Hoje, quarta-feira (27), o Núcleo de TI – Tecnologia da Informação – da Acil, fez o lançamento do maior evento de tecnologia e inovação, o II Conexão Serra, que deverá ocorrer nos dias 25 e 26 de agosto, no Órion Parque.

O Núcleo de TI, da Acil é coordenado por Nelissa Gevaerd Colossi Branco e o II Conexão Serra está sob a coordenação de Leonel Alfredo Landskron.

O objetivo: mostrar as inovações e discutir temas da atualidade como o gameficação e o design Thinking. Para tanto estão programadas apresentações de cases, palestras e discussões.
Gameficação: é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos diversos normalmente não relacionados a jogos
Design Thinking: é o conjunto de métodos e processos para abordar problemas, relacionados à aquisição de informações, análise de conhecimento e propostas de soluções.
Programação:

Esse ano o evento conta com palestrante nacional e o convidado é o radialista, repórter e escritor Marcos Piangers, autor do best seller “O papai é pop”

Piangers nasceu em Florianópolis e formou-se em jornalismo na Ufsc. Ingressou na RBS ainda na faculdade e depois foi para Porto Alegre onde mora atualmente. Trabalha como repórter no programa Encontro de Fátima Bernardes. Foi no ano passado que lançou seu livro, com o qual ficou famoso.
Apenas para a participação das palestras haverá um custo. Neste primeiro lote o passaporte colocando à venda, para as duas noites de palestras, tem o custo e R$ 65,00.
Sobre o mercado de trabalho

Giovane Lima, que também integra o núcleo de TI da Acil, lembra que no ano passado, o Conexão Serra deu o enfoque sobre a formação de profissionais na área já que o mercado de trabalho se ressentia de mão-de-obra.
Ele lembra que hoje já não é essa a preocupação, visto que há muitos cursos preparando essa mão de obra, especialmente técnicos na área. Cita duas instituições que contribuem muito para isso, como o IFSC e o Senai, mas há outros.
Especialmente os técnicos são absorvidos imediatamente pelo mercado.
Segundo os conhecedores do mercado, esses técnicos acabam sendo melhor preparados, porque têm a prática que muitas vezes falta ao que se forma nos cursos de computação. Tanto que tais cursos superiores são os que apresentam o maior índice de desistência.
Para quem gosta da área, o ideal seria fazer o curso técnico e depois o curso superior.