
O desafogamento da rótula do Penha, em Lages, e o retorno dos passeios turísticos de trem na região da Coxilha Rica, foram os principais assuntos da reunião convocada pelo deputado Marcius Machado (PL) na tarde desta quinta-feira (25).
Participaram do encontro, além do deputado, os representantes das relações governamentais da empresa Rumo – responsável pela administração da ferrovia -, Giana Custódio e Marcelo Arthur Fledler, os secretários municipais de Planejamento e Obras, João Alberto Duarte, e do Turismo, Álvaro Mondadori, além do comandante do 1º Batalhão Ferroviário de Lages, tenente-coronel Anderson Soares do Carmo e o fiscal administrativo Major Alex Santos.

O fluxo de veículos dos bairros São Miguel e Penha, que precisam se deslocar para outros bairros e o Centro da cidade, se concentra, quase totalmente, na rotatória em frente ao cemitério. Um novo acesso ao Centro de Lages facilitará muito o trânsito nesta região da cidade. Porém, isso só é possível com a autorização das autoridades responsáveis, pois o novo acesso cortará a linha férrea.
“Recentemente estive com a minha equipe de engenharia no Bairro São Miguel, e identificamos que a Rua Antônio Elias Aze é uma boa alternativa para abertura desta nova passagem. Essa rua fica ao lado da unidade de saúde do São Miguel e tem possibilidade de ligação com a rua da Malke, no Ferrovia”, comenta o deputado que, no final de 2020, apresentou na Alesc uma proposição sugerindo a abertura de um novo acesso entre os bairros São Miguel e Ferrovia.
Sua equipe de engenharia está por fora! Hoje o maior fluxo de veículos, caminhões pesados que saem da região do B. São Miguel, são oriundos da distribuidora Idaza! São caminhões de grande porte, que terão dificuldades prá fazerem as “quebradas” no trecho apresentado! O bom senso manda que se faça sim um novo acesso, mas que seja direto da região onde está a Idaza, para a Av. Castelo Branco. De qualquer forma vai ser necessário o acerto com a rede ferroviária. Então deve-se pensar em futuro, não em medidas paliativas.