
A movimentação de aeronaves no Aeroporto Federal Antônio Correia Pinto de Macedo está intensa. Dados estatísticos do departamento de Administração do Aeroporto confirmam 1.028 movimentos no período de sete meses neste ano de 2023 (janeiro a julho), atraídos por questões econômicas e de desenvolvimento regional, logísticas, sociais, militares e de saúde. São voos de aeronaves de modelos monomotor, bimotor, turbo-hélice e jatos, permitidas de operação em Lages por pertencerem à categoria do Aeroporto Federal – 2C ou inferior. Os voos executivos lideram o ranking, com 646 movimentos.
No mesmo período de tempo (entre janeiro e julho), no total de voos (1.028), 784 passageiros desembarcaram e decolaram em Lages. Praticamente todos os artistas que se apresentaram em seus shows na 33ª Festa Nacional do Pinhão utilizaram o Aeroporto Federal em seus deslocamentos nacionais.
Os pousos e decolagens estão distribuídos nas seguintes categorias e contingentes:
Aeromédico – 118 movimentos;
Executiva – 646;
Táxi aéreo – 30;
Transporte de valores – 40
Militar – 26, e
Escolas de aviação de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná (região Sul) – 168
Para a próxima segunda-feira (14 de agosto), está programado o começo da execução da obra de construção civil e elétrica de implantação do equipamento de auxílio visual denominado Precision Approach Path Indicator (PAPI) – sigla em inglês para Indicador de Percurso de Aproximação de Precisão, na lateral esquerda da cabeceira 35 do Aeroporto Federal Antônio Correia Pinto de Macedo, em Lages (código SBLJ). As obras deverão ter duração de 18 dias (previsão de conclusão em 1º de setembro).

Imagina reunir essa demanda e esses investimentos apenas no aeroporto da cidade de correia pinto, ele justificaria a sua existência e gastos diários para se manter. Ter 2 aeroportos a menos de 25km um do outro é de uma burrice e falta de zelo pelo dinheiro publico sem tamanho.
O de Lages é muito mais bem localizado do que o de Correia Pinto, e com naves menores realiza esse movimento intenso e então porque não efetivar melhorias no de Lages.
Voto com Névio nessa. Vamos ampliar pistas.
Ótima notícia!
A prefeitura de Lages é a única culpada por destruir o sítio aeroportuário ao ter visão curta e falta de noção do transporte aéreo, loteando as áreas essenciais nas laterais e cabeceiras da pista de pouso de 1.500m.
Outros municípios adequaram suas pistas para 1.800 x 30m com maior resistência do piso, a fim de, receber os jatos regionais, ou seja, o mesmo comprimento de Correia Pinto. Hoje a frota brasileira é de 56 turboélices de 70 lugares e 103 jatos de 136, 138 e 144 passageiros.
Exemplos recentes:
Valença, Bahia 1.800 x 30m
Sobral, Ceará 1.800 x 30m
Aracati Canoa Quebrada, Ceará 1.800 x 30m
Morada Nova, Ceará 1.800 x 30m (em projeto)
Caruaru, Pernambuco 1.800 x 30m
Salinópolis, Pará 1.800 x 30m
Parintins, Amazonas 1.800 x 30m
Jataí, Goiás 1.800 x 30m (em construção)
Araraquara, São Paulo 1.800 x 30m
Paulo Afonso, Bahia 1.800 x 45m
Araguaína, Tocantins 1.800 x 45m (em adequação)
Linhares, Espírito Santo 1.860 x 45m
Até que enfim esse tal Névio, falou alguma coisa útil.
A administração anterior se arrebentou inteira na busca de um vôo comercial, conseguiu, voo lotado com ocupação média de 82%. Transferiram o vôo com um discurso de um avião maior, hoje o avião de Correia Pinto é o mesmo que voava aqui em Lages, com uma diferença, ocupação de 70%. Conseguiram destruir um aeroporto que dava certo. Hoje um táxi de Correia Pinto a Lages custa 150,00 reais, antes em Lages taxi ao centro 14,00 reais. Lages experimentou nessa administração a administração da destruição.
Sem contar a demora que é ir ate um aeroporto no cafundó das coréia, voltar de lá.
Quais os nomes “dessa administração”? Seriam Ceron, Renatinho e Colombo? Afinal, quem é o maior culpado por esse crime contra os lageanos?
Recebi a informação de uma fonte que a pista do aeroporto de Lages foi construída sem a devida observação sobre o vento, ou seja, prejudica a operação, já a pista do aeroporto de Correia Pinto esse item foi observado e construída conforme as exigências, tanto que o PAPI das duas cabeceiras foi homologado pela ANAC.