
O trabalho foi executado ao longo dos últimos dias, de acordo com as particularidades de cada região. Em um dos casos, no cruzamento entre as avenidas Dom Pedro II e Belisário Ramos, a Carahá, no Centro, era a passagem de pedestres, em sua maioria estudantes, que preocupava. A altura da passarela, relativamente perigosa, carecia de uma proteção e os guarda-corpos, em alguns trechos ausentes, precisaram ser ampliados.
Já na outra situação, no cruzamento entre a avenida Duque de Caxias e a rua Getúlio Vargas, no Conta Dinheiro, a Prefeitura já havia intervindo na contenção das encostas. O local está situado em uma esquina e o risco de erosão nas laterais do rio era iminente. O chamado enrocamento de pedras (quando o material é distribuído unitariamente até formar o devido reforço) foi a técnica utilizada para sanar o problema.

Na própria ponte havia um buraco que ameaçava ceder, atrapalhando a passagem de pedestres, e os acessos eram parte de terra, grama e concreto quebrado. Assim, também foi necessário construir novas calçadas, dentro dos padrões de acessibilidade e, ainda, rever a drenagem pluvial, aproveitando as escavações feitas no terreno.
Eita mãe prefa! Um trabalhando, e três só olhando. Kkkkkk.