
A diretoria da Acil recebeu o superintendente da Fundação Cultural de Lages, Gilberto Ronconi, que respondeu a alguns questionamentos dos empresários com relação ao edital da festa do Pinhão.
“Muitas coisas que se quer fazer, esbarra na questão jurídica. No dia da audiência pública muitos comerciantes solicitaram que se abra a licitação só para lageanos, mas não se pode fazer isso. A lei não permite,” disse Ronconi..
Apesar de não ter um prazo definido para o lançamento do edital, Ronconi ressaltou que o ideal é que seja homologado até outubro próximo. O processo de elaboração do edital está parado e deverá ser retomado após a festa.

Outra questão abordada foi com relação a contrapartida dada pela Prefeitura, que atualmente recebe cerca de R$ 220 mil pelos royalties da festa. Segundo o superintendente, é responsabilidade da Prefeitura o aluguel do parque de exposições, a colocação de transformadores para fazer suporte na rede elétrica, o pagamento das taxas de policiamento externo do parque, a construção do pronto atendimento, a realização da Sapecada da Canção Nativa e o Recanto do Pinhão.
“Como uma parceria público privada, nós entendemos que temos algumas responsabilidades lá dentro, uma delas é a saúde. O pronto atendimento é nossa responsabilidade e da Gaby é de colocar duas ambulâncias lá dentro, uma para UTI e outra para deslocamentos. Com relação ao policiamento, a vinda de efetivo de fora, para não comprometer a segurança da cidade neste período, tem um custo e por ser segurança pública a prefeitura também assume esta responsabilidade”, explicou.
Ao final da reunião o 1º secretário da ACIL, Carlos Eduardo de Liz, destacou que ACIL, CDL e demais entidades presentes se colocam como colaboradores na elaboração do edital da Festa do Pinhão. “Nós não temos que discutir o mérito do que aconteceu, mas sim, melhorar o que está sendo executado. E nós estamos aqui para participar e contribuir com esse processo”, finalizou.