
O governador Jorginho Mello (PL) mantém contatos quase diários com o MDB na tentativa de consolidar uma aliança estratégica. A proposta sobre a mesa é um “apoio em branco”: os emedebistas ficariam fora da chapa majoritária atual, mas garantiriam participação em um eventual segundo governo. Apesar de considerar a militância do MDB um ativo valioso — lembrando que o partido foi decisivo para sua eleição ao Senado através da suplência de Ivete Appel da Silveira —, Jorginho enfrenta um dilema interno.
A chapa majoritária parece imutável, com Adriano Silva (Novo) na vice e as pré-candidaturas de Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) ao Senado. O desafio reside na narrativa: como conciliar a base bolsonarista e parlamentares do PL com um partido que, no plano federal, compõe o governo Lula? Embora o MDB catarinense se identifique com a centro-direita, a resistência da ala mais conservadora dos liberais ainda é o principal obstáculo para o anúncio oficial.
Se for pelo projeto de melhorar a vida dos catarinenses, sem pedir cargos em troca, que sejam bem vindos MDB, PSD, PP, Podemos, Republicanos e demais partidos.
VamoQvamo
É golpe….kkkkk Montado na grana e ainda c/ medo! Vai entender. O desgaste é grande. Pouca entrega concentrou tudo pro final. Custará caro! O ex presidente está doente. Só pregos no caixão ⚰️
Vão acabar dando uma vaga no senado pro Decio Lima, Carol de Toni, Amin, e outro cadidatos ao senado vão dividir votos da segunda vaga e o Decio vai levar a melhor.
Grande erro trazer esse filho do Bolsonaro pra Santa Catarina, vão eleger um senador pro Rio de Janeiro.
Sonhe bastante kkkk
Carlos e Carol já estão eleitos, vai ser fácil fácil
E não esqueça de fazer o L kkkk
Governador, larga mão do MDB.
Não precisa deles.
Isto é um ” Cancer” na política.
Ajudam pouco, trabalham pouco na eleição, mas, conquistando a vitória, surge MDBista de todo lado querendo cargos e mais cargos.
São iguais piranha na carne
Exigem tudo