
A Secretaria de Saúde, emitiu nota de alerta sobre os procedimentos que devem ser adotados nos casos relacionados ao chamado “jogo da Baleia Azul”. A nota, assinada pelo vice-prefeito Juliano Polese, orienta alerta máximo à comunidade e aos serviços de assistência à saúde, com relação ao aumento de casos de crianças e adolescentes com tentativa de suicídio. Para auxiliar na identificação de alguns sinais, a Secretaria de Saúde listou uma série de comportamentos:
- Falas sobre morte e suicídio, mesmo que indiretamente como vontade de “sumir”, “desaparecer”, “ir embora”;
- Isolamento (afasta-se da família, dos amigos);
- Perda do interesse em atividades que costumava fazer;
- Mudanças no hábito de sono (insônia ou aumento das horas dormindo);
- Mudanças dos hábitos alimentares (perda ou aumento de apetite);
- Irritabilidade, crises de raiva;
- Piora no desempenho escolar;
- Recusa a ir à escola;
- Crianças e adolescentes com quadro depressivo que apresentem melhora repentina (podem simular melhora para conseguir executar o ato suicida);
- História de suicídio ou tentativa de suicídio na família;
- Diagnóstico prévio de doença mental;
- Perda do interesse nas pessoas;
- Exposição a violência;
- Situações de bullying;
- Abuso sexual prévio ou recente;
- Postagens de baixa autoestima nas redes sociais;
- Interesse anormal por filmes de terror, passando horas assistindo;
- Preocupação repentina com morte, morrer e violência, e
- Mudanças de comportamento em geral
Ao identificar as alterações acima, os pais e cuidadores devem encaminhar a criança ou adolescente ao Centro de Atenção Psicossocial Criança e Adolescente (CAPSi), localizado na Rua Aristiliano Ramos, n.º 542, Bairro Centro, telefone (49) 3251-7965, de segunda a sexta, das 8h às 17h.
- Falas sobre morte e suicídio, mesmo que indiretamente como vontade de “sumir”, “desaparecer”, “ir embora”;
- Isolamento (afasta-se da família, dos amigos);
- Perda do interesse em atividades que costumava fazer;
- Mudanças no hábito de sono (insônia ou aumento das horas dormindo);
- Mudanças dos hábitos alimentares (perda ou aumento de apetite);
- Irritabilidade, crises de raiva;
- Piora no desempenho escolar;
- Recusa a ir à escola;
- Crianças e adolescentes com quadro depressivo que apresentem melhora repentina (podem simular melhora para conseguir executar o ato suicida);
- História de suicídio ou tentativa de suicídio na família;
- Diagnóstico prévio de doença mental;
- Perda do interesse nas pessoas;
- Exposição a violência;
- Situações de bullying;
- Abuso sexual prévio ou recente;
- Postagens de baixa autoestima nas redes sociais;
- Interesse anormal por filmes de terror, passando horas assistindo;
- Preocupação repentina com morte, morrer e violência, e
- Mudanças de comportamento em geral
Ao identificar as alterações acima, os pais e cuidadores devem encaminhar a criança ou adolescente ao Centro de Atenção Psicossocial Criança e Adolescente (CAPSi), localizado na Rua Aristiliano Ramos, n.º 542, Bairro Centro, telefone (49) 3251-7965, de segunda a sexta, das 8h às 17h.
Foto: Marcelo Pakinha