Audiência pública discute o caso das pessoas em situação de rua. Qual é a solução?!

A Câmara de Vereadores de Lages realizou, na noite desta quinta-feira, 9 de abril, uma audiência pública para debater iniciativas, desafios e possíveis encaminhamentos relacionados à população em situação de rua no município. O encontro reuniu autoridades do Executivo, representantes da segurança pública, vereadores e membros da comunidade.

O objetivo foi ampliar a discussão sobre a realidade vivida por pessoas em situação de rua, promovendo um espaço de escuta, reflexão e construção de medidas que possam contribuir para o atendimento dessa demanda com mais dignidade, acolhimento e efetividade.

Compuseram a mesa da audiência a prefeita de Lages, Carmen Zanotto; a secretária municipal da Assistência Social, Inês Salmória; a secretária municipal da Saúde, Rose Cristina Possato; a procuradora-geral do Município de Lages, advogada Rosane de Oliveira; e o capitão Bruno Mantovani, representando o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar.

Durante a audiência, fizeram uso da palavra os integrantes da mesa, vereadores presentes e também cidadãos inscritos para participar do debate. Ao longo da noite, foram apresentados questionamentos, observações e sugestões sobre o tema, evidenciando a complexidade da situação e a necessidade de atuação integrada entre poder público e sociedade.

Nas explanações, foram destacados serviços e iniciativas já existentes no município para atendimento à população em situação de rua, entre eles o Centro POP, que oferece refeições, espaços para higiene pessoal, grupos de apoio e atividades coletivas; o Albergue POP, destinado ao acolhimento noturno; e o Acolhimento POP, que atua com atendimento, encaminhamentos, busca e conciliação familiar, entre outras ações.

O debate reforçou que a questão da população em situação de rua exige atenção contínua e articulação entre diferentes áreas, como assistência social, saúde, segurança pública e gestão municipal, além da participação ativa da comunidade na construção de soluções.

Sim! E daí? Qual foi a medida que será adotada a partir desta audiência?

5 comentários em “Audiência pública discute o caso das pessoas em situação de rua. Qual é a solução?!”

  1. Estão dando muita moleza para esses nóias

    Não querem mudar de vida e muito menos trabalhar.

    Lula incentiva o povo a não trabalhar, a serem drogados, bandidos e roubarem pra tomar uma cervejinha.

    Tem que fretar vários ônibus e mandar eles pra Brasília.

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  2. Acompanhei a audiência pública.
    Resumo:
    1) não existe política pública ou programas de enfrentando para os moradores de rua.
    2) tudo que a prefeitura faz é paliativo, “é enxugar gelo”. Apenas servir marmitas, disponibilizar um local para dormir, dar passagens de ônibus para outra cidade, ou seja, comida, dormitório, ônibus.
    3) não há integração entre os serviços e órgãos governamentais
    4) por fim, a audiência foi só formalidades, medidas concretas não serão tomadas, tudo continuará como está ( sem internação compulsória, sem combate ou tratamento para drogas/ drogados, sem reinserção nas famílias, nem qualificação profissional)

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    • Prefeitura não pode atuar para diminuir os nóias, não pode forçar internação pois o judiciário não permite.

      O PT quer esses dependentes do jeito que estão pra continuarem no poder or troca de bolsa família.

      Se não houver uma atitude mais rígida por parte do governo federal e do judiciário, vai só aumentar o números de drogados nas ruas, roubos e tudo mais.

      Se aqui está assim imaginem em cidades maiores…..

      Faz o L

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  3. Improviso, é o nome dessa questão na Amures. Carmem esperta na política está dividindo a responsabilidade com o legislativo, tudo pq tem parentes de edil e afins se dando bem no Paço, não exclusivamente em Lages, ocorre em tds os municípios dessa região atrasada (Amures). E segue a banda tocando desafinada como sempre, já de efetivo, “estão perdidos c/ a caneta na mão “, a nova (velha) política, 80% das demandas serão resolvidos na eleição, sempre alegam que foi pouco tempo e dinheiro. E o povo sempre cai….o que mudou p/ o governo anterior? Nada….

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    • Executivo para atuar depende do legislativo e principalmente do judiciário…

      Prefeita está certa em envolver todos pois ela é a que menos tem poder nessa situação criada pelo governo federal.

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