4 comentários em “O calçadão na década de 1980”

  1. De acordo , com a quantidade de árvores, só que isso era há 45 anos atrás , até essas árvores já apodreceram ….
    Portanto agora é outros tempos…
    Sigamos em frente!!!!?

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  2. Desde Elizeu essas mudanças no centro, avenida Caraha, que vinham bem, geraram “ciúmes” e discórdia na “casta privilegiada” de Lages. O público que mais “azedou” foi muitos indivíduos que não trabalham mais( e nunca bateram cartão), outros que fecharam empresas (quebraram e pegaram uma teta junto a órgãospúblicos e afins), tbm aposentados c/ bons salários que ainda apitam muito (Lagesprevi), e “patrociadores” de políticos, esses últimos mais difícil de saber, mas tem bastante na região. No governo passado foi retirado dois colégios o Rosa e o Aristliano. O centro sendo palco de “disputas” pessoais e políticas, mídia. Quem perde é sempre a população, como sempre em Lages. Já os bairros a maior parte povoada da cidade, só reformas de manutenção básica, muitas vzs onerosas e mal feitas, na maioria das vzs nem isso. Lages está abaixo do mínimo, isso já faz mais de 30 anos no mínimo. Quantas cidades mais novas em idade, que estão bonitas e modernas, prósperas por toda SC, já Lages parou no tempo em tds os aspectos? Aqui comemora-se cama de hospital, e ar condicionado, em alguns setores públicos, o mínimo, isso é o básico. São “necessidades pontuais”, e de manutenção, que já vem dinheiro do governo federal, e não é pouco (saúde/educação). Triste. Pra estadual temos bons nomes: Mario Mota, Berlanda e Carminatti, federal será um drama. Edson Varela trouxe renda per capita m uma matéria, só que isso não reflete muito pq pode até aumentar em uma outra cidade da Serra, como Capão Alto e Otacilio, mas isso é concentração de renda dos donos de empresas e atividades extrativista que concentra renda em.nenos de 1% da população, talvez beneficie uns 10 % de assalariados. A Serra não levantará só c/ medidas “paliativas” precisa de mais, muito mais, tipo um choque de gestão como faz Trump nos EUA. Demanda várias mãos e muita vontade, e principalmente competência. Índices, dados e pesquisas sozinhos não mudam realidades, a Serra está há pelo menos 50 anos atrasada em relação às demais regiões do Estado, em tudo.

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