“Com o fim da área azul, ultimamente é um suplício ir ao centro de carro. Não há vagas para estacionar, nem na rua e, muitas vezes, nem nos estacionamentos pagos. Moro não muito longe do centro, uns 3 km, tenho preferido ir a pé ou até mesmo de Uber, para não ficar rodando a procura de uma vaga. Se inviabilizar essas vagas de estacionamento “privativo” no centro, aí sim não haverá como ir. Hoje, prefiro mais ir no shopping e na Havan, que têm estacionamento, que ir no centro. E não devo ser exceção. E qual o impacto disso na economia lageana? Quantos empregos a menos no comércio central?
Leitor da coluna Tadeu Córdova comentando a dificuldade hoje de encontrar uma vaga para estacionamento no centro e a demora no retorno da Área Azul.
O pior é quando é necessário levar uma criança ou idoso a uma consulta no centro e ter que ficar dando voltas e voltas a fim de achar uma mísera vaga, e isso muitas vezes se estende após as 18. Porém este é o reflexo do Brasil, um país que não oferece um transporte público de qualidade focando apenas nos carros vai ser disso pra pior…
Notadamente os veículos da cidade cresceram muito o numero deles e não fazem edifícios garagens como em outras cidades, daí a precariedade em vagas no centros, quando estou em Lages faço minhas compras no Angeloni, não vou no centro da cidade, pelo fator de tranquilidade e o fator político de não encarar as reclamações da turma que desfilavam nas manifestações contra a Dilma e possuem comércios no centro, compro na capital.