho das ilicitudes que estão ocorrendo aqui, pois grande parte da população daqui não consegue enxergar a realidade, só conseguem ver as obras que foram feitas e não conseguem admitir como se deu os processos licitatórios, ou mesmo ter noção do quão grave são as irregularidades que estão ocorrendo aqui. Veja que mesmo com a operação da Gaeco aqui muitos creem piamente que tudo não passa de perseguição ao prefeito.
Há problemas nas licitações, na da terraplanagem, na de locação de uma máquina, num pregão eletrônico de sonorização para a secretaria de saúde; a empresa que fez a obra do Jardim Vovó Mina foi uma de Lages e a que estava fazendo a obra é a do investigado na CPI dos combustíveis de Correia Pinto, mesma situação na licitação das casas populares, quem ganhou foi a empresa JN Monn aí de Lages mas quem estava fazendo as casas populares era a Voltti Construções de José Carlos Vargas Mariano.  Sou aqui de Ponte Alta e acompanhei a construção destas casas.  Junior Rabelo apesar de muitos afirmarem que é dono da empresa Voltti Construções não admite e se diz apenas responsável técnico da empresa e é muito amigo de Junior Cesar da Silva, vulgo Cesinha. 
Acerca das casas populares ainda, segundo consta no projeto feito pelo engenheiro, que inclusive é o fiscal do contrato, deviam ter as janelas de madeira de eucalipto e serem pintadas com tinta a óleo, mas as janelas colocadas são de alumínio e a tinta que foi pintada não durou 1 mês, tem casas que não faz 6 meses que foram feitas e já estão apodrecendo. Uma dessas casas fica na esquina da Rua Jalisco com a Rua Nereu Ramos no bairro Vila Nova. Eles foram feitas com madeiras de semelhante a madeira de forro, de encaixar, e como foram feitas de lado já entra água nos encaixes o que faz com que infiltrem ainda mais em virtude da pintutra de péssima qualidade. Até hoje somente vi 3 dessas casas feitas aqui em Ponte Alta, essa no bairro Vila Nova, uma no centro na rua Frei Rogério e outra no Sossego. 
Outra coisa séria que está acontecendo aqui é que diversos servidores estão ganhado funções de confiança e funções gratificadas e horas extras, adicionais noturno, de periculosidade entre outras de forma cumulada, mesmo exercendo funções que exigem dedicação exclusiva e de forma irregular. Para encobrir isso da populaçao foi retirado do portal da transparência os servidores: ….. para burlar uma recomendação do MPSC então retiraram do cargo de secretária, e concederam função de confiança de 70% e mais graticações para burlar o valor da remuneração), mesma situação está outro servidor (que MPSC recomendnou sua exoneraçao do cargo de Secretário… e para burlar isso transferiram ele, fiscal de obras, para a sec de Administração, para justificar a permanência dele  concederam em agosto/2023 para ele uma gratificação de 70%. UM outro (atua como secretário e a fim de burlar o vencimento ganha pelo cargo de operador de trator com adicional de periculosidade e horas extras). 
As horas extras se tornaram uma coisa cotidiana, deixaram de ser excepcional, todo final de semana estão trabalhando porém geralmente em propriedades particulares, enquanto as ruas da área urbana e as estradas das áreas rurais estão péssimas, e nos contribuintes pagando horas extras para servidores trabalharem em propiedades particulares.
 A terraplanagem da área industrial está sendo feita desde o primeiro ano de mandato e até agora não foi concluida, ao que parece sequer tem licença ambiental para derrubarem as inúmeras araucárias que tem no local, porém mesmo assim algumas foram queimadas e derrubadas. A empresa que ganhou uma primeira licitação foi JC Terraplanagem e Transportes LTDA, que tbem ganhou algumas dispensas de licitação para contratação de caçambas e trator de esteira, porém nunca se viu uma máquina dessa empresa na terraplanagem, ao contrário quem estava prestando os serviços era os veiculos da prefeitura e do pai do vice prefeito, Pontealterra, inclusive pouco antes da Gaeco vir aqui o trator de esteira estava lá todo dia na terraplanagem da referida empresa com letras garrafais escrito Pontealterra, inclusive a área industrial fica em frente a academia que o senhor prefeito frequenta, tendo sido ele que assinou o contrato com a empresa JC de Monte Castelo, nos editais e contratos não constam a possibilidade de subcontratação e ainda que constassem seria absolutamente imoral a sucontratação da emrpesa do pai do vice. 
Outra situção que chamou atenção é que recentemente foi entregue uma ordem de serviço para confecção das calçadas no bairro Vila Nova e na foto postado pelos gestores aparece novamente o sr Junios Rabelo, porém a empresa que ganhou a licitação se chama RT Guedes de Florianópolis, não entendi o porquê da presença dele na entrega da ordem de serviço, vez que não tem qualquer vinculo com a administração publica de Ponte Alta pois não é servidor e o município possui engenheiro no seu quadro de servidores. Vou organizar alguns documentos que tenho e te enviar posteriormente. 
Gostaria de que se vc pudesse averiguar ou apurar algo, ou ao menos levar isso ao conhecimento das autoridades competentes para que investiguem e façam alguma coisa, pois tudo isso já foi exaustivamente denunciado e nada muda. 
Ainda acerca das irregularidades no RH vale ressaltar que o prefeito é servidor há 15 anos do RH, além de sempre ter participado da comissões de licitações, ou seja, não pode negar desconhecimento, ainda mais pq sua irmã é quem faz o RH agora. Peço encarecidamente que resguarde o sigilo da fonte, pois qualquer um que ouse falar algo contra essa administração  sofre até mesmo ameaças de morte.
Denúncia de um morador do muicípio

