O ex-governador Eduardo Pinho Moreira manifestou disposição para atuar na reorganização do MDB em Santa Catarina, mas impôs uma condição central: o partido precisa reconstruir suas bases com um caminho próprio, mantendo firme independência em relação ao governo de Jorginho Mello (PL).
“Se se entregar para o Jorginho, eu fico em casa também, largo tudo. Precisamos construir o nosso caminho, com independência”, advertiu o ex-governador. Moreira avalia que a legenda possui capilaridade e estrutura suficientes para percorrer o território catarinense e se reorganizar a partir das bases.Na avaliação do líder emedebista, parte das dificuldades recentes da sigla derivou da exclusão de quadros históricos do processo de tomada de decisões. Pinho Moreira citou abertamente a falta de escuta ao “conselho de anciões”, incluindo seu próprio nome, o do ex-governador Paulo Afonso Vieira e o de Neuto de Conto.
“Aqueles que têm experiência e que podiam, de alguma forma, ter participado foram absolutamente excluídos de tudo. Isso comprovou que não foi um bom caminho”, pontuou.
Para o comando do diretório estadual, Pinho Moreira apontou a preferência pelo deputado federal Rafael Pezenti. O ex-governador elogiou a postura do parlamentar durante o pleito, ressaltando que Pezenti manteve sua coerência à direita — apoiando Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presencial —, ao mesmo tempo em que respeitou a deliberação do MDB catarinense ao fazer campanha para João Rodrigues (PSD) ao governo do Estado.
Contudo, Moreira deixou um recado ao cotado para a presidência: o futuro líder precisará ter sensibilidade para respeitar a pluralidade de correntes que compõem o partido. “O MDB sempre reuniu grupos com posições distintas, e essa convivência faz parte da nossa história. O próximo presidente tem que entender isso. Aí vai dar certo”, resumiu.
Em relação aos parlamentares e lideranças emedebistas que se aproximaram do Palácio do Agronômica — citando o deputado estadual Fernando Krelling —, Pinho Moreira defendeu que sejam chamados para o diálogo e integrados à reconstrução, mas sem que assumam o controle diretivo da sigla neste momento.

Vereador Castor se perdeu nas redes sociais ao atacar professores na Internet. Começou a divagação, depois da derrota do líder Flávio, qie esqueceu de agradecer aos votos de seus eleitores! Esse tipo de político deveria estar fora da Câmara de Lages. Dado que a nossa região sendo a mais pobre, ainda tem muitos edis pouco escolarizados.Terapia, neles!
É, meu amigo, parece que alguns cidadãos esqueceram de estudar Biologia, especificamente a parte da gestação, XX e XY cromossomos, Hormônios Masculinos e Hormônios Femininos (quando acontece o desequilíbrio deles). Mas, é mais fácil culpar o professor….. Tenho pena dos filhos, por isso os consultórios de psicologia estão abarrotados de adolescente doentes por conta dos pais.
Centrao passa pela metamorfose. Estão vindo c/ a história do voto em lista, dado que tomaram pau na eleição, perdendo parlamentares, governadores e c/ candidato a presidente! Hj os pleitos eleitorais, campanhas, passam pela Internet. Uma coisa nova que afronta os partidos engessados, com donos, espírito corporativista e pouca renovação de capital humano, o PL está “surfando a onda” os demais partidos estão perdidos. O único partido que é mais orgânico, dada sua natureza em sindicatos, universidades, movimentos dos sem terras, etc é o PT. Que tbm tomou “um coro” nessa eleição, revertendo a de presidente aos ” 45 minutos do segundo tempo” porque é um partido popular, que já entregou muitos direitos na sua história. Este partido está tentando organizar-se tbm na Internet, redes, etc. As redes e a Internet é um campo muito vasto, que passa por publicações do candidato, vídeos da vida deste, dança, falsidade, mentiras, calúnias, notícias e comunicação de toda monta, pra tds os gostos, além dos grupos de WhatsApp, regado a muito dinheiro público de tds as matizes. Já direitos, entender de lei, planejamento e metas de governo, projeto de nação, etc, pouco importa aos partidos ou políticos, entregar o ” mínimo” é a meta!
Não aparece propostas, plano de governo, etc, nem em campanha de vereador, síndico ou presidente de bairro, muito menos na política partidárias tradicional ou a nova de internet. Os candidatos mais votados nos grandes centros são os do tik tok, da dancinha, etc. Essa última eleição o candidato a presidente que venceu no primeiro turno, esqueceu do pleito, e já estava planejando equipes de governo, ajuste de cabos eleitorais, parentes e benefícios próprios e do partido, e do vencedor da eleição, e preparar um time de servidores nomeados, contratados, etc p/ o próximo pleito, uma prática comum do PL e aliados . Nunca ficou tão fácil ser político, nao prometer nada, nao ter responsabilidade com a população, nem precisa apresentar resultados a ninguém, depois de eleito, tudo regado a muito dinheiro público. A lei de responsabilidade fiscal deveria começar pelas câmaras de vereadores, limitar a 10% do faturamento, via constitucional pra gastar c/ pessoal, o que sobrasse ir direto pra saúde, onde furasse a lei, os responsáveis respondessem criminalmente. Mas ficamos na esperança e utopias, a luta é diária, eleições, vem e vão, candidatos tbm!