
Vereadores como João Chagas (PSC) se revoltaram com a proposta de Jean Pierre e Maurício Batalha porque dizem, que o vereador já trabalha demais. Tanto que a moção foi rejeitada. Além de João Chagas que fez críticas mas não entendeu a finalidade da matéria, o discurso mais contundente foi do vereador David Moro. Isso porque como funcionário público tem de dar expediente no departamento em que atua e normalmente comparece à Câmara apenas nos horários das sessões.
O objetivo era pedir a deputada federal Carmen Zanotto que entre com projeto na Câmara dos Deputados limitando o expediente do vereador em funções fora da Câmara.

Jean Pierre acha que mais importante do que discutir a redução ou aumento das cadeiras no legislativo é fazer com que os vereadores, de fato, trabalhem.
Enquanto isso, a vereadora Aidamar Hoffer deixou a sessão para acompanhar a assembleia dos professores. Aliás, os professores aprovaram a proposta do prefeito de 4,17% de reajuste em cinco vezes a partir de junho. A votação foi de 174 votos a favor e 59 contra.