A situação do contrato da AME (Arte, Música e Entretenimento) com a Prefeitura Municipal de Lages para a realização da Festa Nacional do Pinhão (previsto para as edições de 2026, 2027 e 2028) entra num cenário de incerteza jurídica e administrativa após a prisão preventiva do seu proprietário, Ricardo Avlis, na Operação Apoteose.
A Procuradoria Geral do Município e o setor de Licitações devem submeter o contrato a uma análise rigorosa para avaliar se os desdobramentos da investigação do MPSC/GAECO atingem o certame de Lages. Caso a investigação da Operação Apoteose encontre indícios de fraude ou conluio aplicáveis também à licitação da Festa do Pinhão, a Prefeitura tem o dever de instaurar processo administrativo para apuração.
O futuro do contrato dependerá diretamente da evolução das investigações do GAECO, da capacidade operacional demonstrada pela empresa e da decisão administrativa da Prefeitura de Lages quanto a manter o contrato ou promover a rescisão contratual para salvaguardar o interesse público e a realização dos próximos eventos.
Esse cara era um Deus na festa do pinhão um monte puxa saco atrás dele junto com tal de blogs e umas paginas de Facebook e Instagram que se dizem QUE SÃO IMPRENSA.