“Desde o Extremo-Oeste até as cabeceiras das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo, em Florianópolis a BR 282”, precisa de obras urgentes, diz deputado

A situação de rodovias estaduais e federais em Santa Catarina foi destaque na Assembleia Legislativa. Parlamentares de vários partidos discutiram o assunto durante a sessão realizada na manhã desta terça-feira (7). Entre elogios pela entrega de ordens de serviço feita pelo governo do Estado e críticas pela demora nas obras, ficou a unanimidade pela necessidade de melhorias nas estradas.

O deputado Valdir Cobalchini (MDB), relatou dificuldade de tráfego na BR-163, no Extremo-Oeste. “A estrada está sendo restaurada após a Alesc autorizar R$ 100 milhões. Espero que ainda esse ano a 163 esteja em condições de trafegabilidade e a gente não tenha mais esses problemas”, comentou.

Segundo ele, a BR-282 também está na mesma situação. Como coordenador da Bancada do Oeste, o parlamentar citou que talvez seja necessário fazer um apelo ao governador Carlos Moisés para que o exemplo da BR-470, em que a Alesc autorizou o investimento de R$ 300 milhões, seja feito nas demais rodovias. Na visão dele, a BR-282 que e a de maior extensão, com mais de 700 quilômetros, “desde o Extremo-Oeste até as cabeceiras das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo, em Florianópolis”, precisa de obras urgentes. “Tem a questão das terceiras faixas de Alfredo Wagner para cá, mas tem muitos outros pontos que esta rodovia precisa ser ampliada. Há forte movimento de caminhões que transitam por todas estas rodovias que são, praticamente, as mesmas de 50 anos atrás. Não mudaram. Não ampliaram sua capacidade. Lá na BR-283 há muitas curvas e você não tem espaço para fazer uma ultrapassagem o que faz com que as viagens demorem mais e os riscos de acidentes são muito maiores”, avaliou.

Para o deputado Fabiano da Luz (PT) é “desesperadora” a situação das rodovias federais e estaduais no Oeste. “Todas estão em situação crítica, de urgência. E agora com a quantidade de chuvas da última semana o que tinha de buraco para abrir abriu e os que já estavam abertos aumentaram”, explicou.

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