O presidente da Câmara de Lages, Maurício Batalha, utilizou a tribuna para responder a críticas que têm atingido sua atuação. O ponto central do desconforto reside na contradição apontada por críticos: como um advogado e ex-procurador do município, com profundo conhecimento jurídico, permite que projetos considerados inconstitucionais tramitem e sejam aprovados sob sua gestão?
Batalha foi enfático ao separar sua competência técnica da sua função institucional. Como presidente, seu papel é pautar e conduzir as sessões. Ele esclareceu que: Não integra a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o crivo da legalidade é realizado; na presidência, só vota em caso de empate, o que impede uma interferência direta no mérito das propostas. Intervir para barrar projetos por conta própria poderia ser interpretado como cerceamento da liberdade dos demais vereadores ou abuso de poder.



