Quatro prefeitos da Serra estão cumprindo seu segundo mandato: Luiz Schmuler (MDB), de Bocaina do Sul; Luiz Carlos Xavier – Tio Ligas- (PSD), de Otacílio Costa; Flávio Neto das Silva (MDB), de Painel e Arno Marian (PSD), de São José do Cerrito. Sendo assim, em 14 dos 18 municípios da Amures os atuais prefeitos pretendem ir a reeleição, entre eles, o de Lages, Antônio Ceron. Embora tenha insistido em dizer que só fala sobre isso no ano que vem, se não houvesse intenção já teria descartado de primeira.
Creio que apenas uma coisa poderá demover os prefeitos em primeiro mandato deste propósito: se forem impedidos por questões judiciais. A não aprovação das contas, por exemplo. Alguns prefeitos também têm processo em andamento, como é o caso do prefeito de Bom Retiro, Vilmar Neckel (Progressistas) e o prefeito de Urubici, Antônio Zilli (PSDB).
Este também foi alvo de processo de impeachment pela contratação de empresa pertencente ao filho dele para a Festa da Hortaliças. Passou a salvo pelo processo da Câmara e se até ano que vem não houver novidades com relação ao processo na justiça, também vai a reeleição.

O prefeito de Anita Garibaldi, João Cidinei da Silva (PR) chegou a ser afastado com a votação de seu impeachment pela Câmara, que foi posteriormente derrubado pela justiça. Voltou mais forte.

Zilli está em primeiro mandato, mas já comandou Urubici na década de 1985
Dos prefeitos que ai estão em primeiro mandato, não são novatos na política e muito menos no cargo. Já comandaram seus municípios em outros tempos, como é o caso de Paulo Farias (PT) de Ponte Alta; Tito Freitas (Progressistas), de Capão Alto e o próprio Antônio Zilli.
Dos demais, dois estão no comando de seus municípios por diferentes circunstâncias. É o caso do prefeito de Bom Jardim da Serra, Serginho Rodrigues de Oliveira (PTB). Ele teve o registro de candidatura rejeitada, mas a eleição em que deu a vitória a Cristiano Cardoso da Silva foi anulada. Serginho foi eleito em votação extemporânea. O outro caso aconteceu em Campo Belo do Sul, onde foi eleito para o segundo mandato o padre Edilson de Souza (MDB) que faleceu na véspera de Natal em um acidente de trânsito em 2016. Assumiu seu vice, Tadeu Martins (PSD).
Os comentarios sobre a volta de Colombo ao cenário público, foram censuradas pela CIASC e não consigo abrí-las. Vou ver se consigo abrir em casa.
Serginho Rodrigues de Oliveira de Bom Jardim da Serra não pode ser candidato visto que era vice prefeito de Edelvanio Topanotti e assumiu a Prefeitura por 30 dias nos 06 meses anteriores a eleição de 2016.
“Poder Executivo. Titular. Vice. Substituição. Reeleição. O vice que não substituiu o titular dentro dos seis meses anteriores ao pleito poderá concorrer ao cargo deste, sendo-lhe facultada, ainda, a reeleição, por um único período. Na hipótese de havê-lo substituído, o vice poderá concorrer ao cargo do titular, vedada a reeleição e a possibilidade de concorrer ao cargo de vice” (TSE – Res. no 21.791 – DJ 5-7-2004, p. 1).