Comando informa que rastros na Av. Camões não foram da Polícia Montada

Prezada Olivete Salmória,

Cumprimentando-a cordialmente, como Comandante da Cavalaria de Lages, gostaria de lhe passar algumas informações sobre o conteúdo publicado em sua página no dia 20 de janeiro de 2024 (https://olivetesalmoria.com.br/103060-rastros-nas-calcadas/).

Nele, a senhora afirma que o policiamento montado realizado pela Cavalaria de Lages foi responsável por sujar a calçada localizada na Avenida Luiz de Camões:

 

“Ao sair para caminhar nesta manhã de sábado, me deparo com isso ao longo da calçada (passeio) da Av. Camões. Rastros de cocô de cavalo:

Creio que a Polícia Montada que circula à noite, poderia ao menos, andar pelo leito da rua, deixando as calçadas limpas para os pedestres”.

 

Acontece que nestes meses de dezembro e janeiro, o nosso policiamento montado em momento algum esteve no Coral, em especial, na Avenida Luiz de Camões.

Nesta época, a Cavalaria concentrou e concentra seu trabalho no Setor 05 (Centro) e no Setor 07 (Bairro Universitário e bairros próximos), além de missões específicas, como jogos de futebol do Inter de Lages ou na Operação Estação Verão Interior.

Nos dias 19 e 20 de janeiro, inclusive, eles estavam fora de Lages, em apoio à Operação Estação Verão Interior, nas cidades de Alfredo Wagner e Bom Retiro, conforme cópia de relatórios de serviço encaminhados em anexo junto com outros documentos que asseveram isto.

Para não deixar dúvidas, segue o link com as imagens das câmeras da PMSC do dia 19/01/2023, localizadas ao longo da referida avenida, comprovando quem realmente sujou a calçada:

https://drive.google.com/drive/folders/1PSAEFb1cR4JUdNRETdFXST4qH-sTwp16

Diante deste fato, solicito que seja feita uma retratação sobre as informações citadas na matéria, pois tal fato prejudica a imagem da Polícia Militar e, em particular, da Cavalaria de Lages, a qual é uma referência no policiamento montado no nosso estado e um grande parceiro da Segurança Pública do município de Lages.

 

Atenciosamente,

 

GABRIEL FURTADO FERNANDES – Major PM                                                      
Comandante do 2º Esquadrão de Polícia Montada – 2ª CRPM      

Morte por negligência médica resulta em indenização de meio milhão de reais na Serra

A 3ª Vara Cível da comarca de Lages estabeleceu em R$ 505 mil, acrescidos de juros e correção monetária, indenização por danos morais à família de um paciente que faleceu em razão da negligência no atendimento emergencial. O pagamento deve ser feito pelo Hospital Nossa Senhota dos Prazeres e um médico de forma solidária. Além disso, ambos deverão pagar pensão mensal ao filho e à companheira da vítima.

