Bolsonaro deixou em 2019 o PSL, partido pelo qual se elegeu presidente. Ele precisa estar filiado a uma legenda para disputar a reeleição no próximo ano. Antes do PL, o presidente já esteve muito perto de acertar sua filiação com o PP, outro partido do centrão.
Inicialmente marcada para o dia 22, a filiação de Bolsonaro ao PL foi adiada após divergências sobre apoios nos Estados para a eleição do ano que vem, especialmente em São Paulo. O presidente manifestava desagrado com a possibilidade de liberação de filiados em alguns Estados para acordos regionais.

O senador Jorginho Melo festeja o ingresso de Jair Bolsonaro ao PL. Ele entende que isso poderá coloca-lo no segundo turno na disputa à sucessão de Carlos Moisés em SC.
Agora é 22
Brasil acima de tudo e Deus acima de todos
E os esquerdalhas chorando kkkkkk
O Brasil chora, seja de esquerda, direita, central, e não temos p onde fugir, um pior q o outro.
O negócio só vai pra frente quando o povo entender que todos estamos do mesmo lado.
Se não tiver preguiça ou aversão à leitura, pesquise sobre o conceito de “dividir para conquistar”, quem escreveu sobre o tema e quem efetivamente utilizou da estratégia.
“Em política e sociologia, dividir para conquistar (ou dividir para reinar), consiste em ganhar o controle de um lugar através da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores se juntem. “