Sempre atento às questões que envolvem a vida da comunidade, o Fórum das Entidades Empresariais esteve reunido com o Secretário de Planejamento Jorge Raineski e o diretor de Trânsito, Diego Oliveira, para discutir a respeito da elaboração do Plano de Mobilidade Urbana.
Por exigência do governo federal, até o ano que vem deverá estar concluído, mas ao que parece, aqui ainda está engatinhando, embora Raineski tenha observado que o Conselho de Desenvolvimento Territorial já foi constituído e está elaborando um estudo para as mudanças necessárias.
Ele admite que “não é possível mais fazer obras desconectadas, que atrapalhem o fluxo. Temos que trabalhar para oferecer um deslocamento mais rápido ao cidadão,” disse ele.
Não há como negar que o trânsito, especialmente na área central, se encaminha para o estrangulamento. Ao que parece o grande problema é a falta de soluções de continuidade aos projetos desenvolvidos de uma administração para outra.
Um exemplo disso é a ponte da Anastácio da Silva Motta, sobre o rio Carahá, iniciada pela administração anterior com o propósito de oferecer uma ligação rápida do centro ao terminal rodoviário, mas não foi concluída, e a atual administração não sabia o que fazer com ela.

Só concluiu porque não poderia deixar pela metade.
Assim também foi feito com o estudo elaborado pela Profuzzy: simplesmente engavetado, mesmo tendo dado mostra de que foi eficiente e pertinentes as mudanças executadas a partir dele.
O que nos dá esperança de que isso mude é a determinação, confirmada pelo secretário, de que o Instituto de Planejamento será mesmo implantado.
Pois, como ele mesmo lembra, terá uma gestão contínua, “que não deverá ficar atrelado às mudanças de gestão administrativa do município”. Só questionamos a demora, visto que essa asministração se encaminha para o final e ainda não vimos nenhuma ação nesse sentido.