A imprensa nacional divulgou nesta quarta-feira (UOL) uma delação explosiva envolvendo a Aegea, gigante do saneamento básico com concessões de água e esgoto em diversas cidades de Santa Catarina. Segundo o delator, o esquema teria movimentado R$ 63 milhões em propinas, supostamente pagas a agentes políticos, prefeitos(as) e intermediários no Estado.
Entre os vários nomes citados está o do deputado estadual Júlio Garcia (PSD). À época dos fatos, Júlio ocupava o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
A denúncia levanta suspeitas graves sobre o uso de cargos estratégicos para blindar contratos milionários de saneamento, setor que movimenta bilhões e impacta diretamente a vida da população catarinense.
Em nota, a assessoria de Júlio Garcia nega veementemente todas as acusações e afirma que os fatos narrados pelo delator não correspondem à realidade.
Em ano de eleição deverá chover denúncias, especialmente com relação aos que pretendem candidatar-se a algum cargo.
