O MDB se prepara para sua convenção neste sábado, antes do evento conjunto com a Federação União Progressista e o PSD no plenário da Alesc. No topo das lideranças emedebistas, o cenário é tido como garantido: o presidente estadual, Carlos Chiodini, será vice na chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), enquanto o deputado estadual Antídio Lunelli disputará a vaga ao Senado.
O impasse do partido, contudo, é a divergência interna. A senadora Ivete Appel da Silveira, o deputado federal Valdir Cobalchini, os estaduais Jerry Comper e Fernando Krelling, além da maioria dos prefeitos, defendem a aliança com o governador Jorginho Mello (PL). Embora Krelling e Comper sigam irredutíveis após rodadas de negociação com Chiodini, o dirigente aposta na convergência e descarta de forma categórica qualquer liberação de apoio: “Isso não é possível. Não tem como fazer isso”, cravou.
Em meio ao clima de tensão, Antídio Lunelli divulgou uma carta aberta direcionada às bases da sigla. Invocando o legado do ex-governador Luiz Henrique da Silveira e o perfil municipalista do partido, o pré-candidato ao Senado apelou pela união da legenda. “O MDB não nasceu para assistir à história de longe. Nasceu para participar, liderar e ajudar a construir o futuro de Santa Catarina”, defendeu Lunelli.
Demorou! Muitos caciques pra poucos índios . Sempre foi assim no novo/velho mdb, é muita sede por “tetas” agora depois do pleito, diminui os líderes, daí baixa o “topete” de alguns e “renovação” do time, anotem!