Reajuste dos servidores significará um impacto de R$ 3 milhões ao mês na folha de pagamentos

A folha de pagamento da prefeitura totaliza R$ 490 milhões por ano e só o reajuste concedido pelo executivo e recém aprovado pela Câmara, de 6,27% significa um impacto de mais de R$ 30 milhões ao ano, cerca de R$ 3 milhões ao mês.

Segundo o secretário de Finanças, Evandro Frigo, de cada 1% de reajuste significa mais R$ 4 a R$ 5 milhões a mais na folha. Observa ele que a prefeitura, neste momento não teria condições de aplicar um reajuste maior porque há ainda muitos compromissos financeiros a saldar.

Surgem gravações e fotos de todos os lados

Agora começaram a desencantar gravações de toda a ordem. Porque estas pessoas não divulgaram tais gravações e fotos até agora? Teríamos evitado que fosse levados à aprovação das urnas, lhe conferindo legitimidade para ocupar o cargo de vice-prefeito de Lages. Sempre foi assim, só batem em cachorro morto. Queria ver estas mesmas pessoas divulgarem vídeos e boletins de ocorrência de outras pessoas que estão aí exercendo o poder.

Se tais ocorrências tivessem chegado até a prefeita Carmen Zanotto, teríamos impedido, não a aliança com o Podemos, mas conduziria a escolha de outra pessoa para vice-prefeito. Incrivelmente, até conversas do vice com a sua irmã estão sendo divulgadas.

Outros casos são divulgados nas redes sociais

Se forem divulgado todos os Boletins de Ocorrência em que homens teriam batido em mulher, registrados em Lages, iríamos nos surpreender com alguns dos casos.  Sem nenhuma pesquisa mais a fundo poderíamos citar pelo menos três casos de violência doméstica praticada por pessoas públicas nos últimos tempos, em Lages. Envolve alguns que até expediram nota de repúdio ao vice-prefeito Jair Junior.

Com o caso Jair acabam aparecendo outros, um dos quais envolvendo alguém da prateleira de cima da área da educação. Boletins de Ocorrência estão circulando pelos grupos sociais. Casos em que os autores não sofreram nenhuma consequência e prosseguem posando de bons moços e até apontando o dedos para os outros.

Rodrigues se lança ao governo encarando, de saída, seu maior drama

Conversei com pessoas que estiveram no evento em Chapecó, para o pré-lançamento da candidatura de João Rodrigues, ao governo.

Dizem que o evento iniciou com imagens dele quando esteve detido no Presídio da Papuda, em Imensos telões. Exibiam imagens dele, em Brasília, estampando palavras como ” estive preso”, acompanhado com fotos de quando deputado federal, que dormia na prisão e durante o dia frequentava o Congresso. Nestes imensos telões sua história era narrada. Faz questão de enfrentar de cara, antes mesmo da campanha, este período negro de sua vida.

Isso porque, todo mundo sabe de sua história e ele sabe que terá de enfrentar isso para chegar até o Centro Administrativo e ocupar a casa D’Agronômica.

Políticos com este tipo “experiência”, polulam em nosso cenário estadual. O próprio Júlio Garcia que dividiu o palco no evento e hoje chefia o Legislativo estadual, já passou por isso. E… quando na eleição para escolha do novo presidente da Casa, teve o voto unânime de seus pares.

E vejam que passaram por tudo isso, foram presos e até usaram tornozeleiras e, estão ai, de volta no comando da política de Santa Catarina. As inúmeras investigações da Gaeco, muitas das quais em nada resultaram, colaborar para tornar tais fatos lugares comuns no nosso dia a dia. Estes escândalos não mais espantam ou surpreendem, pois sabemos do que deles resultam: nada.