Vereador pede o revezamento das entidades na exploração dos boxes do Recanto

Vereador João Chagas está pedindo que se faça o revezamento entre as entidades beneficentes que exploram o Recanto do Pinhão. Entende que não pode apenas beneficiar algumas.

Ele sugere ainda que se instale mais algumas barracas para venda de produtos da região. É bom lembrar que este ano o Recanto do Pinhão será instalado na praça do terminal (Vidal Ramos Sênior).

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Ao invés dos produtos da região estarão lá instalados os camelôs vendendo produtos do Paraguai. Mesmo porque, não poderão exigir que fechem suas portas para a ocupação do recanto. Mas, concordo com o vereador, não revezar a ocupação dos boxes, mas abrir mais espaços para outras instituições.

Obviamente que neste caso terão de oferecer produtos diferentes que não sejam paçoca e pinhão. E muito menos encham o espaço com vendedores de churros (como ocorria no Parque Conta Dinheiro). Na mesma medida em que a Festa do Conta Dinheiro cresce em sofisticação e preços dos ingressos, o Recanto ganha importância no contexto do evento para a população local.

No ano passado o público prestigiou, lotando o local quase que diariamente. Acredito que este ano deve ocorrer o mesmo. É a festa voltando às suas origens, chamando o povo para a praça, com muita paçoca, pinhão, quentão e música, tudo bem local.

É justamente isso que Chagas está conclamando: espaço para os artistas locais se manifestarem. As entidades que estão no Recanto todos os anos, trabalham muito durante os dias do evento para levantar recursos para se manterem durante o ano.

As oito entidades conseguiram levantar nos 16 dias do Recanto, no ano passado, R$ 200 mil em lucro líquido. Uma média de R$ 25 mil por instituição. Não é um grande volume, mas de extrema importância para as instituições. Já não sei se valeria a pena se este mesmo volume de vendas fosse rateado com mais participantes.

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