Balanço de um ano do Parque Órion: na busca da formação de uma cultura de inovação

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O presidente do Instituto Órion, Roberto Amaral e o diretor executivo, Claiton C. de Souza receberam a imprensa, nesta quinta-feira, para uma avaliação do instituto em seu primeiro ano de existência a completar no próximo dia 24.

 

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Amaral repassou toda a trajetória percorrida para a implantação do Parque tecnológico que leva o nome do ex-governador Luiz Henrique da Silveira. É bom lembrar que foi a partir do projeto do Parque Órion, de Lages, que o estado investiu nas 13 unidades previstas para o estado. O de Lages é o único pronto e funcionando.

A proposta era criar um polo de inovação e incentivar o surgimento de novas empresas tecnológicas.

Amaral lembrou que a primeira grande expansão econômica de Lages se deu com as atividades agropastorial. Quando ingressou na era da indústria o município  não estava preparado pois não tinha a cultura industrial. Chegou a tomar algumas iniciativas como da implantação da Lactoplasa e da Frigoplan, mas não foram bem sucedidas.

Na era da informática também não tinha expertise nesta área e passou ao largo.

Agora, na era da inovação, se criou este ecossistema através da proposta do Parque Órion que está preparando o município para entrar nesta era.

 

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Claiton observou que hoje o Parque Órion já está conseguindo se transformar num centro de incentivo inovador na medida em que está avançando também em sua estrutura. Há apenas três meses conseguiu instalar o elevador e também foi aberta a cafeteria.

Claiton lembra que no início o foco estava na atuação como encubadora, que era a única porta de entrada ao parque. Destas conta hoje com três: a Biosul, Melhore e Ciacon.  

Mas, hoje ampliou sua proposta oferecendo outras alternativas:

como no caso das empresas âncoras que são aquelas que adquiriarm terreno para construção de unidades dentro do parque. Nelas estão incluídas a Flex, a NDDigital e o Senac. Nenhum se instalou ainda porque dependem da liberação do terreno por parte da prefeitura.

Os projetos Inovadores: que consistem nas empresas que já atuam no mercado mas que querem desenvolver novos projetos. Conta hoje com duas delas: a SolfTecSul e a Planton.

As empresas virtuais: que não estão fisicamente ocupando espaço no parque, mas que com a ajuda do instituto estão desenvolvendo projetos. Só aí existem 12 empresas engajadas.

Ainda o PD&I: que são empresas que procuram o parque e a sua estrutura apenas para desenvolver pesquisas.

 e, como o Órion dispõe de 34 salas, está hoje atuando no sistema Coworking, que consiste na locação de espaço temporariamente para as empresas.

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Sem contar os mais de 100 eventos realizados no parque durante este ano.

 

A maior aposta do Instituto Órion hoje está no Gênesis que é o escritório de projetos que ajuda a desenvolver projetos e na captação dos recursos.

Este escritório de projetos está sendo coordenado por Suelen Carl, com vasta experiência, formação em Oxford e em Estocolmo, que está em Lages desde fevereiro, mas que concluírá sua estada por aqui em agosto. Setembro embarca para Nova Delhi, Índia onde passará a dar aulas.

 

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