Lages terá um parque alagável para conter os alagamentos ao longo do rio Carahá

A Prefeitura de Lages está finalizando o projeto executivo para a implantação de um parque urbano alagável no início do Bairro Habitação. Inspirada no modelo de engenharia ambiental do Parque Barigui, em Curitiba (PR), a estrutura funcionará como uma grande bacia de retenção para regularizar a vazão das chuvas intensas e conter as históricas inundações ao longo da calha do Rio Carahá.

Engenharia hidráulica e uso comunitário

O projeto prevê que a área do parque seja construída em uma quota rebaixada em até 3,2 metros em relação ao nível do rio. Durante períodos de precipitação pluviométrica extrema, o espaço atuará como um reservatório temporário, absorvendo e represando o excedente de água antes que ele atinja as áreas residenciais e comerciais do entorno.

Após o escoamento gradual das águas e a normalização do nível do rio, a estrutura passará por um protocolo de limpeza e manutenção, permitindo que a comunidade volte a utilizar o local para lazer, práticas esportivas e convivência social.

Investimento e recursos garantidos

O orçamento total da obra está estimado em R$ 5 milhões. Do montante necessário, R$ 900 mil já estão assegurados no caixa municipal, frutos de emenda parlamentar destinada pela própria prefeita Carmen Zanotto durante o seu mandato como deputada federal.

Com uma extensão projetada de cerca de 400 mil metros quadrados, a intervenção visa transformar um problema crônico de drenagem urbana em uma solução sustentável de infraestrutura verde, valorizando a região do Bairro Habitação e oferecendo maior segurança hídrica e qualidade de vida aos moradores de Lages.

4 comentários em “Lages terá um parque alagável para conter os alagamentos ao longo do rio Carahá”

  1. Minha opinião era que primeiro deveria concluir as obras que estão pela metade, como a Avenida Ponte Grande, pois pela complexidade e alto valor desse parque alagável, será mais uma obra demorada .

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  2. Até que enfim! Antes tarde do que mais tarde! Zé, seu monstro, como é que vai terminar uma obra que é justamente o oposto do que é moderno e proposto no desenho, se Ponte Grande concreta e promove mais enchentes?

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  3. Ponte grande causando enchentes, favelização, sem desapropriação, sem servidão Administrativa (que o Polaco aboliu?) e com avenida estreitinha, sem area de expansão, ciclovia, estacionamento…mas destruindo todas as Areas de Preservação Permanente APPS que a Natureza já deixou pronta (para os promotores do MP ajudarem a legalizar a devastação, com TACs), que não precisa fazer nada = um bilhão de reais atualizados sem fiscalização e controle de ninguém, e com previsão de mais gastos sem fim, como bem salienta o Zé.

    Promessa de modernidade e pensamento civilizado na forma de se imitar Curitiba em algo que ela há faz há 50 anos! = míseros 5 milhões…. ou seja uns trocados para meia dúzia de gente que assina ART se dar bem na mãe prefa assinado projetinho para o dia que a galinha criar dente!

    Devagar e sempre, mais cinquenta anos talvez lages faça um parque de primeiro mundo, ou faça mais que levar um ano para revitalizar micropracinha, ou de meter retro no barranco e entulho em banhado!

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