TRE vai renovar 1/3 de suas urnas eletrônicas para as eleições deste ano

Santa Catarina terá um terço das urnas eletrônicas usadas nas Eleições 2024 do modelo mais recente, de 2022. No total, os eleitores catarinenses vão utilizar 18.599 equipamentos nas disputas municipais de outubro. Desse número, 6.530 serão do modelo 2022.

O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) recebeu nesta quinta-feira (15) um lote de 1.200 novas urnas eletrônicas do modelo 2022. Os equipamentos se somarão às 4.800 unidades já recebidas até janeiro deste ano, e às 530 urnas que devem chegar ao Estado na quinta-feira da semana que vem, 23 de fevereiro.

Os equipamentos enviados à Justiça Eleitoral catarinense vão substituir urnas dos modelos 2009, 2010 e 2011.

Entre as diferenças do novo modelo de urna eletrônica a ser utilizado em Santa Catarina estão um processador mais potente, 18 vezes mais rápido do que o existente nos modelos de 2015, e um mecanismo de criptografia aprimorado, considerado um dos mais apurados do mundo.

8 comentários em “TRE vai renovar 1/3 de suas urnas eletrônicas para as eleições deste ano”

  1. Trabalhei carios anos como presidente de seção com estas urnas e cumprem a sua função, voto impresso possibilita a fraude, por isso a turma radical de direita adoram o voto impresso.

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  2. Pois é, somos a maioria dentre a Nações, quase a totalidade, pois muitos não dispensam a velha cédula de papel em troca de voto impresso Aliás, nao se analisa uso de urnas de gerações obsoletas inauditáveis pelo maniqueismo esquerda versus direita, mas quais nações não as usam diante do Brasil que dela não abre mão. Eu te pergunto sapiente Névius, quem além do Brasil usa esta urna, ou algo com ela parecido?

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    • Cara, nunca se falou na volta das cédulas de papel. O que se deseja é o aprimoramento da urna eletrônica para que a mesma imprima o voto. Não é nem para dar ao eleitor, mas para estar disponível quando houver necessidade de conferir os votos.

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      • Como não? O Brasil nunca teve nada, nem impresso nem retorno a cédula, e nem lei que impunha auditoria pelo voto impresso paralelo se obedeceu… Eu estou falando: há país desenvolvido que nunca admitiu sair da cédula de papel… Qual motivo será? O site repositório de decadas de luta, que indiquei, explica, basta estudar.

        Querem outra dica? O documentario Killchain, na HBO. Se ja nao foi censurado.

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  3. Sinto informar, mas qualquer sistema sem auditoria é passível de fraude. Enquanto o processo eleitoral não for auditado, o estigma seguirá.
    Para exemplificar, o boletim de urna demonstra a quantidade de votantes, mas este número, sem a devida auditoria, adquire caráter dogmático quando o cidadão é obrigado a crer que o mesmo é verdade absoluta. Seria muito mais crível se o boletim de urna coincidisse com a quantidade de pessoas que ingressaram à seção de votação. E por sua vez, estes números coincidentes precisariam ser computados por equipes (de pessoas) distintas.
    Outra auditoria que poderia ser realizada é o cruzamento de informações de prestadores de serviços à campanhas eleitorais (empresas, ong’s, etc) com os integrantes das seções para evitar que um pai mesário tenha um filho trabalhe para determinada candidatura…
    São inúmeras as situações em que se pode dedicar interesse no sentido de garantir um processo eleitoral justo, mas incrivelmente todos os envolvidos estão anabolizadamente se esforçando para manter o dogma….

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