No ranking dos deputados federais de SC que mais gastaram recursos da chamada cota parlamentar, a deputada Carmen Zanotto aparece em sétimo lugar, dentre os que menos gastaram.
Esta verba da qual os parlamentares têm direito se refere ás despesas relativas as passagens aéreas, locação de veículos, manutenção de escritórios de apoio, consultorias técnicas e divulgação das atividades. Estes gastos totalizaram uma despesa da Câmara dos Deputados R$ 2 milhões somente neste primeiro semestre.

Carmen usou R$ 120 mil, basicamente em passagens – suas idas e vindas de Brasília – e na manutenção do escritório local. Mas o deputado que menos gastou foi Gilson Marques (Novo): R$ 34,6 mil.
Os deputados Carolina de Toni (R$ 43 mil) e Coronel Armando (R$ 57 mil), ambos do PSL também economizaram nestes gastos,

embora fosse o seu colega de partido, Fávio Schiochet, hoje presidente do PSL em SC, o campeão de gastos: R$ 215 mil. O segundo do ranking é Darci de Mattos (PSD): R$ 194 mil.
Na ponta do lápis, um deputado federal custa R$ 278 mil por mês. São R$ 3,3 milhões ao ano ou R$ 13,4 milhões por legislatura. As despesas totais com salários, assessores, cota para o exercício do mandato, apartamentos funcionais, auxílio-moradia e viagens internacionais somam R$ 1,7 bilhão por ano – ou R$ 6,8 bilhões por legislatura. A maior despesa é com o salário dos cerca de 11,4 mil assessores dos gabinetes – os secretários parlamentares, de livre nomeação. Eles podem trabalhar em Brasília ou no estado de origem do parlamentar.
Cada deputado conta com R$ 106,8 mil por mês para contratar até 25 assessores com salários que vão de R$ 980 a R$ R$ 15 mil. A despesa anual com a “verba de gabinete” dos 513 deputados pode chegar a R$ 657 milhões. Somado tudo, cada deputado recebe R$ 18 mil por dia trabalhado. Gasto exorbitante e poucos têm consciência de que é preciso mudar esta realidade e assumir a responsabilidade de mudar tais práticas.

O partido Novo é o único que cobra o compromisso de seus eleitos. Prova disso é de que o deputado Gilson Marques foi o que menos gastou desta cota. O que é pior: poucos fazem jus aos salários que ganham, pouco ou nada fazem por suas regiões e se vangloriam quando conseguem trazer uns pingados. Não é o caso de Carmen, que tem se esforçado para fazer sempre mais.
Já falei e repito aqui, a turma do partido Novo, os coronéis do PSL não gastam quase nada porque também não fazem nada no Congresso, foram eleitos por uma camada retrógrada da população e esses eleitores não exigem nada deles. Se forem ver a turma das esquerdas são os mais atuantes e gastam mais.