O homem, que trabalhava como ajudante de serviços gerais, sofreu um acidente de motocicleta e foi encaminhado ao hospital. Consta nos autos que o paciente foi diagnosticado pelo médico plantonista com trauma abdominal e fratura no joelho. Três horas após o homem recebeu alta, foi para casa e, durante à noite, sentiu fortes dores no abdome.

No dia seguinte, voltou ao hospital, passou por novos exames, com diagnóstico de lesão hepática e sangramento ativo em cavidade abdominal. Já com o quadro de saúde agravado, foi submetido a cirurgia de emergência. O homem morreu dias depois. Em conclusão pericial, tem-se na decisão que, em virtude da gravidade do trauma, mesmo que o atendimento médico hospitalar tenha ocorrido de prontidão, o paciente não deveria ter recebido alta hospitalar horas após seu primeiro atendimento.

“O erro de diagnóstico e a superficialidade da investigação acerca dos sintomas do paciente, portanto, configuram atitude manifestamente negligente do médico e, nessa medida, caracterizam o ilícito civil e o consequente dever de reparação pelos danos causados”, observa o magistrado sentenciante.

A indenização foi arbitrada em R$ 100 mil para o filho do paciente; R$ 80mil para a esposa; R$ 75mil à mãe e R$ 250 mil divididos entre os três irmãos. O médico e o hospital deverão pagar pensão equivalente a dois terços da remuneração que o homem recebia ao filho, até que complete 25 anos, e valor igual à companheira, desde a data do acidente até o dia em que o paciente completaria 76 anos de idade.

O juiz reconheceu a possibilidade de abatimento de eventual pagamento feito aos autores a título de seguro DPVAT. A decisão é passível de recurso junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Secretária admite necessidade de mudanças na política de atendimento aos moradores de rua

Depois de muita polêmica em função das pessoas em situação de rua, em Lages, e de ter expedido uma Nota de Repúdio se isentando da total responsabilidade no caso dos problemas decorrentes das ações destas pessoas, a secretária de Assistência Social, Cláudia Baccin admite que é preciso fazer algumas mudanças na política de atendimento aos moradores de rua adotada.

O Albergue Pop trabalha com estas pessoas, onde tenta fazer o resgate destes indivíduos, mas diz que ao assumir encontrou muitas deficiências. Está sendo reestruturado e formatada uma nova política na qual estas pessoas terão de se adequar ou se não se adequarem terão de deixar a cidade.

“Vamos fazer uma separação das pessoas de Lages e das pessoas que vêm de fora, pois terão tratamento diferenciado. Essa coordenação técnica que assumiu a questão fará agora um acompanhamento destas pessoas”, diz ela.

Faz também uma importante observação: “60% destas pessoas em situação de rua são lageanos, portanto não se resolve o problema, como alguns sugerem, de mandar de volta às suas cidades de origem”

 

Lá ficarão acolhidos pelo tempo de se “fazer uma caminhada com eles”, explica a secretária. Estabelecendo o tempo para cada um que lá está sendo acolhido. E dependendo das necessidades de cada um.

Daniel Goulart faz denúncias sobre adulteração de documentos

https://www.instagram.com/reel/C2Zv7T2rlY7/?igsh=eTlpeDAwcXlvaTNt

As APARÊNCIAS ENGANAM !!! Documentos oficiais eram adulterados dentro da prefeitura em Lages para favorecer pessoas a construir em área de… _ Instagram

Este é o documento que a Seplam liberou para este senhor ligar a luz e água em seu terreno, no dia 20 de dezembro e assinado pelo funcionário da secretaria. Segundo Gregory Santos ele nem teria nada a ver com isso, porque saiu de lá (secretaria), em outubro. “Só porque eu conheço este senhor ele quiseram me ligar ao caso”, diz Gregory. “Ele só me procurou para perguntar se eles podiam quebrar o que ele tinha feito no terreno (tinha colocado caixa de água e um barraco). Eu disse que só a prefeitura e a Defesa Civil tinham direito de entrar lá e quebrar. Nenhum vizinho ou particulares poderiam fazer isso. Foi a única informação que deu para aquele senhor, embora conheça ele há muitos anos e frequentemos a mesma igreja, mas eu sai da prefeitura (Seplam) em outubro e os documentos que este senhor tem são de dezembro. Não tem nada a haver comigo, disse Gregory.