Em depoimento feito à CPI que apurar irregularidades na ocupação do terreno da Sinotruk, o ex-prefeito Elizeu Matos que não autorizou a ninguém para se instalar no terreno como alegou seu José Pires (Cowboy). E apontou as razões: 1. Para determinar que alguém ocupasse o terreno seria preciso que houvesse um documento. Um prefeito não dá ordens deste tipo sem que seja documentado.
- Quando o terreno foi adquirido em 2014 ,pelo governo do estado, esta pessoa lhe procurou pedindo tempo para a retirada do gado que mantinha no local.
- Em 2016 este terreno já pertencia a Sinotruk, portanto, não poderia ter autorizado a ocupação de um terreno que já não era de sua responsabilidade.
- Ao fazer a aquisição foi também determinado que fossem desmanchadas as construções que lá haviam. Isso foi acompanhado pelo secretário da Defesa Civil, Panek; e pelo engenheiro Caetano, que podem comprovar isso.

Elizeu Mattos também narrou todas as negociações para a instalação do Lages Business Park, um condomínio empresarial a exemplo do que foi feito em Joinville* e em Aparecida de Goiânia sugerido pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira. “Este condomínio seria um salto fantástico para Lages”, disse, destacando que nesse projeto o município “teria risco zero” pois tudo o que a empresa (Praiatur) encarregada de toda a infraestrutura fizesse lá e não cumprisse com o contrato, iria perdeu o que investiu, uma vez que ficaria para o município”. Dos mais de 300 lotes que haveriam lá, a prefeitura teria ainda direito a 80 deles para doar às empresas locais. Essa empresa vencedora da licitação tinha fundos de grupos europeus.
Disse ele que nesta gestão, se criou toda uma questão com relação à caução – essa garantia pode ser em dinheiro, em seguro ou uma carta-fiança- que é algo negociável. A direção da empresa chegou a conversar com ele, quando já não era mais prefeito, relatando a dificuldade que estavam tendo porque sequer estavam conseguindo entrar no terreno – que legalmente estava em sua posse – para elaborar os projetos necessário e que tinham prazo para conclusão. Ele sugeriu que conversassem com o governador Colombo e o prefeito Ceron.
- Esse condomínio Perini responde por 2% do PIB de SC e para Joinville equivale 25 % do seu PIB. Em vinte anos este parque geraria para Lages de 8 a 10 mil empregos.
Hoje o governo do estado está destinando R$ 3 milhões para fazer o acesso ao terreno da Sinotruk e no projeto não haveria investimento nenhum por parte da prefeitura.
Megalomania continua. Os tombos na vida não incutiram juízo ao ex-prefeito.
Kaio, megalomania? O condomínio empresarial já era uma realidade, só não aconteceu por boicote da atual administração, o que ex prefeito falou é a pura realidade, estude um pouco sobre os condomínios empresariais, estude o daqui de SC que é o Perine que fica em Joinville.
Os tombos que ele levou teve o dedo de vários coronéis da política. Na época dele Lages estava bem , muitas coisas boas acontecendo.
Eduardo, quer um conselho? Não acredite em somente o que esse ex políticos falam. Em minha visão, foi uma péssima administração, desvios de verba pública, escândalos.
Em relação ao terreno é fato, se a empresa não depositou como estava no contrato, não tinha direito ao terreno, fato.
Outro detalhe, como o terreno estava de posse da sinotruck, se de fato ela nunca veio, o aterro tmb foi feito com dinheiro público.
Rafael, primeiro: o Elizeu não foi condenado por desvios de dinheiro público.
Segundo: não foi feito qualquer obra de terraplanagem naquela área.
Terceiro: pare de ser puxa saco e se informe das questões a serem palpitadas e discutidas.