Recebi informação que a Bruna Oliveira continuava a espera de uma providência na Maternidade Tereza Ramos até próximo ao meio dia desta quarta-feira, quando finalmente foi feito o parto. Passou por muitas dores, mas lhe informaram que não tinha, antes disso, a dilatação. Ela ficou mais de 30 horas com o bebê morto em seu ventre.
O deputado Marcius Machado ficou sensibilizado com o caso

No início do ano passado janeiro de 2019, minha filha internou no HTR já em trabalho de parto, isso foi por volta das 22 hs, só que não tinha dilatação suficiente, e com isso não estava conseguindo ter o referido parto normal que lá eles tanto pregam, o tal “parto humanizado”.
Ela ficou lá com muita dor durante a noite toda, isso que a enfermeira chefe fez um procedimento para ajudar no parto, perfurou a bolsa aminioptica, e com isso o bebê ficou desprotegido, só que mesmo assim não surtiu efeito, e por volta das 07 da manhã foi feito um exame e constataram que os batimentos do bebê estavam baixando.
Com isso tiveram que levar ela às pressas para o centro cirúrgico, graças a Deus minha filha e a minha netinha ficaram bem, mas minha filha ficou com um trauma que até hoje ela não esquece, e prometeu que nunca mais terá outro filho naquele lugar.
Só sei que tem muitas pessoas boas e competentes que trabalham lá, mas tem outras que não estão nem aí para as futuras mamães que lá chegam, talvez estejam lá porque a estabilidade do emprego as amparem, mas acredito na lei do retorno, e tudo o que se planta, colhe.