Na sessão da Câmara, nesta segunda-feira, veio a público uma questão que no dia da leitura do relatório da CPI do Pronto Atendimento acabou sendo sufocada. O fato é que houve uma tentativa de barrar a leitura do relatório por parte de alguns arrolados nas denúncias. Seis médicos, a secretária Odila, a diretora Francine e a servidora Bruna, todos arrolados no relatório. Destaca-se que o mandado de segurança para se sustar a leitura foi feito no dia 9, quatro duas anates da leitura do relatório.
A justiça negou o pedido. Mas, o fato entendido como grave é que ao dar entrada na justiça estavam de posse de uma cópia do relatório que ainda não tinha sito tornado público. Uma ata da reunião da CPI também vazou, circulando entre os grupos de WhatsApp dos servidores da saúde.
Significa dizer que alguém, de dentro da CPI – os únicos a terem a cópia com antecedência – forneceu o relatório. A Câmara abriu agora um processo interno para saber quem vazou o conteúdo do relatório. É bom lembrar que os membros da CPI são: Jair Júnior, Lucas Neves, Maurício Batalha, Jean Pierre e Thiago Oliveira. Portanto teria de ser um deles.
Se descoberto que foi um deles que vazou, será aberto um processo de quebra de decoro e fica sujeito a cassação do mandato.
Dos cinco, só existe um que fez isso.. Tanto que ontem esteve reunido com a secretaria a portas fechada;;;;
É claro que ninguém em sã consciência guardaria segredos na Câmara