Principal motivo para a greve dos professores neste ano, a tão aguardada descompactação da tabela salarial está prevista em projeto de lei complementar em tramitação na Assembleia Legislativa. O PLC, de autoria da deputada Luciane Carminatti (PT), garante aumento progressivo de salário aos professores efetivos a partir da qualificação e do tempo de serviço. O projeto inclui ainda gratificação de 20% aos profissionais com dedicação exclusiva e promoção a cada três anos, sempre no mês de fevereiro, a quem se adequar aos critérios de progressão da carreira.
O projeto foi elaborado a partir de um grupo de trabalho envolvendo a equipe do mandato de Carminati e representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte). Foram meses de debate, incluindo seminário, reuniões presenciais e virtuais. Além das remunerações, o projeto também cria novos cargos, como docente de educação especial, orientador de laboratório de informática, orientador de convivência e leitura, bibliotecário, assistente técnico-pedagógico, especialista em assuntos educacionais, assistente de educação e consultor educacional.
Organização do pessoal do serviço público é matéria de iniciativa exclusiva do governador do Estado. Essa esquerdista só quer fazer média e LACRAR, típico da espécie.
Na verdade, ela enquanto deputada estadual pode participar dos debates sobre o tema, faz parte do trabalho de deputado estadual discutir as questões referentes ao funcionamento da máquina pública estadual…
Discutir é uma coisa, apresentar um projeto como autora sabendo que não pode, é outra… E ela apresentou.
Sinceramente, até o meu cachorro sabe que este tipo de matéria é de competência exclusiva do poder executivo e mesmo se aprovado, será declarado inconstitucional por vício de iniciativa…por outro lado, em vez de esgarçar a corda e fazer política barata, o SINTE poderia negociar com o governo e de fato fazer algo em favor daqueles que ele representa: os professores…